Sp quis ir a uma puta de luxo. Daquelas mm boas, q podiam ser (algumas até são, de certeza) modelos. Procurei na net. Encontrei uma com um corpo fantástico, mas que n mostrava a cara... Era loura, tinha umas mamas bem firmes e redondas. Grandes. Pele clara e parecia ter td no sítio. Cona completamente rapada. Dizia no anúncio «Vale tudo menos arrancar olhos!» Não hesitei. Liguei e marquei para dali a 1h. Era num apartamento no Restelo. Assim que cheguei abriu-me a porta uma rapariga que devia ter, no máximo, uns 20 anos. Um corpo fantástico, vestida com umas calças de ganga justíssimas e um top com decote largo, a verem-se praticamente as mamas, que não eram muito grandes, mas notava-se que eram firmes. Perguntei-lhe se era ela a rapariga no anúncio, pq n estava parecida às fotos, apesar de tb n me importar nada se fosse com ela. Respondeu-me que não e mandou-me despir. Não percebi bem a ideia, mas qd um mulherão daqueles nos manda despir, nem pensamos 2 vezes. Pediu-me os 250€... Eu disse que queria primeiro ver com quem é q ia ser a festa. Ela disse-me q n me preocupasse, q se n gostasse me devolvia o dinheiro. Fiquei um bocado de pé atrás, mas assim q ela me começou a mexer nos colhões e a bater uma enquanto pôs as mamas de fora, fizeram-me decidir a dar-lhe o dinheiro. Ela agradeceu e disse-me para entrar num quarto. Entro e vejo uma mulher, de costas, com um vestido preto, justo, sem alças, tipo cai-cai, a verem-se todas as curvas do corpo e a marca da tanga, que mais parecia um fio dental.Assim q ela se vira reparo nas mamas a quererem saltar do vestido. Confirmava-se o que tinha visto nas fotos. As mamas pareciam bem redondas e firmes. Tinha a pela clara e os olhos bem maquilhados. E só quando olhei pela segunda vez descobri quem era aquela puta de luxo. Bárbara Norton de Matos. Não resisti a dizer-lhe: "Então, as novelas da TVI n pagam bem?" "Eu gosto é de foder sem ter de aturar os gajos no dia seguinte. E ainda ganho dinheiro.", disse ela, deixando-me calado. Ela vem ter cmg e agarra-me logo no caralho já mais q duro, dizendo: "Estou a ver q gostaste da surpresa." E começa a beijar-me, movendo a língua na minha boca como se do namorado dela se tratasse. Isto enquanto me encostava a picha ao corpo dela e me batia uma punheta. "Posso baixar-te o vestido para te ver as mamas?", perguntei-lhe. "Quase que n precisas de as tirar do vestido que elas parece vão saltar sozinhas.", disse ela no meio de um risinho. A seguir baixa-se e começa a fazer-me um broche devagarinho. Que era mais uma punheta com a cabeça na boca, que um broche propriamente dito. Tinha uma língua macia e húmida. Valeu mais que um broche a sério... Via-se que que tinha prazer em saborear o caralho. De repente baixa um bocadinho o vestido e aquelas mamas perfeitas ficam à vista. Põe logo o caralho entre as mamas e começa numa espanholada. "As minhas mamas tb estavam cheias de fome e nada melhor q um pau para elas se saciarem!", diz ela, enquanto aperta as mamas contra o meu pau e as faz subir e descer, deixando-me louco de tusa! Começou a acelerar até q rapidamente passou das mamas para a boca. E então começou um broche 'à antigamente': metia-o todo na boca, engolia até ao fundo e ainda dava umas lambidelas nos colhões. Empurrava-lhe a cabeça contra mim com as duas mãos e ela não se queixava nem por nada. Par
ecia gostar de um pouco de masoquismo... Qd estava quase a vir-me perguntei-lhe se n estava na hora de lhe ver a cona. Ela tirou-o da boca e respondeu-me: "Sim, ela tb já está a pingar. Mamar um caralho deixa-me sp assim, nunca fiz um broche q n acabasse numa bela foda, mm q rapidinha." Acabo de lhe tirar o vestido e vejo que tem um corpo que mais parece irreal: mamas duras e redondas, barriga lisa, piercing discreto (mas excitante) no umbigo, coxas bem torneadas e rabo irrepreensível. Tiro-lhe a tanga pequeníssima, roxa mt escura, que já estava completamente molhada. A cona completamente rapada, a parecer uma menina e uns lábios mt firmes e juntinhos, até parecia q nc tinha levado com ele na cona. E com um ar de mulher fatal, capaz de fazer um homem vir-se só de olhar para ela. Fica só com os saltos altos. Pego na tanga e cheiro... Que cheiro de néctar dos deuses. Era o prenúncio de alguém com uma cona muito doce. Ela manda-me deitar de barriga para cima, com a cabeça fora da cama. Obedeço. Ela vem e passa com a ratinha por cima da minha cara. Tento lamber, mas n vou a tempo. No entanto fico enebriado com aquele cheiro. Numa das vezes que ela passa por cima de mim, agarro-lhe nas pernas e começo a lamber-lhe a cona. A enfiar a língua toda lá dentro. Ela começa a gemer enquanto se vai baixando para eu lhe enfiar melhor a língua. Brinco com o clítoris dela q fica durinho. "Se páras agora, nem sabes o q te acontece cabrão!", diz ela enquanto geme e treme q nem uma louca, com a minha língua na cona. Continuo, até q sinto aquele sumo saboroso a entrar na minha boca e os músculos da cona dela a contraírem. Ela, sem dizer uma palavra, põe-se de gatas na cama e diz: "Entras ou não?". Vejo aquela coninha molhada e o olhinho do cú fechadinho. Lembrei-me que «vale tudo menos arrancar olhos» e enfiei-o todo no cú dela. Ela gemeu de dor, mas baixou-se para eu ficar com o rabo dela mais a jeito para enfiar melhor. Comecei a bombar sem ela nunca parar de gemer. Saí e senti-me numa cadeira. Chamei-a e ela sentou-se em cima de mim. Sento o caralho naquela rata húmida e quente. e ela ficou parada durante um bocado, enquanto eu lhe apalpava as mamas. Dp, de repente, começou a saltar em cima de mim. Que bela foda. Ela agarrava-me no pescoço e com a fúria o caralho já saía completamente de dentro dela, mas voltava sp a entrar. "Insulta-me, q eu gosto de me vir enquanto me insultam." Chamei-lhe tudo: "Puta! Vaca! Vadia! Rameira! Porca!" Qd reparo está ela a vir-se e a cravar-me as unhas no pescoço. Aviso q me vou vir dentro dela. Ela sai de cima de mim, ajoelha-se à minha frente e diz: "Essa esporra é toda para a minha cara, quero ficar coberta de meita!" E assim faço, aponto-o à cara dela, e à primeira bombada manual q ela me dá, encho-lhe a cara de esporra. Ficou toda branquinha. Lambeu-se e dp começou, com os dedos, a tirar esporra do resto da cara e a metê-la na boca. Ficou limpinha (excepto uns bocados q tinha no cabelo) e engoliu td. A seguir sentou-se ao meu colo, pôs as minhas mãos nas mamas dela e disse, está na hora de ires embora e deu-me um linguado ternurento. Vesti-me e fui-me embora. Tornei-me cliente habitual daquela belíssima puta de alto luxo!FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: ISSOAGORA
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