Monday, May 10, 2010

SÓNIA ARAÚJO - "ALEGRIA NA PRAÇA 2 – EM PLENA PRAÇA"

A vida corria-nos bem a mim e ao meu amigo, ganhávamos dinheiro como figurantes na Praça da Alegria, e fazíamos sexo com a Sónia Araújo regularmente. Não fazíamos sexo todos os dias por vários motivos, nem sempre era possível e assim quando o fazíamos era mais excitante; quando não fazíamos sexo ficávamos a pensar que podíamos ter feito e assim quando o fazíamos era muito mais excitante e gratificante. Fazíamos sempre sexo a três, a Sónia não privilegiava nenhum de nós dois, e fazíamo-lo sempre no camarim dela, a relação existente não passava dali.

Era mais um dia nas nossas vidas, chegamos cedo à RTP e fomos sentar-nos no nosso sítio habitual, no piso de baixo, lá atrás, numa das pontas, para ficarmos mais escondidos (para quem vê o programa na zona para onde a Sónia se retira quando os participantes do dança na praça estão a dançar). O Jorge Gabriel já lá estava a falar com pessoal da produção e a Sónia entrou algum tempo depois, trazia um vestido preto e branco que lhe dava pelo meio das coxas, às camadas na parte debaixo e aberto no peito de forma que as mamas ficavam muito realçadas. Foi falar também com a malta da produção e depois foi cumprimentar os figurantes como sempre fazia, irradiando simpatia. Como é óbvio também nos veio cumprimentar a nós, que estávamos um pouco isolados, pois o resto do pessoal ainda estava de pé na conversa. Chegou à nossa beira fazendo um olhar bem sexy, e disse normalmente como se estivesse falando com qualquer outra pessoa:

- Bom dia. Está tudo bem? Preparados para mais um programa?

Fazendo o mesmo teatrinho respondemos:

- Sim, tudo óptimo, obrigado.

Então aproveitando que não estava ninguém por perto a Sónia baixa a voz e diz:

- Hoje temos que foder. Tenho uma surpresa para vocês.

E logo se afasta, com a atitude mais normal do mundo, como se não tivesse dito algo que nos deixou logo nas nuvens. Eu e o meu amigo ficamos intrigados no que seria a surpresa da Sónia. Começamos a discutir, em voz baixa, qual poderia ser a surpresa:

- Que raio é que será a surpresa?

- Sei lá. Será que ela quer fazer alguma coisa nova?

- Quê? Alguma posição nova? Não deve dar para fazer muito mais do que aquilo que já fazemos.

- Será que quer trazer mais gente para a brincadeira?

- Tás louco?

- Eu sei lá. Também nunca pensei que a Sónia Araújo se masturbasse com dildos no camarim ou que adorasse ménages a três.

- Será que ela quer experimentar sadomasoquismo?

- Fodasse, espero que não. É um sonho foder com a Sónia, mas eu não alinho nessas merdas.

E então ouvi-mos os berros de um assistente de produção:

- O PROGRAMA VAI COMEÇAR DENTRO DE 5…4…3…2…1.

E então o programa começou e nós tivemos que nos calar. Mas durante o programa não me saía da cabeça qual seria a surpresa que a Sónia tinha para nós. O programa decorria normalmente, com todas aquelas coisas habituais às quais nós não ligamos a mínima, mas que suportávamos só para poder foder com a Sónia, até que enquanto decorria o momento dança na praça e um par dançava e a Sónia estava nossa esquerda, ela deixa cair os cartões ao chão e quando se agacha para os apanhar, muito discretamente sem que ninguém se apercebesse (o meu amigo não se apercebeu e estava ao meu lado) a Sónia mete um pequeno papel dobrado no meu sapato. Eu senti o que ela tinha feito, mas não reagi, mantive-me nas calmas e pouco depois quando ela estava a falar com o par de dançarinos, muito tranquilamente cruzo as
p
ernas e tiro o papel do meu sapato, desdobro-o e vejo o que está lá escrito:

Image Hosted  by ImageShack.usNo intervalo, no meu camarim, não aguento mais, estou toda molhada.”

Imediatamente pensei “Então era esta a surpresa, uma rapidinha no intervalo”, algo que nunca tínhamos feito porque normalmente as nossas fodas eram longas, tinham que ser para fazermos tudo o que queríamos e para a Sónia ficar completamente satisfeita e nós também. Dei o papel ao meu amigo, ele leu e olhou para mim com cara de confusão e eu fiz um movimento com os olhos indicando a Sónia e a expressão dele foi a de quem percebeu tudo. Lá aguenta-mos o tempo que faltava para o intervalo, não sei quanto tempo passou mas pareceu-me uma eternidade. Parecia que o raio do intervalo nunca mais chegava para poder sentir o corpo da Sónia.

Finalmente chegou o intervalo, repararei que a Sónia depressa se retirou do plateau e nós também não demoramos muito a fazê-lo, sob pretexto de que precisávamos ir ao WC.

- Afinal a surpresa que ela tinha para nós não é nada de extraordinário. Nunca fizemos isto, mas não é nada de esquisito como estávamos a pensar. – comentei eu, em voz baixa não fosse algm estar por perto, enquanto fazíamos o caminho para o camarim da Sónia.

- Sim, mas uma rapidinha no intervalo do programa? Quão excitada está ela para fazer uma coisa destas? – respondeu ele.

Chegamos ao camarim da Sónia, fizemos a rotina do costume, olhar em volta para nos certificarmos que não éramos vistos, iam só umas pessoas a afastar-se ao fundo do corredor, por isso não havia problemas. Batemos à porta, e ainda nem tínhamos acabado de bater a Sónia abriu logo, entramos depressa, e ela logo se agarrou a nós. Pôs-se logo no meio de nós a apalpar-nos os paus por cima das calças.

- Vocês já estão bem tesos, do jeito que eu gosto. – constatou ela.

- O bilhetinho que nos deste teve esse efeito. – disse o meu amigo

- Então não vamos perder tempo, porque não temos muito. Calças para baixo e piças para fora. A p*** das manhãs está excitada e não aguenta mais sem ter piças dentro dela. – disse a Sónia.

- Adoro quando falas assim, Sónia. – disse eu.

Apressamo-nos a baixar as calças e os boxers e a Sónia salta logo para cima de mim, com as pernas à volta da minha cintura, e os braços à volta do meu pescoço. Eu ainda pergunto:

- Não tiras as cuecas, Sónia?

- Não tenho cuecas. – responde ela.

Depois desta resposta pensei “Que raio de pergunta a minha, já devia estar à espera disto. ”

O meu amigo foi por trás da Sónia, levantou-lhe o vestido, eu penetrei-a na cona, ele penetrou-a no cu, e ela começou a gemer.

- Hum! Hum! Ah! Ah!

Nós fazíamo-la movimentar-se para cima para baixo e ela agora segurava-se com um braço à volta do meu pescoço e o outro à volta do pescoço do meu amigo, nós segurávamo-la pelas pernas que já não estavam à volta da minha cintura, mas sim abertas para a podermos penetrar mais facilmente. Poucos instantes depois já o meu amigo dizia:

- Vou vir-me Sónia.

- Aguenta um pouco. Ah! Ah! Também estou quase a vir-me. – respondeu ela.

- Queres beber a esporra, Sónia? Estás com sede? – perguntei eu.

- Não há. Ah! Ah! Tempo. Ah! Ah! Para isso. Ah! Ah! Venham-se dentro de mim. Ah! Ah!

Mal tinha acabado de dizer isto, disse logo a seguir:

- Vou vir-me. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!

Ao mesmo tempo que a Sónia também eu e o meu amigo atingimos o orgasmo. Da minha parte deixei a cona da Sónia bem cheia. Pousamos a Sónia no chão e ela logo disse:

- Ide embora depressa, eu regresso já ao cenário.

- Gostei muito da surpresa que tinhas para nós. – disse o meu amigo.

- Esta não é a surpresa. – respondeu a Sónia.

- Não? Então o que é? – disse eu, espantado.

- Se dissesse deixava de ser surpresa, não achas? No fim do programa venham aqui ter.

Beijou-nos aos dois calorosamente, abriu a porta, verificou que era seguro sairmos, e lá saímos nós em direcção ao estúdio novamente intrigados pela surpresa que a Sónia dizia ter para nós. Chegamos ao estúdio, continuava tudo no habitual ambiente de intervalo, ainda estivemos na conversa com outros figurantes. A Sónia ainda demorou um bocado a regressar. Pouco depois voltamos a sentar-nos e o programa recomeçou.

Assistimos ao resto do programa, sempre a questionar-me sobre qual seria a surpresa que a Sónia tinha para nós.

Finalmente o programa acabou, como era costume o pessoal não ficava muito mais tempo no estúdio depois de o programa acabar, aquela hora já estavam todos com fome e queriam comer. Eu e o meu amigo tínhamos fome, mas era de sexo e a Sónia também. Reparamos quando a Sónia se retirou, esperamos algum tempo, despedimo-nos das pessoas que estavam connosco e dirigimo-nos para o camarim dela. Seguimos os procedimentos de segurança habituais e novamente ainda não tínhamos acabado de bater à porta e já ela a estava a abrir. Entramos rapidamente e ela fechou a porta. Mal a porta bateu o meu amigo perguntou logo:

- Qual é a surpresa que tens para nós? Por favor diz, não aguento mais.

- Ok sentem-se. – ordenou a Sónia.

Sentamo-nos no sofá, ela ficou em pé à nossa frente e finalmente desvendou qual era a surpresa que nos tinha ocupado os pensamentos toda a manhã.

- O que eu quero fazer hoje é o seguinte: quero foder no cenário do programa.

E calou-se à espera da nossa reacção. A nossa reacção inicial, como é óbvio, foi ficarmos calados a olhar para ela muito sérios. Até que ao fim de alguns segundos o meu amigo quebrou o silêncio:

- Estás louca? No cenário? Não está lá gente?

A Sónia interrompeu-o:

- Tenham calma. Deixem-me explicar tudo. Há muito tempo que tenho este desejo de foder no cenário do programa, mas era impossível de realizar, porque era normal andar sempre gente por lá. Mas desde que o Portugal no Coração passou a ser feito em Lisboa que não fica lá ninguém de tarde.

- Mas não há câmaras de vigilância e vigilantes que andam a guardar isto? – interrompi eu.

- Não se preocupem com isso – continuou a Sónia – eu já tratei desses pormenores. Eu tenho uma certa influência aqui na RTP, que é que vocês julgam?

Vendo que mesmo assim nós não parecíamos mais calmos sentou-se no sofá, no meio de nós, pôs uma mão na minha perna e a outra na perna do meu amigo e continuou a falar:

- Não se preocupem, quem está a correr riscos sou eu e eu quero fazer isto. Por isso acalmem-se, porque esta é uma oportunidade única e vocês têm que me foder como deve ser.

Enquanto falava esfregava-nos as pernas, talvez na tentativa de nos acalmar. Demoramos um momento até estarmos preparados para falar, então o meu amigo perguntou:

- E então como é que vamos fazer a coisa?

- Vamos esperar aqui um bocado, para deixarmos as pessoas saírem todas, depois eu vou ver se já está tudo vazio, se não estiver dou uma desculpa qualquer para ainda estar cá e volto para aqui para esperar mais, se a costa estiver livre dou um toque para um dos vossos telemóveis, vocês vão ter comigo e fodem-me sem dó nem piedade. – respondeu a Sónia.

- Tu és louca Sónia. – disse eu.

- Correcção. Eu estou louca. Louca de tesão para ser penetrada por vocês naquele estúdio. – respondeu a Sónia.

- De certeza que queres fazer isto? É um risco enorme. - disse o meu amigo ainda reticente quanto à ideia.

- Já disse para não se preocuparem, tenho tudo sob controlo. Preocupem-se é em foder-me até eu ficar com as pernas bambas, ouviram. Já vos disse que esta é uma oportunidade única e que eu tenho esta fantasias há muito tempo, por isso tem que ser algo em grande. – respondeu a Sónia, num tom um pouco ríspido.

Mais uma vez ficamos calados durante alguns segundos e quem voltou a quebrar o silêncio foi a Sónia, agora com um tom de voz bem sexy:

- Adorei a nossa rapidinha no intervalo, estava mesmo excitada, sempre a pensar na ideia de irmos foder no estúdio.

- Para nós também foi óptimo. Costuma ser uma tortura ver-te durante a manhã toda no programa e depois às vezes não fazemos sexo. – disse eu.

- Para mim também não é fácil, ver-vos o programa todo ali sentados. Às vezes fico com vontade de ir à vossa beira arrancar-vos a roupa e foder-vos ali mesmo, em frente às câmaras. Mas hoje, depois da rapidinha no intervalo, até foi mais fácil fazer o resto do programa, com o vosso leitinho dentro de mim – respondeu a Sónia.

- Uau, Sónia, és tão safada. – provocou o meu amigo.

- Pois sou, sou a p*** das manhãs, lembras-te? Tu é que disseste.

Esperamos o tempo que a Sónia achou necessário, e quando entendeu que era suficiente levantou-se e disse:

- Vou agora ver se o estúdio já está vazio. Posso demorar um bocado, porque tenho que verificar tudo, o plateau, régie, esses sítios todos. Estejam atentos aos telemóveis, se eu der um toque para um deles vão ter comigo ao cenário, já sabem. Até já.

E saiu do camarim, não sem antes nos piscar o olho com uma expressão bem marota na cara. Depois da Sónia sair eu e o meu amigo começamos a falar.

- A Sónia está louca. Isto é uma loucura.

- Pois é, mas está visto que não a vamos conseguir fazer mudar de ideias, por isso mais vale aproveitar. E ela tem razão, quem está a correr riscos é ela. A Sónia é que é a figura pública, se formos apanhados vai haver merda para o lado dela, nós não somos ninguém, qual é a pior coisa que nos pode acontecer?

- Sim, suponho que tens razão.

- Então acalma-te. É como a Sónia disse temos que aproveitar esta oportunidade que é única.

Continuamos à espera que ou dos telemóveis tocasse ou que a Sónia voltasse para o camarim. Ainda demorou, até que o meu telemóvel tocou, peguei no aparelho para ver de quem era a chamada e constatei que era o número da Sónia.

- Anda daí, está na hora do espectáculo. – disse eu para o meu amigo.

Saímos do camarim e fomos para o cenário. Quando lá chegamos a Sónia estava na zona onde fazem o segmento final do programa, em cima da pequena mesa que lá se encontra e pergunta:

- Já estão bem tesos para me foderem?

De facto não estávamos tesos, estávamos nervosos com a situação. Mas a Sónia já tinha pensado em algo para nos acalmar e entesar. Mandou-nos sentar nas cadeiras ao lado da mesa onde ela estava, sentamo-nos um de cada lado e ela começou a mover-se de forma super sexy passando as mãos pelo corpo, levantando o vestido aos poucos e deixando-o cair, movendo as ancas de um lado para o outro. Eu e o meu amigo, com este bonito espectáculo, vamos ficando menos nervosos e mais tesos.

- De que é que estão à espera para tirarem a roupa? – pergunta a Sónia de repente.

Levantamo-nos e começamos a despir-nos e enquanto o fazíamos a Sónia também se despe e fica só em soutien (que não tinha cuecas já nós sabíamos). Continua fazer o seu show mas agora como já não tinha o vestido para levantar, vai passando as mãos pela cona, pelo cu, dando umas palmadinhas no cu, apertando as mamas uma contra a outra por baixo do soutien. Entretanto eu e o meu amigo já estávamos nus e tesos também, a Sónia olhou para nós e reparou nisso mesmo e então disse:

- Vocês já estão como eu gosto. Venham daí essas piças que já não aguento mais de tesão.

E depressa desce da mesa e se agacha no nosso meio e nos começa a chupar.

- Nós já estamos bem tesos, Sónia. Não precisas de nos chupar. – diz o meu amigo.

- Mas eu adoro chupar-vos, adoro o sabor das vossas piças. Deixem-me chupar-vos só um bocadinho. – respondeu a Sónia.

Como nós não conseguíamos dizer não a nada que a Sónia pedisse, ela lá continuou a chupar, a lamber, a beijar as nossas pilas o tempo que quis. Quando se fartou daquilo levantou-se, a lamber os lábios, ainda saboreando as nossas piças.

- Comam-me da mesma maneira que comeram no intervalo. – pediu a Sónia – Adorei aquela posição.

E como para nós um desejo da Sónia é uma ordem lá pegamos nela, desta vez eu fiquei com o cu e o meu amigo com a cona, e começamos a faze-la saltar no nosso meio. Como de costume com as nossas primeiras estocadas a Sónia começou a gemer e pedir mais.

- Esse soutien é que já devia ter saído. – disse o meu amigo a dada altura – Quero ver essas tetas a saltar.

Então eu segurei a Sónia sozinho por um instante para que o meu amigo lhe tirasse o soutien. Assim que as mamas da Sónia ficaram livres e começaram a saltar o meu amigo meteu a cabeça no meio delas, isso só serviu para os gemidos dela aumentarem. Por muito gostoso que fosse ter a Sónia ensanduichada a saltar no nosso meio aquela posição era cansativa e ao fim de um par de minutos eu e o meu amigo estávamos cansados dos braços, sorte a nossa a Sónia adorar ter duas piças enfiadas nela e vir-se rapidamente quando as tinha, por isso quando eu e o meu amigo começamos a ficar cansados a Sónia gritou:

- AAAAAAAHHHHH!!!!!! ESTOU A VIIIIIIIIRRRR-MMMMEEEE!!! AAAAAHHHHHH!!!!

Pousamos a Sónia e ela ficou um momento encostada a nós para recuperar o fôlego, depois foi para a mesinha onde tinha feito o seu pequeno espectáculo e pôs-se de quatro em cima dela e disse:

- Quero um atrás de mim e outro à frente.

Eu fui por trás da Sónia e comecei a roçar a minha pila desde a cona até ao cu dela, quer a cona quer o cu estavam todos molhados, o meu amigo foi pôr-se em frente a ela e a Sónia começou a lamber-lhe a pila, então eu perguntei:

- Em que buraco queres, Sónia?

- Quero na cona, mete bem fundo. – respondeu ela.

E como já vos disse um desejo da Sónia é uma ordem, por isso fiz-lhe a vontade e enfiei tudo de uma vez, até aos tomates, a minha pila deslizou às mil maravilhas, entretanto o meu amigo também enfiou a pila na boca da Sónia até aos tomates e ambos começamos a bombear. Eu tinha à minha frente a minha vista favorita no universo, as nádegas do cu da Sónia a abanar a cada estocada minha. E ela não se limitava a deixar-se empurrar para trás e para a frente pelas nossas estocadas, ia fazendo vários movimentos com a cintura, o que me dava mais prazer a mim e também a ela. De vez em quando por entre os gemidos de prazer a Sónia tentava falar, mas o meu amigo não a deixava tirar a pila da boca, com as mãos na cabeça dela para melhor lhe consegui enterrar a pila boca abaixo. Além de ter à minha frente as nádegas da Sónia a abanar tinha também o olho do cu dela a olhar mim e não lhe consegui resistir e comecei a brincar com ele, metendo lá os dedos. A Sónia não podia falar mas nós podíamos e com tudo aquilo era impossível não dizer nada.

- Se gostas do sabor da piça, toma lá Sónia, ela é toda tua saboreia-a bem. – dizia o meu amigo a cada bombada na boca da Sónia.

- Gostas de ser fodida de quatro como uma cadela? Ah Sónia? De abanares o cu enquanto te fodo por trás? Então toma lá. – dizia eu enquanto comecei a lhe dar umas palmadas nas nádegas – Abana esse cu agora. Abana.

A certa altura, e apesar de a Sónia não dizer nada porque o meu amigo não deixava, eu senti que ela atingiu o orgasmo pela maneira como a cona dela apertou o meu pau e não resisti e também me vim, mais uma vez enchi a cona da Sónia com a minha esporra. E um momento depois ela começou a pôr-se de pé e então tirei o meu pau e o meu amigo soltou-lhe a cabeça e ela largou-lhe a pila lambendo o esperma que por ela escorria, aparentemente o meu amigo também atingiu o orgasmo e saciou a sede à Sónia. Deixou-se ficar sentada na mesinha por uns instantes, para uma vez mais recuperar as forças após o orgasmo atingido, mas agarrou as nossas pilas e enquanto recuperava batia-nos punhetas. Apesar de ambos termos atingido o orgasmo quer eu e o meu amigo continuávamos tesos. Agora que já podia falar novamente a Sónia não se fez rogada:

- Vocês sabem tão bem o que eu gosto e tratam-me tão bem. Dão-me tudo o que eu quero sem eu ter que pedir. – dizia ela. Enquanto a Sónia falava reparei que a esporra que eu lhe tinha deixado na cona estava a escorrer para fora e a formar uma pequenina poça na mesa, isso não me admirou porque de facto eu tinha lá deixado muita.

- Temos que tratar bem da nossa rainha das manhãs. – disse eu.

- Não sou rainha das manhãs – retorquiu a Sónia – sou a p*** das manhãs.

Para mim estava esclarecido que a Sónia adorava a alcunha que o meu amigo lhe tinha dado da primeira vez que fizemos sexo e tomei nota mental para não me esquecer disso.

- Pronto, pronto. – respondi – Temos que tratar bem da nossa p*** das manhãs, garantir que estás sempre satisfeita.

- E que nunca tenha sede. – completou o meu amigo.

A Sónia olhou para nós com um olhar orgulhoso e disse:

- Sou a p*** mais sortuda do mundo.

E com isto puxou-nos para ela, pelas pilas, de forma a ficar com as nossas pilas mesmo encostadas aos seus lábios e próximas uma da outra e começou a beijar as cabeças e a lambe-las com a ponta da língua e de repente abriu a boca e abocanhou as duas pilas. Aquilo foi ao mesmo tempo esquisito e tão bom. Meteu-as o mais que conseguiu e quando precisou voltar a respirar tirou-as da boca. Eu após ver aquilo fiquei sem palavras, mas o meu amigo conseguiu.

- Oh Sónia, quando nós pensamos que tu já atingiste o topo da putice tu consegues surpreender-nos. És extraordinária – disse ele.

Ela sorriu para nós com aquele sorriso maravilhoso que só ela tem, levantou-se e disse:

- Vamos para outra zona do cenário para continuarmos a brincar.

Ao levantar-se formou-se um fio de esporra desde a cona da Sónia, de onde escorria, até à pequena poça que se tinha formado na mesinha. Eu reparei naquilo, agarrei-lhe por um braço apontei para a pequena poça e disse:

- Olha o que deixas-te ali Sónia.

Ela olhou para a poça e depois para mim e disse-me:

- Que distraída que eu sou. A deixar leitinho bom na mesa. Obrigado por me chamares a atenção amor.

E com isto ajoelhou-se e lambeu a esporra que lhe tinha escorrido do pito. Depois levantou-se voltou a agarrar-nos nas pilas e começou a dirigir-se para o sítio onde queria continuar a brincadeira. Nós lá fomos atrás dela, a apalpar-lhe o rabo. Ela encaminhou-se para as escadas do cenário e começou a subi-las e a meio parou, virou-se para o meu amigo e ordenou-lhe para que se sentasse nos degraus, ele assim fez, a Sónia foi por cima dele, de costas para ele, agarrou-lhe na pila, apontou-a à cona e enfiou-a toda de uma vez lá dentro. Eu subi uns degraus de modo que a minha pila ficasse ao nível da cara da Sónia, ela agarrou-a com uma mão e meteu-a à boca. Ao contrário do meu amigo eu deixava a Sónia chupar livremente e assim ela podia gemer e gritar à vontade tudo o que quisesse enquanto o meu amigo bombeava, de baixo para cima, a toda a velocidade a cona dela.

- AH! AH! Fode, fode essa cona insaciável, bem fundo. – bradava ela.

De vez em quando eu agarrava na minha pila e batia com ela na cara linda da Sónia. A dada altura o meu amigo para com os seus rápidos movimentos e a Sónia começou a mover-se para cima e para baixo, nunca parando de me satisfazer oralmente. A certa altura os movimentos pararam de ser para cima e para baixo e com a pila dele completamente enfiada no pito começou a mover a cintura para trás e para a frente e depois em movimentos circulares. O meu amigo louco com aqueles movimentos disse:

- OH, Sónia, isto é demais. És sem dúvida a melhor p*** do mundo.

- Podes crer que sou – respondeu a Sónia, metendo logo de seguida o meu pau na boca até aos tomates.

Quando se cansou daquilo desmontou o meu amigo e continuou a subir as escadas até a parte de cima do cenário, nós fomos atrás e uma vez lá em cima encostou-se a mim, com uma mão no meu peito e outra no meu pau e num tom de voz baixo e sexy com só ela sabe fazer disse-me:

- Eu sei como tu gostas de me comer por trás e ver o meu cu a abanar a cada estocada que me dás. Por isso – e virou-se de costas para mim de forma que a minha pila ficou enfiada no rego do cu dela – quero que me comas o cu enquanto eu estou debruçada aqui na varanda. – e debruçou-se para a frente, pôs as mãos no corrimão da varanda. Ela ia afastar as pernas uma da outra mas eu disse:

- Não abras as pernas, Sónia. Deixa-as estar fechadas. Assim o teu cuzinho fica mais redondinho.

- Então fode-o, fode-o como ele merece ser fodido e fá-lo abanar bem, do jeito que tu gostas.

Eu já não aguentava mais de tesão e enfiei-lhe imediatamente a minha pila no cu. O cu da Sónia já não oferecia tanta resistência como das primeiras vezes que a fodemos e também estava extremamente húmido, por isso a minha pila depressa deslizou até os meus tomates lhe baterem na cona. Comecei a bombear naquele lindo cu e enquanto isso o meu amigo pôs-se de joelhos por baixo da Sónia e começou a apalpar-lhe as mamas que abanavam freneticamente devido às minhas estocadas, a beijá-la, a esfregar-lhe o clítoris, enfim o que quer que a Sónia pedisse. E eu tinha novamente à minha frente a minha visão favorita, voltei a dar umas palmadas naquelas lindas nádegas.

- Mama nas minhas tetas. – pedia a Sónia ao meu amigo e ele fazia-lhe a vontade.

A dada altura eu parei de bombear no cuzinho dela e mantive a pila toda enfiada e ela começou a rebolar o cuzinho. Aquela sensação era fantástica, o olho do cu a apertar-me a pila, enquanto as nádegas roçavam na minha cintura. Quando ficou cansada daquela posição, endireitou-se e ficou encostada a mim, ainda com a minha pila totalmente enfiada no cu.

- Agora quero-vos aos dois ao mesmo tempo dentro de mim, outra vez. – disse a Sónia.

Eu tirei-lhe a piça do cu, ela dirigiu-se à mesa mais próxima, pôs em cima de uma cadeira um copo vazio que estava em cima da mesa e mandou-me deitar na mesa, assim fiz, ela pôs-se em cima de mim agarrou-me na pila, roçou-a um pouco no grelo e depois enfiou-a lá dentro. Depois disto olhou para o meu amigo e disse-lhe:

- Sabes o que tens a fazer, não sabes?

O meu amigo rapidamente se pôs atrás dela e lhe enfiou a piça no cu. Quando finalmente nos tinha aos dois novamente dentro dela a Sónia disse:

- Agora dêem à vossa p*** o tratamento que ela merece.

Começamos a malhar-lhe forte e ela começou a gemer, como sempre. Eu aproveitava o facto de estar cara a cara com a Sónia para de vez em quando a beijar. Nós íamos aumentando a velocidade e a força das estocadas, o que ela adorava:

- AH! AH! Isso, isso. AH! Dêem-me com força.

- Estou quase a vir-me. – disse o meu amigo a dada altura, ao que a Sónia respondeu:

- AH! Aguenta um pouco. AH! Quero fazer uma coisa especial quando vocês os dois se vierem. AH! AH!

Achei aquilo estranho, mas também não queria saber, estava mais interessado em socar bem a cona da Sónia e deixa-la satisfeita. Passado um pouco senti a cona dela a começar a apertar o meu pau de uma forma que me fez prever que ela estava quase a atingir o orgasmo e no momento logo a seguir a Sónia confirmou a minha suspeição:

- UUUUUUUUUUUOOOOOOOOOOOOUUUUUUUUUUUU!!! TÃO BOM, tão bom. Adoro isto.

Com as reacções quer da cona quer do cu da Sónia ao ela atingir o orgasmo eu e o meu amigo não resistimos o ficamos à beira de também o atingir, pelo que o meu amigo disse:

- Não aguento mais Sónia, vou explodir.

Ao que ela rapidamente respondeu:

- Então deixem-me depressa.

O meu amigo velozmente se afastou para trás e a Sónia saltou de cima de mim e pegou no copo que tinha tirado da mesa e disse:

- Venham-se aqui para dentro.

Aí eu percebi o que ela queria. O meu amigo num ápice enfiou a cabeça da pila dentro do copo, para garantir que não derramaria nenhuma gota, e logo o encheu quase até metade. Mal ele tirou a pila do copo eu meti lá a minha, pois não conseguia resistir mais e também eu fiz o meu depósito. O copo ficou dois terços cheio e não era um copo pequeno. A Sónia olhava para o copo que tinha nas mãos e para o seu conteúdo com o olhar mais guloso que eu já tinha visto. Eu e o meu amigo já nos tínhamos apercebido de qual era a ideia dela e olhávamos para ela à espera que levasse o copo aos lábios e bebesse a nossa esporra.

- Não bebes o teu leitinho, Sónia? – provocou o meu amigo.

Ela sem tirar os olhos do copo, levou-o à boca e de um só trago bebeu tudo, até à última gota e no fim ainda lambeu os lábios. Eu e o meu amigo íamos dizer qualquer coisa, mas a Sónia antecipou-se a nós:

- Vamos regressar ao meu camarim. Já fizemos o que tínhamos para fazer aqui. Não precisamos ficar aqui mais tempo que o necessário.

E assim fizemos, apressamo-nos a descer as escadas, pega-mos nas nossas roupas e encaminhamo-nos para o camarim da Sónia. Uma vez lá dentro estávamos à vontade para falar.

- Cada vez que vocês me fodem, levam-me ao paraíso, mas esta foda bate todas as outras. Foi demais.

- Aquilo de beber a esporra por um copo também era uma fantasia que tinhas? - perguntei o meu amigo.

- Era. Este está a ser um dia em grande, realizei duas fantasias de uma só vez. Obrigado meninos, vocês são os melhores. Sou a mulher mais sortuda do mundo em ter-vos para mim. – respondeu ela.

- Nós é que somos sortudos, fodemos contigo, que nos deixas fazer tudo o que queremos e ainda pedes mais. – afirmou o meu amigo.

- Podes crer que peço. Afinal sou a p*** das manhãs ou não? – disse a Sónia.

- E no que depender de nós sempre que quiseres piça, terás piça. Nós nunca vamos deixar-te ter fome de piça. – disse eu e o meu amigo acenou em concordância.

E eu e o meu amigo mantivemos a nossa promessa, sempre que a Sónia Araújo queria foder nós lá estávamos para a satisfazer..

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: FERNANDO PESSOA

No comments:

Post a Comment