- Eles são viciados em dossiês, é uma questão obsessiva e compulsiva do PT e do governo. Os petistas são cheios de hábitos estranhos - disse Sérgio Guerra, que também é coordenador da campanha presidencial de José Serra (PSDB).
A carta virou um dossiê contra Mantega. Caffarelli era um forte candidato à presidência desse fundo de pensão, mas acabou perdendo o cargo. O deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP), ex-presidente da legenda, tinha outro candidato, Joílson Ferreira, da Previ, mas foi preterido. O cargo foi preenchido pelo vice-presidente de Crédito do Banco do Brasil, Ricardo Flores, escolhido diretamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Sérgio Guerra disse ainda que teme uma possível nova investida contra a candidatura de Serra. Há quase dois meses, o PSDB descobriu que um documento com dados sigilos do Imposto de Renda do vice-presidente do partido, Eduardo Jorge, estaria em poder da equipe de campanha da petista Dilma Rousseff, com informações sobre depósitos bancários que somavam R$ 3,9 milhões. Na época, Jorge informou que os valores eram referentes à venda de imóveis da família.
- Se eles fazem até contra eles mesmos, imaginem o que podem fazer contra nós - disse Guerra.
O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, desqualificou o suposto dossiê.
- Isso não é dossiê. É uma carta anônima e sem sustentação - afirmou.
Dutra disse que a notícia sobre a existência da "carta" é "assunto velho".
- Isso saiu em uma nota em abril na imprensa. É assunto velho - comentou.
Fonte:O Globo
Editado:NewsTV
No comments:
Post a Comment