Algumas coisas mudaram desde a nossa viagem à capital e os acontecimentos que lá tiveram lugar. Começamos a ser mais cuidadosos com os sítios onde fazíamos sexo, por exemplo acabaram-se rapidinhas no intervalo e só esporadicamente é que fodíamos no fim do programa no camarim, começamos a fazê-lo mais em casa. O que nunca mudava era a Sónia Araújo, que continuava a mesma a tarada e esfomeada por pila.Mais um dia nas nossas vidas, começou com a rotina habitual. Estávamos, eu e o meu amigo, sentados nos nossos lugares habituais na Praça da Alegria a conversar enquanto esperávamos que o programa começasse, a Sónia também já se encontrava no plateau falando com o pessoal da produção e com o Jorge Gabriel. Um assistente de produção, com quem nós já tínhamos travado amizade, veio ter connosco, cumprimentou-nos, deu dois dedos de conversa de circunstância, quando o programa estava prestes a começar ele despediu-se dizendo:
- No fim do programa venham ter comigo à régie, tenho uma coisa espectacular para vos mostrar.
- O quê? – perguntamos nós – Mais algum jogo que só sai para o mercado daqui a um ano?
- Não, algo muito mais espectacular.
E afastou-se. Era costume o gajo mostrar-nos coisas que arranjava nos circuitos underground, jogos, filmes, programas de computador, entre outros, ainda antes de saírem para o mercado ou que são raras, era um interesse que tínhamos em comum.
O programa começou e desde a nossa sessão de sexo naquele estúdio assistir ao programa passou a ter outra piada, sempre que o programa decorria na zona onde a Sónia fez a sua sessão de strip em cima da mesinha pensava coisas do tipo: “A Sónia já lambeu esporra nessa mesa” ou “Já comi a Sónia de quatro nessa mesa”, entre outras coisas e interiormente ria-me e questionava-me no que a Sónia pensava quando estava a fazer o programa depois de ter feito tudo o que fez em todos aqueles sítios onde todas aquelas pessoas estavam.
Lá passaram as três horas de duração do programa, e quando acabou demoramos uns cinco minutos a despedir-nos do pessoal e depois dirigimo-nos para a régie, como esse não é um local de acesso livre quando nos viram a ir para lá perguntarem-nos onde íamos e nós respondemos que íamos ter com o nosso amigo, problema resolvido. Quando chegamos à régie já só lá estava o nosso amigo.
- Já se foi tudo embora? – perguntei eu.
- Já. Estava tudo cheio de fome e já se piraram. – respondeu ele – E ainda bem que foram, se estivessem aqui tínhamos que esperar que se fossem embora, não podem ver o que vos vou mostrar.
- Então mostra lá o que tens aí assim de tão secreto. – pediu o meu amigo.
- Tenham calma ainda falta uma pessoa para ver isto.
Esperamos pela pessoa que faltava e qual não é o meu espanto quando pela porta da régie entra a Sónia,
- O que é que tens aí…
Ainda antes de a Sónia acabar a pergunta em todos os monitores da régie (e são muitos) apareceu a imagem da Sónia a tirar a roupa em cima da mesinha do estúdio e eu e o meu amigo a despirmo-nos um de cada lado dela. O choque, o pânico, nos instantes seguintes a ver aquilo paralisei física e mentalmente, os olhos fixos nos ecrãs. E o filme continuava perante os nossos olhos incrédulos, agora via-se a Sónia de joelhos a fazer-nos broches, embora o som fosse de baixa qualidade percebia-se o que dizia-mos, as obscenidades que nos saiam da boca, principalmente da boca da Sónia , “Mas eu adoro chupar-vos, adoro o sabor das vossas piças.”. O vídeo continuava a desenrolar-se, agora a Sónia estava ensanduichada no nosso meio a gritar “AAAAAAAHHHHH!!!!!! ESTOU A VIIIIIIIIRRRR-MMMMEEEE!!! AAAAAHHHHHH!!!!”, depois de quatro em cima da mesinha. Aquilo continuou até a Sónia lamber a esporra da mesinha, após isso saímos da imagem do ecrã, ficando o plano fixo na zona da mesinha e o som ficou imperceptível. O assistente de produção desligou os ecrãs e voltou-se para nós, talvez à espera de uma reacção, mas perante a nossa total paralisia resolveu falar:
- P*** das manhãs, mesmo. Grande p*** ordinária, mesmo. Quem diria, ah? Sónia Araújo, a menina bonita da RTP, adorada por milhares de velhotes é a p*** das manhãs e não a rainha das manhãs. Se os velhotes soubessem onde essa boca anda não te pediam tantos beijos. Questiono-me sobre o que os directores fariam se soubessem quem tu realmente és, Sónia .
Eu nem sabia o que pensar, estava estupefacto com aquilo. Na altura da nossa aventura no cenário do programa a Sónia tinha-nos dado tantas certezas de ter tudo sob controlo e agora verificava-se que uma câmara qualquer nos tinha captado parte dessa aventura. Contudo a Sónia respondeu calma e serenamente, tal como fez, quando fomos apanhados na roulotte:
- Já percebi a chantagem. Que queres?
O assistente de produção pareceu surpreendido com aquela reacção, mas como o que ele queria era realmente chantagear a Sónia logo respondeu:
- Eu pensei muito sobre o que havia de pedir, dinheiro, favores aqui na RTP, mas no fim de tudo e depois de ver este vídeo muitas vezes, não consigo resistir e o que eu quero é foder-te. Apesar de estares toda fodida por esses dois não consigo resistir, à anos que te vejo a fazer este programa, a mostrares o material e sonho em foder-te e me masturbo a pensar nisso.
Eu e o meu amigo olhamos um para o outro, já estávamos à espera daquilo, afinal quando chantageámos a Sónia pedimos o mesmo. A Sónia respondeu:
- Ok. Posso pedir só uma coisa?
- Podes. – acedeu o assistente de produção.
- Quero que os meus amigos também participem. – disse a Sónia apontando para nós.
- Es
A Sónia manteve-se impassível e não respondeu às provocações, o assistente de produção continuou:
- Vamos fazer assim, apesar de ter vontade de te saltar já para cima e foder-te como a p*** que és, eu não sou estúpido e sei que não é seguro fazer essas coisas aqui, por isso vamos fazer a coisa amanhã de tarde na minha casa.
O gajo deu-nos a morada e os detalhes que achou necessário e depois eu, o meu amigo e a Sónia saímos. Já no parque de estacionamento reagimos ao que nos tinha acontecido.
- Fodasse, apanhados outra vez. Nós não te dissemos que não era seguro fazer sexo no cenário? – disse o meu amigo.
- Eu tinha tudo planeado. Estava convencida que não havia problemas, que não ia acontecer nada disto. – respondeu a Sónia agora parecendo incrédula com aquilo que tinha acontecido.
- Pelos vistos estavas enganada - disse eu.
- Bem, pelo menos desta vez o facto de sermos apanhados resultou em ter mais um homem na festa e não uma cabra de merda. – disse a Sónia .
- Tu estás toda contente, não estás? Mais uma pila para te divertires, nem vais dormir hoje à noite a pensar nos montes de diversão que vais ter amanhã. – disse o meu amigo.
- Não estou contente porque a existência daquele filme é um perigo para mim, mas estou a tentar ver as coisas pelo lado positivo. – respondeu a Sónia .
- Nós vamos falar com ele e tentar resolver essa cena do filme. Vamos ver quais são as ideias d
- Sim, por favor façam isso. Vejam se o convencem a destruir aquilo. – pediu-nos a Sónia .
Despedimo-nos da Sónia , ela entrou no carro e foi embora. Eu e o meu amigo ficamos à espera que o assistente de produção saísse para falarmos com ele. Quando saiu e nos viu olhou para nós com uma cara de estranheza, acho que pensou que estávamos à espera dele para o espancarmos ou algo do género, até porque se dirigiu a nós algo apreensivo:
- Que é que vocês querem? – perguntou ele meio receoso e na defensiva.
- Tem calma. – tranquilizou o meu amigo – nós só queremos falar contigo.
- Se é para tentarem fazer-me mudar de ideias, esqueçam… - começou o assistente de produção a dizer, mas eu interrompi-o:
- Nada disso, antes pelo contrário é mais para te dar umas dicas e conselhos para esta situação não ser desagradável para ninguém.
Ele deitou-nos mais um olhar de confusão, mas acabou por assentir:
- Ok, mas façam-no enquanto eu como, porque ainda não almocei e estou cheio de fome. – disse ele.
- Nós fazemos-te companhia, também ainda não almoçamos. – dissemos eu e o meu amigo.
Então fomos para um pequeno restaurante, não muito longe dos estúdios da RTP, que aparentemente o assistente de produção frequentava regularmente, pois conhecia quase todas as pessoas que lá trabalhavam. Sentamo-nos numa mesa mais isolada para poder-mos falar mais à vontade, fizemos os pedidos e enquanto almoçava-mos, entre grafadas e mastigadelas, co
- Então o que é que vocês me querem dizer? O que é que a Sónia vos instruiu para me dizerem? – começou o assistente de produção.
- Nada. Aliás ela até nos disse “Cuidado com o que vão dizer. Não tornem as coisas piores para o meu lado.” – menti tentando não hostilizar a conversa.
- Nós só queremos falar um bocado, já que vamos fazer o que vamos fazer amanhã pareceu-nos uma boa ideia. – disse o meu amigo.
- E, não querendo parecer presunçoso, nós já temos uma certa experiência no que diz respeito a fazer sexo com a Sónia . – completei eu.
- Sobre isso eu queria perguntar-vos, como é que vocês conseguiram seduzi-la e que raio é que vocês têm com ela? Aquilo é algum tipo de relação? Quem a vê na televisão nunca diria que ela é das que faz loucuras, parece toda certinha e afinal, por trás das câmaras faz sexo a três no estúdio do programa. É que pela vossa conversa no filme dá para perceber que aquela não foi a primeira vez que faziam sexo. – perguntou o assistente de produção.
Eu e o meu amigo trocamos um olhar e vimos nos olhos um de outro que ambos não víamos problema em contar a verdade ao rapaz. E então contamos tudo sobre a primeira vez que fizemos sexo com a Sónia , entrarmos no camarim dela, termo-la apanhado a masturbar-se com o dildo, termo-la também chantageado e o facto de no fim ela dizer-nos que não precisávamos do vídeo para nada porque ela tinha gostado e queria fazer aquilo mais vezes. Quando acabamos de contar a história o a
- Eia pá. Que grande p***. Então vocês andam sempre a saltar-lhe para cima? – disse ele.
- Mais ou menos. – respondi eu – Mas era por causa disso que queríamos falar contigo. Não te armes em espertinho nem dês uma de “quem manda aqui sou eu”, porque não ganhas nada a mais com isso, até pelo contrário, perdes. E por favor não lhe lixes a vida, não divulgues aquilo seja de que maneira for. A nós não nos faz diferença, mas a ela pode arruinar-lhe a carreira e ela não merece isso. Nós gostamos muito dela e não a queremos ver magoada e muito menos arruinada.
- Também não vamos ao ponto de te dizer para apagares o filme, - continuou o meu amigo - nós não apagamos o nosso, até te queremos pedir para nos arranjares uma cópia, por favor. Se quiseres também te arranjamos uma cópia do nosso, agora estamos juntos nisto. Concluindo o que queremos dizer é amanhã deixa rolar as coisas deixa-a fazer o que ela quiser e as coisas serão ainda melhores e podes crer que ela vai pedir coisas bem boas. Viste o filme, por isso já viste um bocado como ela é.
- Está bem. – assentiu o assistente de produção – Deixem-me que vos diga que a Sónia teve muita sorte em ter sido eu a deitar mão aquelas imagens, porque se fosse outra pessoa qualquer, essa pessoa podia estar-se nas tintas para chantagear a Sónia como eu fiz e arruinar-lhe mesmo a carreira e a vida, de uma maneira que a Sónia só arranjaria trabalho a fazer filmes porno.
- Sobre isso nós queríamos perguntar-te uma coisa – disse o meu amigo – que câmara foi aquela que nos filmou? É que naquele dia a Sónia garantiu-nos que era totalmente seguro fazer aquilo, que não havia hipótese nenhuma de sermos apanhados e no fim de tudo damos uma de Paris Hi
- Vocês tiveram um azar monumental. – disse o assistente de produção - A câmara que ficou ligada foi a câmara com a qual se filma aquela zona do estúdio e ficou ligada porque alguém se esqueceu de a desligar e aquilo ficou a filmar o cenário o dia todo. No dia seguinte eu fui o primeiro a chegar ao estúdio e reparo que a câmara estava ligada. Por curiosidade foi ver o que tinha sido filmado, logo no início do filme vejo aparecer a Sónia na imagem e depois vocês e depois até os queixos se me arrastaram pelo chão ao ver a Sónia chupar-vos aos dois. Fiz logo uma cópia daquilo e apaguei o filme das memórias onde estava.
Acabamos a refeição, saímos do restaurante e seguimos caminhos separados. Depois disto saí do restaurante a pensar que tínhamos garantido que o gajo não ia fazer nada com o filme que fosse prejudicar a Sónia . O dia seguinte começou dentro da rotina habitual, quando chegamos o assistente de produção já lá estava, fomos cumprimentá-lo mas não dissemos uma palavra sobre o que iria acontecer na tarde desse dia. Fomos sentar-nos no nosso canto e quando a Sónia entrou no plateau nós não tínhamos ninguém à nossa beira, ela espalhou o charme habitual cumprimentado e distribuindo beijos a todos quanto estavam presentes e por fim veio ter connosco. Nem se deu ao trabalho de trocar palavras de circunstância, começou logo a falar no que interessava, num tom de voz baixo é claro:
- Vocês falaram com ele? Que é que lhe disseram? E que disse ele?
- Tem calma. - respondi eu – Nós falamos com ele, e acho que podemos afirmar que ele não vai fazer nada que te possa prejudicar. Ele não quer arruinar-te, só quer foder-te em todos os teus buracos, minha querida. E ele sabe que se fizer alguma coisa que te prejudique não vai nem sentir o teu cheiro.
- Ainda bem. – respondeu a Sónia parecendo mais aliviada – Sendo assim isto não vai ser assim tão mau. Ainda me vou divertir à grande.
- Pois isso, tu estás toda contente, só pensas em foder. – respondeu o meu amigo.
- Vá lá meninos qual é o mal de ver o lado positivo das situações. – respondeu a Sónia .
E com isto virou-nos costas e afastou-se. Quando o programa acabou eu e o meu amigo fomos almoçar e depois fomos para casa do assistente de produção, tocamos à campainha, ele abriu-nos a porta, subimos no elevador e quando chegamos ao piso dele ele estava à porta à nossa espera, ficou surpreso ao ver-nos só a nós os dois:
- Onde está a Sónia ? – perguntou imediatamente.
- Sei lá. – respondeu o meu amigo – nós não estivemos com ela depois de o programa acabar. Fomos almoçar e viemos para aqui. Não disseste que era para virmos todos juntos.
- Eu sei, – respondeu o assistente de produção – mas estava à espera que viessem. Entrem, entrem.
Entramos e seguimos o gajo até à sala.
- Estava só a dar um jeito aqui à sala para termos mais espaço para poder fazer… a… coisa.
- Então é na sala que vamos fazer a coisa? – perguntou o meu amigo.
- Sim, penso que aqui temos mais espaço e sítios onde podemos fazer coisas. Espaço amplo no chão, o sofá, a mesa de jantar, a mesinha do café.
- Sim, sim, é bom. A Sónia às vezes tem umas ideias…, é bom ter várias alternativas.
Sentamos e estávamos nós a passar o tempo a conversar quando a campainha tocou, os nossos rostos iluminaram-se. O assistente de produção foi abrir a porta e quando regressou à sala a Sónia vinha atrás dele, trazia vestida uma blusa branca com um decote bem generoso que deixava vislumbrar as belas e perfeitas mamas dela e o rego entre elas que tantas vezes tinha acondicionado as nossas pilas e agora tinha mais uma para satisfazer; trazia uma mini-saia justa, também branca, bem curta e provocante, quase que se viam as nádegas do rabo. Acenou-nos c
- Está na hora do striptease, Sónia . – disse o assistente de produção e veio sentar-se no sofá, onde estávamos eu e o meu amigo. A Sónia veio para o centro do espaço, mesmo à nossa frente e começou a dançar ao som da música de forma sensual e provocante como já nos tinha habituado, movendo as ancas, passando as mãos pelas mamas esfregando-as e apertando-as uma contra a outra, virando-se de costas para nós e debruçando-se para a frente ficando com o rabo empinado e deixando ver o fio dental branco que trazia entalado no rego do cu e na cona e passando lá as mãos. Tirou a blusa e ficou com um soutien branco meio transparente por isso já se vislumbravam os mamilos que já começavam a ficar espetados. Depois voltou a fazer a cena de debruçar-se com o rabo virado para nós e tirou a mini-saia, ficando só em lingerie, soutien e fio dental brancos.
- Não é justo, eu aqui a tirar a roupa e vocês aí todos vestidos. – disse a Sónia continuando com o espectáculo.
Levantamo-nos e começamos a tirar a roupa, não de forma sensual como a Sónia , mas sim o mais rápido que conseguimos para nos voltarmos a sentar e pudermos continuar a desfrutar do belo espectáculo que a Sónia estava a dar. Agora nus e agarrados às nossas pilas continuamos a ver a Sónia a dançar, agora quando se debruçava dava palmadas no próprio rabo e apertava as nádegas uma contra a outra ou as afastava.
- Se sabia tinha arranjado um varão. – comentou o assistente de produção.
A Sónia não parava e tirou o soutien, depois disso começou a lamber e a chupar nos mamilos. Para finalizar o espectáculo esfregou o pito, por cima do fio dental, virou-se de costas para nós, debruçou-se empinando o rabo ainda mais que antes, deu duas palmadas nas nádegas e baixou o fio dental, manteve-se naquela posição uns segundos para nós podermos apreciar bem a vista e depois levantou-se, virou-se para nós e disse:
- A julgar pelo tamanho das vossas piças, gostaram muito do espectáculo. Agora parem de me torturar e dêem-me essas piças grandes e grossas, estou faminta só de olhar para elas, não aguento mais.
Levantámo-nos e aproximamo-nos dela, a Sónia imediatamente se ajoelhou e começou a chupar-nos, acariciava duas pilas, uma em cada mão, e chupava a terceira, ia alternando entre as pilas. A certa altura agarramos nós nas nossas pilas, a Sónia parou de chupar e começamos a bater-lhe com elas na cara, a Sónia de boca aberta e com a língua de fora. A Sónia voltou a chupar com a voracidade a que já nos tinha habituado, sempre que metia uma pila à boca enfiava-a até ao talo. Não estando o assistente de produção habituado aos magníficos broches que a Sónia faz, comentou:
- Que boca fantástica, Sónia , és uma profissional do broche.
- Não é só no broche que sou uma profissional. – respondeu a Sónia – Sabem o que falta aqui? Alguém a lamber-me a cona. Eu aqui a dar o meu melhor a mamar-vos nas piças e ninguém a lamber a minha coninha que está toda meladinha.
- Lambe tu que nunca provaste a cona dela. É a cona mais saborosa do mundo. – disse o meu amigo para o assistente de produção.
O assistente de produção deitou-se no chão e a Sónia agachou-se por cima da cara dele que começou a lamber a cona dela.
- Enquanto estás aí aproveita e dá também uma lambidela no olho do cu, também é muito saboroso. – disse eu para o lambedor de serviço.
A Sónia continuou a chupar-nos sempre com a mesma voracidade enfiando completamente na boca ora a minha pila ora a pila do meu amigo, até que apontou as à boca e enfiou-as ao mesmo tempo, enfiou-as o mais que pôde e isso quer dizer quase tudo, com as duas pilas enfiadas na boca usou a língua para lamber as cabeças. Quando tirou as duas pilas da boca parou a sessão de broches, mas continuou a bater-nos punhetas e disse para o assistente de produção, que continuava a lamber-lhe o pito:
- Aaaah! Lambe bem, lambe. Era isso que querias, não era? O meu pito. Queres foder-me, enfiar a tua piça bem fundo na minha cona, foderes-me até me deixares toda aberta. Então pára de dar à língua o teu sonho está prestes a tornar-se realidade.
A Sónia saiu de cima do gajo, ele levantou-se e disse:
- Vocês têm razão, a cona mais saborosa do mundo.
- Gostas-te da minha cona? – disse a Sónia em resposta – Então senta-te no sofá, vou montar-te e cavalgar em cima de ti como quem monta um cavalo.
O gajo obedeceu imediatamente, eu e o meu amigo presenciávamos o momento, a Sónia pôs-se em cima dele, agarrou-lhe na pila, esfregou-a um pouco no grelo e depois enfiou-o todo de uma vez o que deixou o gajo imediatamente à beira do orgasmo, a Sónia começou a cavalgar e disse para mim e para o meu amigo:
- Ainda tenho dois buracos onde gosto de ser fodida, de que é que vocês estão à espera?
Eu e o meu amigo depressa nos ocupamos desses dois buracos, eu encarreguei-me do cu e o meu amigo da boca. Enfiei a pila no cu dela sem qualquer tipo de preocupação e comecei a bombar do jeito que a Sónia gosta, ou seja, com toda a força e toda a velocidade. O meu amigo enfiou-lhe a pila toda na boca e não deixou que a Sónia chupasse a seu bel-prazer, começou a bombar na boca dela. E ali estávamos nós, a Sónia a ser triplamente penetrada pela primeira vez, cona, cu e boca, todos a serem preenchidos por pilas. A Sónia simplesmente gemia e muito, sem nunca tirar a pila do meu amigo da boca, eu fodia-lhe o cu e apalpava-lhe as nádegas e o assistente de pr
- OOOOOOHHHHHH! SIM! SIM! TÃO BOM! TÃO BOM!
A seguir a isto nós, os três rapazes não resistimos e dissemos em uníssono:
- Também me vou vir!
O meu amigo tornou a meter-lhe a pila na boca e em simultâneo viemo-nos dentro da Sónia . Depois abrandamos e a Sónia logo disse:
- Espero bem que não fiquem moles, ainda não estou satisfeita. Quero mais, muito mais. Três piças só para mim, isto é o paraíso.
Tirei-lhe a pila do cu, ela largou a do meu amigo e levantou-se, o meu amigo deitou-se no chão e disse:
- Agora é a minha vez de ser montado.
A Sónia não se fez rogada e começou logo a cavalgar o meu amigo. Antes que a Sónia se queixasse da falta de pilas eu e o assistente de produção fomos imediatamente cuidar da boca e do cu dela.
- Tenho que foder esse cu, à anos que o vejo a abanar na praça e sonho em enterrar a minha pila nele. Mais um sonho tornado realidade. – disse o assistente de produção ajoelhando-se por trás da Sónia.
- Então fode-o, enterra tudo o que tens nele. – respondeu a Sónia .
Roçou a pila no rego do cu e depois enfiou tudo, só de uma vez, espantado com isso disse:
- Caraças Sónia , o teu cu nem ofereceu resistência, foi como se estivesse a enfiar-te a pila na cona.
Eu ajoelhei-me em frente a ela e ela logo se agarrou à minha pila a chupa-la. O assistente de pr
- AAAAAAAHHH! UAU! SIM! ADORO, ADORO! FODAM-ME, NÃO PAREM, ENCHAM-ME DE ESPORRA OUTRA!
Voltou a “engolir” o meu caralho e continuamos a malhar-lhe, mas por pouco tempo, porque logo a seguir o assistente de produção disse:
- Vou vir-me outra vez.
- Eu também. – disse o meu amigo.
- Idem. – disse eu.
Com a pila enfiada na boca da Sónia dei-lhe tudo o que tinha e ela engoliu tudo, nem uma gota saiu daquela boca. O meu amigo e o assistente de produção vieram-se dentro dos buracos que estavam a penetrar e depois a Sónia levantou-se, virou-se para nós que ainda estávamos no chão e começou a falar:
- Ainda estão bem tesos? – ao constatar que sim continuou – Óptimo, porque tenho uma coisa a pedir-vos – ao ouvir isto os nossos rostos iluminaram-se ainda mais – quero ser duplamente penetrada – com isto perdemos um bocado do brilho, pois penetra-la duplamente era o que passávamos a vida a fazer – no cu.
Disto é que não estávamos à espera, por isso os nossos rostos não se iluminaram, ficaram paralisados de estupefacção e as primeiras palavras que consegui dizer saíram pelo meio de gaguejos:
- Duas piças?... No cu?...
- Sim, – respondeu a Sónia – quero ter duas piças enfiadas no cu.
- E… aguentas? – perguntou o assistente de produção também por entre gaguejos.
- Claro que aguento. Desde quando é que eu não aguento com piças? Sou louca por elas. Vou ficar aí a olhar para mim ou vão foder-me no cu?
Levantámo-nos, mas não sabíamos o que fazer, que posições assumir para dois de nós penetrarem a Sónia ao mesmo tempo no cu, mas a Sónia logo nos deu instruções quanto às posições a assumir:
- Tu senta-te no sofá – disse para mim e eu assim fiz, a Sónia pôs-se em cima de mim – um de vós que venha por trás de mim o outro que me venha dar piça na boca e depois trocam.
- Como é que queres que façamos, Sónia ? – perguntei eu – metemos primeiro uma e depois a outra ou metemos ao mesmo tempo?
- Ao mesmo tempo. – respondeu ela.
Então eu e o meu amigo começamos a enfiar as nossas pilas ao mesmo tempo no cu da Sónia . Metíamos lentamente, não a queríamos magoar. Ela soltava gemidos de prazer e dor enquanto desfrutava aquela penetração e batia uma punheta ao assistente de produção. Quando as nossas pilas já estavam meio dentro do cu da Sónia eu perguntei:
- Está a doer Sónia ? Se quiseres que paramos é só dizeres.
- Está a doer só um bocadinho, mas vale tanto a pena.
Eu e o meu amigo continuamos a enfiar até a Sónia nos dizer para pararmos, mas ela não fez isso e nós enfiamos as nossas pilas completamente no cu da Sónia . O cu da Sónia nunca tinha estado tão aberto, e ela adorava, os gemidos agora eram só de prazer ela já chupava o assistente de produção. Eu e o meu amigo começamos a bombar da maneira que podíamos, não havia espaço para muitos movimentos.
Agora troquem. – disse a Sónia ao fim de algum tempo.
O meu amigo tirou a pila dele, eu estava preso debaixo da Sónia , e o assistente de produção começou a meter a dele, também lentamente mas não tão lentamente como nós, agora a Sónia já não se queixava, chupava o meu amigo, eu mamava nas tetas dela e quando a pila do assistente de produção entrou toda a Sónia dá um grito do nada:
- UUUUOOOOOUUUUUUU! AAAAAAAHHHH! Ah! Ah! Ah! Que orgasmo espetacular.
O cu dela apertou-se de uma maneira diferente da que eu estava habituado, mas dada a situação pareceu-me normal. Depois de atingir o orgasmo disse:
- Agora dêem-me desse vosso leite, ter duas piças enfiadas no cu ao mesmo tempo deixou-me sedenta.
Saímos das nossas posições, a Sónia ajoelhou-se à nossa frente deu-nos umas chupadelas, mas não foi preciso muito, todos nós já estávamos à beira do orgasmo e logo descarregamos tudo naquele rosto lindo. Quando ficamos vazios caímos sentados no sofá e admirarmos o quadro que pintamos na bela tela que é Sónia Araújo. A cara dela estava completamente coberta de e
- Que delícia – disse ela – não há nada no mundo mais saboroso que o leite das vossas piças. Se pudesse só bebia disto.
- Que tal está o teu cuzinho? – perguntei eu.
- Está óptimo, nunca esteve melhor, sinto uma sensação tão boa nele, sinto-o a fechar-se, a apertar depois de ter estado mais aberto do que nunca.
Enquanto a Sónia se lambia e bebia o resto da nossa esporra reparamos que do cu e da cona dela escorria para o chão a esporra que lá tínhamos deixado quando nos viemos dentro dela, não era de surpreender com tantas pilas a virem-se dentro dela.
- Ó Sónia estás a sujar o chão. – disse o assistente de produção.
A Sónia olhou para o chão e viu a espora que escorria dela e formava uma poça do chão.
- Não te preocupes eu limpo. – respondeu ela.
E quando lambeu a ultima gota de esporra que tinha nas mamas, pôs-se de quatro e começou a lamber.
- Pareces uma cadela a beber, assim de quatro a lamber a esporra do chão. – comentou o meu amigo. A Sónia riu-se.
No fim da Sónia beber não sobrou réstia de esporra, nem nela, nem no chão, ela bebeu tudo.
- O que achas-te? Foder-me foi como tinhas sonhado? – perguntou a Sónia ao assistente de produção.
- Foi ainda melhor – respondeu ele – eu sonhava foder a Sónia Araújo que via apresentar a Praça da Alegria, a menina bonita e certinha. Afinal fodi uma Sónia Araújo tarada, devoradora de pilas. Mereces totalmente o título de p*** das manhãs que estes gajos te atribuíram.
- Oooh, vocês mimam-me demais, meninos. – disse a Sónia – São incansáveis a satisfazer-me e depois ainda me dizem essas coisas lindas.
- Tu mereces, Sónia – disse eu – mereces tudo e muito mais.
- E agora tenho mais um homem para montar e para me montar. Mais um homem para me dar leitinho quando eu tiver sede.
- Somos o quarteto fantástico, ou será que devo dizer quarteto fodetástico. – disse o meu amigo.
- E o nosso lema é: “Foder sem parar, foder até a Sónia saciar”. – completei eu.
- Sou mesmo a p*** mais sortuda do mundo! – disse a Sónia com o sorriso mais lindo do mundo que só ela tem.
FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: FERNANDO PESSOA
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