Alguns meses depois da grande “cartada” que foi a aventura com a Filipa de Castro (numa sala escondida e escura, durante uma festa de máscaras), aconteceu mais um episódio excitante com uma celebridade feminina... um verdadeiro “avião”! Só de pensar na intensidade e na adrenalina do momento… até me passa um arrepio na espinha! Uma das maneiras de me manter em forma é indo ao ginásio. Moro a alguns minutos de um daqueles ginásios “tudo-em-um”, tipo Holmes Place ou Solinca, onde gosto de ir bem cedo e onde, curiosamente, já cheguei a ver a São José Correia e a Filipa de Castro, duas “máquinas” onde já tinha tido oportunidade de me exercitar. Para além do gozo que me dá fazer exercício físico de manhã, preciso de estar em forma para desempenhar as minhas funções de segurança. Um dos desportos que mais pratico é natação. Já não é a primeira vez que chego à zona da piscina e não há lá uma única pessoa. Já nado há muitos anos
e aprendi a fazer o meu próprio treino, por isso escolhi as aulas livres, sem professor. As aulas com professor começam mais tarde, pelo que já aconteceu ficar uma hora a nadar sozinho sem que ninguém apareça. Nesse dia (já era Verão, portanto, tempo de férias), qual não é o meu espanto quando, ao chegar à piscina, vi uma mulher a nadar àquela hora. Fiquei uns segundos a observar, enquanto disfarçadamente arranjava os óculos e a touca. Nadava bem… e era bem boa. Tinha uma braçada elegante e notei que o rabo redondinho saía um pouco da água ao nadar “crawl”. Chegou à borda da piscina e começou a nadar costas. As mamas saltaram logo para fora de água e ficaram a boiar, à medida que ela ia percorrendo a piscina. Comecei logo a fazer filmes na minha cabeça… Decidi ir para a pista ao lado da dela, esperando que mais ninguém aparecesse. A água estava morna; não costumo gostar da água assim, porque é
pior para nadar. Mas, com aquela mulher misteriosa ali perto, fez-me sentir relaxado. Comecei a nadar devagar, para aquecer os músculos, e não lhe liguei muito ao início, até para não dar nas vistas. Mas, aos poucos, fui espreitando debaixo de água. A mulher era mesmo muito bem feita, embora já não fosse propriamente nova… diria que tem uns 30 e muitos anos, talvez já estivesse nos quarenta. Tinha umas belas coxas, um rabo extraordinário e um peito perfeito. Ela mudou para bruços e eu fui um pouco atrás, na pista ao lado, a admirar a abertura de pernas. Fantástica. Deixava adivinhar um papo carnudo e experiente. Estava eu a imaginar todas estas coisas quando me distraí e engoli um bocado de água ao respirar. Comecei a tossir. “Porra, ia-me afogando por causa dela!”, disse para comigo. Parei no extremo da pista para recuperar o fôlego e preparei-me para voltar a nadar. Ela parou também, porque me ouviu tossir. “Bom dia! Está tudo bem?” “Sim, engoli um “pirolito”!”, respondi eu a sorrir. “Mas… não é a Cristina Areia?” “Sou, sim!” “Só costumo vê-la na televisão e… enfim, noutros trajes.” Ela riu-se. “Está surpreendido?”, perguntou ela. “Pode tratar-me por “tu”. Sim, estou muito bem surpreendido. E
reparei que nada bem!” “Também podes tratar-me por “tu”. Ando a ver se melhoro a minha técnica a nadar, por causa de uma série de televisão que vou fazer brevemente.” “Ah, boa ideia!”, respondi eu. Como o ambiente estava a ficar descontraído e estávamos a falar bem, aproveitei a deixa. “Reparei que a tua pernada de bruços está um pouco imperfeita. Uma das pernas está a fazer o movimento correcto, mas a outra não.” “És professor de natação?”, perguntou ela. “Agora não, mas já fui.” Passei para a pista dela e perguntei-lhe se ela queria que a ajudasse a melhorar o movimento. “Claro que sim, obrigado!” Passou-me um arrepio pela espinha e comecei a dar-lhe algumas indicações. Para isso, tive de lhe tocar. Ela tinha a pele suave e clara, que contrastava com a minha pele escura. Pus-lhe delicadamente as mãos nos ombros, disse para ela se segurar à extremidade da piscina e pôr as pernas para trás, como se estivesse a nadar. O rabo saltou logo para fora de água. Que espectáculo! Como ela estava virada para a parede, pude admirar melhor o rabo e as costas. Só me apetecia arrancar-lhe o fato-de-banho. Disse para ela começar com pernadas de bruços e de facto havia ali um movimento imperfeito. Arrisquei
tudo. Disse para ela continuar, mas mais devagar, e depois segurei-lhe na perna que estava a fazer o movimento errado. Pus as mãos nas coxas dela e comecei a fazer o movimento certo. Claro… aproveitava para a acariciar também. Ela não se importou e continuou. Foi aí que percebeu tudo. “Estás a perceber como se deve fazer?”, perguntei eu. “Realmente noto a diferença.”, respondeu ela. “Agora é uma questão de hábito.” Por esta altura, eu estava de pé entre os pés dela, a seguir os movimentos, e de repente ela fechou as pernas e prendeu-me contra o rabo. Virou a cabeça com um sorriso maroto e disse: “Então não é que acabei de apanhar um tubarão?”. Eu ri-me e deixei-me levar. Ela virou-se para mim, pôs-se de pé e beijou-me languidamente. Tremi dos pés à cabeça, por causa do beijo e porque estávamos num local público, embora não houvesse ninguém por perto. Mas podia entrar alguém a qualquer altura! Ela beijava-me como se não houvesse amanhã e eu passava-lhe as mãos nas costas e no rabo. A certa altura, agarrou-me no fato-de-banho, baixou-o e disse: “Ó tubarão negro, vamos lá ver até onde me levas com essa barbatana!” Sem
mais demoras, pôs-se de joelhos e, meio debaixo de água, meio à superfície, começou a lamber e a chupar-me a verga. Notei logo que ela ficou fascinada com o tamanho do pau e dos tomates. Aquela adrenalina pôs-me ultra-excitado. E a mamada… perfeita, lânguida, cheia de tesão. Quando lambia os tomates, batia uma punheta, às vezes com as duas mãos. Ficámos assim uns bons 5 minutos. Depois de me deixar louco de tesão, disse: “Quero que me comas aqui e agora, que já estou toda molhada… e não é da piscina!” Daqueles olhos faiscava uma tesão, um desejo que há muito não via numa mulher. Mas vocês já sabem como eu gosto de provocar as mulheres quando estão neste estado. Peguei nela, encostei-a à parede da piscina, respirei fundo e mergulhei. Desviei-lhe o fato-de-banho um pouco para o lado e comecei um minete em apneia. Que loucura! O líquido vaginal espesso e saboroso misturou-se com a água. Ela agarrava-me a cabeça com força e houve alturas em que quase me afogava, porque, quando queria vir acima para respirar, ela fazia uma força incrível. Lambi-lhe o clítoris de tal forma que ela se veio duas vezes estando eu debaixo de água. Baixei-lhe o fato-de-banho até à cintura… as mamas eram perfeitas, tal como na sessão de fotografias para a Playboy. Uma quarento
na perfeita, muitíssimo experiente, fogosa, quente, tesuda… ali, à minha frente… numa piscina acessível a qualquer membro do clube… A adrenalina estava em grande, mas a tesão era ainda maior. Sentei-me nas escadas da piscina, ela sentou-se por cima, de costas viradas para mim, e começou a cavalgar a grande velocidade. O meu pau deslizava que nem manteiga naquela conaça rapada, carnuda e encharcada. As mamas iam saltando e ela fazia os possíveis por não gemer muito alto. Por esta altura, já nem tínhamos os óculos nem as toucas. Que se lixe… Se nos apanharem, paciência, há outros ginásios! Tinha o rabo dela à minha frente, aos saltos, e ela ia-me afagando os tomates cheios de leite. De vez em quando, encostava-se a mim, pedia-me para a fazer vir e trocávamos beijos lânguidos. “Vai, vai, vai, não pares, não pares…” Depois calou-se e eu percebi que vinha aí vulcão. Encostei-a a mim, abracei-a e continuei as estocadas… ela veio-se de uma maneira tão intensa que eu quase me vinha também. Ainda bem que a zona da piscina não tinha vidros, senão éramos rapidamente apanhados. Mudámos de posição: ela sentada na borda da piscina, eu dentro de água, de pé, a provocá-la enfiando e tirando o mastro.
Os tomates batiam contra a zona intermédia e ela sentia tudo. Agora que tinha aquelas mamas perfeitas à minha frente, não deixei de as beijar, de lamber os mamilos, de a deixar ainda mais tesuda de todas as maneiras que pudesse. “Dá-me mais, quero esse caralhão todo dentro de mim, ouviste?! Quero que me faças vir outra vez!” Agarrei-lhe no rabo com uma mão e no cabelo com a outra e acelerei as estocadas. Ela deu-me o pescoço a beijar, depois a orelha e… soltou um gemido prolongado, começou a estremecer e veio-se outra vez. Eu pensava que a temperatura já estava alta, mas ela estava cada vez mais quente. O chapinhar da água lembrava-nos de onde estávamos e do risco que corríamos em sermos apanhados. Mas agora era para ir até ao fim. Continuei as estocadas, ela agarrava-me na cabeça e apertava-me com força. O meu mastro estava encharcado e deslizava com tanta facilidade que, se não fosse a temperatura escaldante, eu nem percebia que estava dentro dela. De repente, ela olhou-me muito séria e disse: “Quero que te descarregues esses tomates enormes no meu cu.” Só de pensar nisso, até fico com os pêlos da nuca eriçados. Ela entrou outra vez na piscina, ficou de pé virada para a parede e inclinou-se. Acariciei-lhe as
coxas e as nádegas, como que a prepará-la. Enfiei devagar naquele rabo apertadinho. Não custou muito, porque estava bem húmido com a mistura de todos os líquidos. Percebi que ela gostava muito desta posição… e de uma pila grande lá dentro. Fui acelerando, ela entregou-se completamente, a água a chapinhar, eu a sentir-me quase no clímax, ela ia gemendo… “Vai, vai, vai…” Veio-se outra vez enquanto passava os dedos no clítoris e eu não aguentei mais. Parei as estocadas, agarrei-a por trás e disse-lhe: “Toma, sente tudo a entrar…” Tive umas contracções magníficas, senti uma tonelada de leite a sair, entrando naquele rabo maravilhoso. Ela também sentiu tudo e debruçou-se na borda da piscina. Ficámos assim alguns minutos e depois vestimos os fatos-de-banho e as toucas. “Bem, Cristina… tu és Areia a mais para a minha jangada…”, disse eu. Ela respondeu: “Quem é que precisa de jangada quando tem um tubarão com uma barbatana dessas?” Piscou-me o olho e continuámos a aula de “natesão”.FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HOMO ERECTUS
No comments:
Post a Comment