Sunday, June 21, 2009

FILIPA BRAZONA - "O Que Acontece em Las Vegas, Fica em Las Vegas"

Assim que me sentei no meu lugar no avião reparei que ao meu lado estava uma cara (e umas mamas) conhecidas. Era a Filipa Brazona. Quase de certeza ia ao mesmo que eu: feira de videojogos em Las Vegas, que era o destino do vôo. Passada uma meia hora de estarmos no ar ganhei coragem e perguntei-lhe se não era ela que apresentava o programa do AXN. Ela, com aquele seu ar meio envergonhado respondeu: "Sou, pk? Costumas ver?" Respondi que sim. "E que rubrica preferes no programa?", continuou ela. Eu, já com ele mais que duro (nem sei se ela tinha reparado ou não), respondi: "Obviamente q é das partes em q tu apareces!" Ela corou e deu um daqueles risinhos envergonhados. Pareceu entrar na brincadeira e devolveu a provocação: "Então pq é q gostas das partes em q apareço? Alguma razão em especial?" "Duas!", respondi-lhe imediatamente. Ela olhou para mim e sorriu com um ar mt provocante. Entretanto começaram a servir o jantar no avião. Ela bebeu vinho e eu tb. Ficámos ainda mais descontraídos. Entretanto ela foi ao WC e reparei q levou o iPhone com ela. Voltou passados uns minutos e disse-me assim: "Já que gostas de de me ver por duas razões, vê lá se são razões mm válidas!"; nisto sacou do tlm e dá-mo para a mão: uma foto foto q tinha tirado às mamas no WC do avião. Fantásticas! Eram grandes, mas durinhas, com uns mamilos não mt pequenos mas sem serem enormes. Das melhores mamas q alguma vez vi. Fiquei sem palavras. Diz-me ela: "Então, não me digas q te assustaste? Olha que até agora só tenho tido elogios..." Fiquei a olhar para ela e a imaginar as mamas dela, debaixo da t-shirt justa que tinha, agora já sem soutien e a reparar que tinha uma saia preta curtinha. Comecei logo a pensar se teria cuecas ou não... Ela topou-me e disse: "Afinal não são só as mamas. Queres mais algumas fotos?" Eu simplesmente abanei a cabeça a dizer que sim. Mas ela foi mázinha: "Não pode ser tudo de uma vez, senão perde o interesse..." Entretanto apagaram as luzes do avião. Pedimos mantas e tapámo-nos. Assim q nos tapámos ela põe a mão no meu pau, por cima das calças e diz-me ao ouvido "A saia é curta... n podes ver, mas podes tocar." Nem precisei que acabasse a frase. Pus-lhe logo a mão na ratinha, por cima da tanga que era de cetim e com umas rendinhas na parte da frente. Ela, que já me tinha aberto o fecho das calças, começou a por a mão no pau e a bater-me uma muito devagarinho. Eu pus a mão por dentro da tanga e senti-lhe a cona macia. Toda rapadinha, excepto uma tira com uns 2 dedos de largura, com os pintelhos mt bem aparadinhos, curtinhos. Senti que tinha o clítoris duro e que estava toda molhada. Masturbámo-nos um ao outro; enfiei-lhe 3 dedos naquela cona molhada e massajava-lhe o clítoris. Ela, por sua vez, batia-me cada vez com mais ritmo. A certa altura começou a gemer e a dizer-me palavras imperceptíveis ao ouvido. Senti q estava quase para se vir e comecei a enfiar-lhe dois dedos no rabo. Não conseguiu conter-se e deu um gemido alto. A seguir até tossiu para disfarçar o barulho. Assim que ela se veio n aguentei e esporrei-me tb. Ela apanhou alguma da esporra com a mão e engoliu. Deu-me um linguado e disse: "Boa noite." O sono já estava a chegar e eu encostei-me às mamas dela e adormecemos com as mãos um no outro. Já tinha passado a noite qd acordámos e estávamos a chegar a Las Vegas. Íamos para o mm hotel (devia ser algum hotel reservado à imprensa e profissionais da área). Partilhámos um táxi e assim que lá chegámos fomos para o quarto dela. Fomos tomar duche juntos. Passei-lhe as mãos por todo o corpo, mas foquei-me essencialmente nas mamas. "Estou a ver que gostaste mm das minhas mamas, não é?", diz-me ela enquanto lhe apalpo as mamas e ela me mexe nos tomates. Acabamos o duche e, nús vamos para a cama. Ela atira-se logo ao meu pau e começa a chupá-lo com aquela carinha de quem não parte um prato. Broches divinais: chupava os colhões, depois mexia-lhes enquanto chupava o resto do caralho, com calma mestria e sp a dar mt bom uso à língua e a olhar para mim com o ar mais feliz do mundo. Deixou-me completamente teso e com a picha cheia de saliva. Ela continuava com o corpo (algumas zonas em especial) húmido, o q dava ainda mais tesão. Digo-lhe para se deitar. Ela obedece e deita-se com aquelas mamonas viradas para mim. Ponho-me de joelhos por cima dela e começo a fz uma espanholada cm aquelas mamas lindas. Ela põe a língua de fora para apanhar com a cabecinha e ir dando umas lambidelas. Estou na espanholada uns minutos, nem tive noção do tempo, qd decido começar a fodê-la. Diz-me q n tá a tomar a pílula, por isso tem de ser com preservativo. Vou buscar um à carteira e ela põe-mo com a boca. Deita-se de novo e começo a fodê-la! Aquela tira de pintelhos parecia uma seta a apontar onde ela queria q o enfiasse. Enquanto a fodia olhava para a cara dela, estava de olhos fechados e sorriso na cara. De vez em quando gemia e numa das vezes que percebi o q dizia ouvi "Fode-me toda q n levo há mais de 6 meses!". Qd vi que estava quase a vir-me parei. Fui beijar-lhe as mamas, em especial aqueles mamilos duros e dar-lhe uns liguados. Voltei depois à cona. Fiz-lhe um minete. Que cona doce e macia. Que cheiro bom. Atacava-lhe o clítoris com a língua enquanto enfiava os dedos na cona e no cú. Não tardou mt qd ela se veio na minha boca. E eu, com a excitação tb quase q tb me vinha.Ela ficou cansada, mas continuava com vontade. E ficou a bater-me uma punheta até se recompôr. Assim q estava bem disse-me: "Posso montar-te?" "Fode-me até não aguentares mais!", disse-lhe eu. Ela senta-se em cima de mim e começa a metê-lo na cona. Deita-se sobre mim e sinto aquelas mamas no meu peito enquanto ela me fode devagarinho e me vai dando linguados. Depois vai começando a acelerar e levanta-se. Começa-me a montar com toda a força e eu a ver as mamas dela a abanar. Agarro-as enquanto a vejo mexer-se para baixo e para cima num ritmo alucinante, vendo aquela tira de pelinhos aparecer e desaparecer ao sabor do movimento das ancas dela com o meu pau cravado na cona dela. Ofegante, aviso-a de que se continua assim me venho. Ela pára, sai de cima de mim e aperta-o com força. "Não te venhas já que a tua esporra é para o meu cú!", disse-me quase zangada. Tira-me o preservativo e faz-me um broche rápido, só para o pôr no ponto de tusa que quer. "Em que posição é que me queres enrabar?", pergunta ela novamente com o ar mais inocente do mundo. "À canzana!", respondo. Ela mete-se de gatas em cima da cama e eu, de pé à beira da cama, passo-lhe os dedos com saliva pelo olhinho do cú. Ela vai dando uns gemidos. Não demoro muito e vou logo enfiando o pau naquele cú apertado, mas com elasticidade. Da primeira vez não meto todo, e ela vai gemendo, mas assim que enfio até ao fundo ela dá um gemido que não percebi se era prazer ou dor, mas continuei a dar-lhe naquele cú apertado e quentinho enquanto lhe agarrava nas mamas. Sentia a cona a pingar de tanto tesão mas agora o que me interessava era o cú. Dava-lhe com tanta força q às vezes até magoava os colhões da força com q batiam na cona dela. Dei-lhe assim durante um bocado e qd sinto q estou quase a vir-me, tiro uma das mãos das mamas dela e enfio-lhe 3 dedos na cona. Acabamos por nos vir ao mesmo tempo. Tiro o pau do cú dela e fico a ver a esporra a escorrer pelo olho do cú (q estava um bocadinho mais aberto), chegar até à cona e cair na cama. Entretanto ela faz-me um broche e deixa-me todo limpinho. Deitámo-nos e dá-me um beijo de boa noite: um linguado fantástico. Fodemos todos os dias durante a semana que lá estivemos. Nunca mais a vi desde então... A não ser no AXN.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: ISSOAGORA

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