Sunday, February 14, 2010

FERNANDA FREITAS - "Passeio Pelo Parque"

Certo dia estava a passear o meu cão num jardim, quando olho em redor e vejo que não está ninguém por perto, então decido soltar o cão da trela, para ele poder correr um pouco. Estava entretido com ele, atirando-lhe uma bola de ténis, quando ele, em vez de apanhar a bola, decidiu correr pelo relvado fora, até uma mulher que também passeava o seu cão. O meu cão começou a cheirar o dela, e parecia muito interessado. O cão da mulher, começou a andar em volta da senhora, até que ela caiu, tropeçando na trela. Assobie bem alto e chamei o meu cão:

- ANDA CÁ JÁ!!! Gritei bem alto.

O meu cão veio a correr até mim e coloquei-lhe a trela e fui ter com a senhora. Quando cheguei, ela estava a desembaraçar-se da trela, então estendi-lhe a mão oferecendo ajuda. Ela olhou para mim, esboçando um ligeiro sorriso e então reparei que era a Fernanda Freitas.

- Queira desculpar-me. Não sei o que lhe deu.

- Não faz mal. Ninguém se magoou. Disse-me a Fernanda, apoiando-se na minha mão, para se levantar.

Ela trazia um lindo top vermelho, com um decote generoso, que mostrava o seu belo par de mamas.

O meu cão, esforçava-se para ir ter com o cão dela, então, puxando a trela, disse-lhe:

- Senta-te já!! Ele sentou-se a meu lado.

- Pede desculpa à senhora. Dá a pata.

Ele esticou a pata no ar e abanou-a para cima e para baixo. A Fernanda, riu-se, abaixou-se e agarrou-lhe na pata, dando-lhe um pequeno aperto. A visão panorâmica das suas tetas foi fenomenal.

- Que engraçado.

- Engraçado, mas você podia ter-se magoado. Não sei o que ele viu no seu cão.

- Bem, não é um cão, é uma cadela.

- AH, está tudo explicado. Deixe-me compensá-la. Posso pagar-lhe um café, uma bebida?

- Obrigado, mas está tudo bem. Não é preciso preocupar-se.

- Eu insisto. Além disso, é a primeira vez que bebo um café com uma figura pública.

Ela riu-se e aceitou. Fomos andando, conversando um pouco, até que chegámos ao café. Pedi a ela que tomasse conta do cão por uns momentos, e perguntei-lhe o que queria beber.

- Sim, claro. Pode ser um café.

- Está bem volto já. Tu ficas aqui quieto!!!

O meu cão assim que ouviu as minhas palavras, deitou-se aos pés da Fernanda, que já estava sentada a uma mesa na esplanada. A cadela dela, também se deitou ao lado do meu cão. Alguns momentos depois, voltei à esplanada:

- O empregado já traz os cafés. Disse-lhe, sentando-me numa cadeira, em frente à Fernanda.

Estiquei a mão e a Fernandadeu-me a trela dele. O meu cão levantou-se veio ter comigo e começou a ladrar-me.

- O que é que ele quer? Perguntou a Fernanda.

- Quer que o solte, para ir correr mais um pouco. Não vais!! Estás de castigo!!!

Então o meu cão deitou-se e emitiu um som de tristeza.

- Coitadinho. Deixe o lá.

- Ele não devia ter feito o que fez.

- Anda cá! Chamou a Fernanda.

Ela fez-lhe umas festas na cabeça e soltou-o. Ele deu um pequeno latido e começou a correr pelo jardim.

- Ele não teve a culpa. Só queria brincar com a minha cadela. Disse a Fernanda, dividindo o olhar entre eu e o meu cão que corria feliz.

- Solte a sua cadela também.

- Não. Esta não. Ela não está habituada e pode-me fugir.

- Não foge nada. Ela vai querer é brincar com o meu cão.

Levantei-me e ajoelhei-me em frente à cadela dela e soltei-a, mas fiquei a agarrá-la pela coleira.

- Não se preocupe. O meu cão toma conta dela.

Chamei o meu cão e quando ele chegou, soltei a cadela. Os dois ficaram a cheirar-se um pouco e depois o meu cão ladrou e desatou a correr, sendo perseguido pela cadela. Enquanto os dois brincavam, eu e a Fernanda, bebemos o café e falámos um pouco. Rapidamente os “vocês” deram lugar aos “tus”. A Fernandareposicionou a sua cadeira, de modo a também poder ver os cães que corriam pelo relvado. Quando ela olhava para eles, eu desviava o meu olhar para as suas mamas suculentas, carnudas. Por fim pedi a conta e chamei os cães. Assobie e o meu cão veio logo, seguido pela cadela da Fernanda. Paguei os cafés e saímos. Fomos andando, falando alegremente. Quando demos conta, estávamos passando pela casa da Fernanda.

- Bem eu moro aqui. Disse ela.

- Pois é foi um prazer conhecer-te. Pena que foi pelas más razões.

- Nada disso. Obrigado pelo café.

A Fernandaolhou para o meu cão, que estava com a língua de fora e disse.

- Tens sede amigo. Queres água?

O meu cão ladrou.

- Não queres entrar? Perguntou a Fernanda.

- Deixa estar. Eu também moro aqui perto. Não é preciso te incomodares.

- Não é incómodo. Já me pagas-te o café. Deixa-me dar água a ele.

- Está bem.

Entrámos em casa e ela disse para soltar o cão, para ele estar à vontade. Assim o fiz. Fomos até à cozinha, onde ela colocou água num bebedouro, de onde os dois cães beberam em simultâneo.

- Deixa-os estar aí um pouco. Vamos até à sala.

Na sala, disse para eu me sentar. Sentei-me numa ponta do sofá e ela sentou-se na outra. Falámos um pouco sobre os nossos cães. A certa altura, a Fernandaofereceu-me uma bebida.

- Pode ser, obrigado.

A Fernandalevantou-se e dirigiu-se à cozinha, onde os nossos cães estavam deitados no chão a descansar. Quando chegou, trouxe duas cervejas.

- Eles estão cansados. Estavam a dormir. Disse a Fernandasentando-se mais perto de mim.

- Pudera, depois de terem corrido aquilo tudo.

Enquanto bebíamos as cervejas, a Fernandalançava-me um olhar sedutor, limpava os lábios com a sua língua, dava-me festas no meu braço. Virei-me para ela, cruzando uma perna por baixo da outra e olhei-a nos olhos. Ela sorria enquanto eu falava e enquanto bebia a sua cerveja, uma madeixa do seu cabelo, ficou à frente dos seus olhos, então, com suavidade, coloquei a madeixa para trás, prendendo-a na sua orelha. Gerou-se, silêncio naquela sala. Passei-lhe a mão pelo rosto e ela não me impediu, então aproximei-me mais um pouco, pus a mão no seu pescoço e aproximei-a lentamente de mim. Beijámo-nos. Um beijo louco, intenso, que durou uma eternidade. Ela parou de me beijar e levantou-se. Pensei que tinha estragado tudo e que ía ser corrido dali para fora, ela pegou na minha cerveja e na dela e foi pousá-las na mesa. Voltou para perto de mim e disse-lhe:

- Des...desculpa, não....

A Fernandainterrompeu-me, colocando o seu dedo em frente à minha boca e dizendo:

- Shiuuuu! Anda.

A Fernandaagarrou-me na mão e levou-me até ao quarto. Fechou a porta e sentámo-nos os dois na cama. Ela beijou-me e os dois deitámo-nos na cama. Trocámos beijos e carícias, senti as suas mamas através do top vermelho que ela tinha. Meti a mão dentro do top, dentro do soutien e apalpei-lhe a sua mama, carnuda, suculenta. Senti o seu mamilo endurecer por entre os meus dedos. Tirei a mão de dentro do top e comecei a acariciar-lhe a cona, através das calças de ganga que trazia. Desapertei-lhe o botão das calças e o fecho eclair. Coloquei a mão lá dentro e apalpei-lhe a rata. Desviei-lhe um pouco a cueca e acariciei o seu clitóris. Ela pegou na minha mão e levou o dedo à boca, chupando-o. Tirei a minha T-shirt e ela tirou o seu top. Desapertou-me as calças, e agarrou o meu material com a sua mão, apertando gentilmente. Tirei as calças, os boxers e os ténis, ajudei-lhe a tirar as calças, mas sem tirar as suas sandálias vermelhas. Comecei-lhe a beijar os dedos dos pés, subi pela perna, cheguei à sua rata, que estava um pouco húmida, tirei-lhe a cueca e fiz-lhe um minete. Ela agarrou o edredon, cheia de prazer e gemia sem parar. Deitei-me na cama e a Fernandadebruçou-se sobre mim, chupando o meu pau. Tirou o soutien e continuou a chupar-me o malho. Com ele bem molhado, ela agarrou nas suas tetas e começou a bater-me uma punheta à Espanhola. De vez em quando, lambia-me a cabeça do mangalho, então, olhou-me nos olhos e perguntou-me:

- Queres foder-me? Queres comer a minha rata?

- Claro. Respondi.

A Fernandadeitou-se a meu lado, virada de costas para mim, com a perna levantada, eu peguei no meu pau e enfiei-o na sua cona, depois agarrei na perna dela, enquanto bombava. Coloquei a outra mão por baixo do pescoço dela, chegando às mamas, que comecei a apalpar. Ela virou um pouco a cabeça para trás e trocámos beijos molhados.

- Isso. Vai, vai!!! Repetia vezes sem conta a Fernanda.

Eu aumentei as estocadas, os seus gemidos, passaram a pequenos gritos, então, deixei de lhe apalpar as mamas e coloquei-lhe a mão à frente da boca e aumentei ainda mais as estocadas. Os seus gritos abafados, ecoavam pelo quarto, eu sentia o seu corpo a fraquejar. Diminuí as penetrações, ela deixou de gritar.

- Come-me à cazana!!! Implorou a Fernanda.

Ela meteu-se de quatro na cama e eu por trás, espetei-o todo na sua cona cada vez mais húmida. Encostei-me a ela e agarrei-lhe as mamas, penetrava-a devagar, enquanto ela acariciava o clitóris. Fui espetando cada vez mais rápido, ela gemia e gritava;

- Vou-me vir!!!

O meu malho saltou fora da sua cona, completamente molhado, a sua cona pingava ligeiramente, as suas pernas perderam a força, ela tremia. Virei-a e ela deitou-se na cama, chupei-lhe o clitóris, meti a língua na sua rata, depois beijei-a. Deitei-me na cama e ela pôs-se em cima de mim, cavalgando-me loucamente sem parar. As suas mamas saltavam à minha frente, ela agarrou e apalpou-as. Eu, agarrado à sua cintura, sentia-me cada vez mais excitado. Ela começou a passar as mão pelos seus cabelos e eu agarrei-me às suas mamas. Elas enchiam por completo as minhas mãos. A Fernandacontinuava numa cavalgada infernal, que terminou, com ela a gozar no meu pau mais uma vez. Novamente o seu corpo pareceu fraquejar e ela caíu sobre o meu peito. O seu corpo suado, roçava no meu, também ele suado. Recuperada do seu esforço, a Fernandalevanta-se e pede-me:

- Fode-me!!! Quero que me comas o cú.

Eu sentei-me na cama e ela à minha frente, apontou o meu malho ao seu cú e sentou-se.

-AHHH! Gritou a Fernanda.

Ela sentou-se completamente no meu malho, começou a mexer-me nas bolas e a mexer a cintura. Foi aumentando a velocidade, ela gritava alto a cada estocada, ela acariciava o clitóris e eu apalpava-lhe as mamas, metia um dedo na sua cona e beijava-lhe o pescoço.

- Calma. Senão vou me vir.

Estas palavra, deixaram a Fernandaainda mais louca e ela movimentava-se ainda com mais velocidade.

- AHAHAHAH!!! Soltei um grito quando me vim, ela mexia apenas a cintura e o leitinho, escorria pela minhas bolas, pingando o chão. Deitei-me na cama e ela por cima de mim, ainda com o malho na sua cona.

- Gostaste? Perguntou ela, ainda mexendo a cintura.

- S...sim. AHAH.

Ela saiu de cima de mim, ajoelhando-se no chão.

- Anda tomar banho. Disse ela, acariciando-me as bolas e o malho já murcho.

- Sim, vou já.

Ela entrou na casa de banho do quarto, eu levantei-me da cama e dirigi-me à casa de banho, e quando entro, vejo a Fernanda, com um pé em cima da sanita, retirando a sandália. O seu rabo estava apontado a mim, via-se a esporra a escorrer pela sua cona. Automaticamente, o meu pau endureceu e eu aproximei-me por trás sem fazer barulho, e quando ela trocou de perna, para tirar a outra sandália, espetei o meu malho na sua cona.

- Já está duro? Perguntou ela.

- E cheio de fome. Disse na brincadeira.

Penetrei-a umas quantas vezes, até que ela conseguiu tirar a sandália. Depois sentei-me na sanita e ela virada para mim, abriu as pernas e sentou-se ao meu colo, metendo o pau na sua cona. As suas mamas roçavam no meu peito, eu apalpava-lhe as nádegas. Não foi preciso muito mais tempo, até dizer que estava a atingir o clímax outra vez. Ela então ajoelhou-se e começou-me a fazer um broche.

- É agora! Disse eu.

Mas ela continuou com o malho dentro da boca e eu explodi dentro dela, as suas bochechas incharam, mas rapidamente vazaram. Ela tinha engolido todo o leitinho. Então entrámos os dois na banheira. Como era uma banheira grande, eu deitei-me nela e ela deitou-se para o outro lado. Abrimos a torneira da água e deixámos a banheira encher. O vapor encheu rapidamente a casa de banho. Mais uma vez o meu pau endureceu, ela deu por isso e meteu-o na sua cona. Ela movia-se lentamente, com pequenos movimentos pélvicos, eu chupava-lhe os dedos dos pés e ela mexia nas suas mamas e no seu clitóris. Era uma posição desconfortável devido à banheira, mas a tesão era tanta, que eu atingi o auge em alguns minutos.

- Estou quase a vir-me. Disse-lhe outra vez.

Então ela começou a mexer a cintura ainda mais rápido, até que me vim dentro dela.

Ficámos ali um bom momento, depois lavámo-nos. Quando saímos do quarto, os nossos cães estavam a dormir no sofá. Eu e a Fernandacombinámos mais passeios no parque e depois fui-me embora. Uns dias depois a Fernandatelefona-me e disse-me que tinha uma surpresa. Afinal naquele dia, nós não tínhamos sido os únicos a ter uma boa tarde. Os nossos cães também tiveram e a cadela dela estava grávida. Essa gravidez, proporcionou mais encontros escaldantes entre mim e a Fernanda.


FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HM

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