A petista Dilma Rousseff abriu 12 pontos percentuais de vantagem sobre o tucano José Serra em Minas Gerais, Estado considerado por analistas políticos como o principal campo de batalha da campanha presidencial.
Segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, Dilma tem 44% das intenções de voto entre os mineiros, contra 32% para Serra. Em números absolutos, a diferença entre os dois está em cerca de 1,2 milhão de votos, levando-se em conta o tamanho do eleitorado e as taxas históricas de abstenção.
A pesquisa mostra que o apoio do ex-governador Aécio Neves e do candidato à reeleição Antonio Anastasia (ambos do PSDB) ao presidenciável tucano não mobilizou o eleitorado do partido na mesma direção. Entre os entrevistados que declaram voto em Anastasia para o governo, há mais eleitores inclinados a eleger Dilma (48%) do que Serra (37%). Esse voto que combina PT e PSDB nos diferentes cargos foi apelidado de Dilmasia.
O desempenho em Minas, combinado com a liderança no Rio de Janeiro, onde vence por 46% a 27%, fez com que Dilma empatasse na região Sudeste, contrabalançando nesses dois Estados a vantagem de Serra em São Paulo.
Curitiba. Durante comício ao lado de Dilma, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a atacar opositores e, principalmente, o Congresso ao pedir voto para candidatos dos partidos que o apoiam. "É preciso que tenha mais rigidez na escolha de candidatos a deputado e deputada para que o presidente da República não tenha a vida dificultada nos grandes projetos que o Brasil precisa", apelou.
Ele acentuou que, como cidadão e integrante do PT, vai lutar pela reforma política, a fim de evitar as infidelidades partidárias. "Não dá para continuar do jeito que está, é preciso critério", ressaltou.
As críticas maiores foram contra os senadores. "Peço a Deus que esta companheira (Dilma) não tenha o Senado que eu tive, que seja mais respeitador, que não ofenda o governo", rogou.
Segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, Dilma tem 44% das intenções de voto entre os mineiros, contra 32% para Serra. Em números absolutos, a diferença entre os dois está em cerca de 1,2 milhão de votos, levando-se em conta o tamanho do eleitorado e as taxas históricas de abstenção.
A pesquisa mostra que o apoio do ex-governador Aécio Neves e do candidato à reeleição Antonio Anastasia (ambos do PSDB) ao presidenciável tucano não mobilizou o eleitorado do partido na mesma direção. Entre os entrevistados que declaram voto em Anastasia para o governo, há mais eleitores inclinados a eleger Dilma (48%) do que Serra (37%). Esse voto que combina PT e PSDB nos diferentes cargos foi apelidado de Dilmasia.
O desempenho em Minas, combinado com a liderança no Rio de Janeiro, onde vence por 46% a 27%, fez com que Dilma empatasse na região Sudeste, contrabalançando nesses dois Estados a vantagem de Serra em São Paulo.
Curitiba. Durante comício ao lado de Dilma, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a atacar opositores e, principalmente, o Congresso ao pedir voto para candidatos dos partidos que o apoiam. "É preciso que tenha mais rigidez na escolha de candidatos a deputado e deputada para que o presidente da República não tenha a vida dificultada nos grandes projetos que o Brasil precisa", apelou.
Ele acentuou que, como cidadão e integrante do PT, vai lutar pela reforma política, a fim de evitar as infidelidades partidárias. "Não dá para continuar do jeito que está, é preciso critério", ressaltou.
As críticas maiores foram contra os senadores. "Peço a Deus que esta companheira (Dilma) não tenha o Senado que eu tive, que seja mais respeitador, que não ofenda o governo", rogou.
Serra é multado pela quinta vez
Brasília. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou ontem o presidenciável José Serra (PSDB) em R$ 5.000 e o PSDB de São Paulo em R$ 7.500 por propaganda eleitoral antecipada.
O Ministério Público Eleitoral considerou que o partido usou o espaço destinado à propaganda eleitoral partidária regional para promover Serra, então pré-candidato, fora do prazo legal.
Veiculadas nos dias 24, 26 e 31 de março, as inserções exaltavam os feitos de Serra como governador e como ministro da Saúde. "No Ministério, fizemos o multirão da saúde, dos genéricos, a campanha da Aids. Na prefeitura, o Mãe Paulistana, dois professores na primeira série", afirmava o tucano.
No processo, Serra defendeu-se alegando que "somente o partido político é que responderia pelas inserções da propaganda partidária".
O PSDB também apresentou defesa, agumentando que é notório o fato de Serra ter sido governador, o que justificaria a sua presença na propaganda. Esta é quinta multa aplicada contra Serra, somando R$ 30 mil em penalidades.
O Ministério Público Eleitoral considerou que o partido usou o espaço destinado à propaganda eleitoral partidária regional para promover Serra, então pré-candidato, fora do prazo legal.
Veiculadas nos dias 24, 26 e 31 de março, as inserções exaltavam os feitos de Serra como governador e como ministro da Saúde. "No Ministério, fizemos o multirão da saúde, dos genéricos, a campanha da Aids. Na prefeitura, o Mãe Paulistana, dois professores na primeira série", afirmava o tucano.
No processo, Serra defendeu-se alegando que "somente o partido político é que responderia pelas inserções da propaganda partidária".
O PSDB também apresentou defesa, agumentando que é notório o fato de Serra ter sido governador, o que justificaria a sua presença na propaganda. Esta é quinta multa aplicada contra Serra, somando R$ 30 mil em penalidades.
Tucano não comenta pesquisa
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, recusou-se a comentar o resultado da pesquisa do Ibope, encomendada pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e pela TV Globo, divulgada na noite de anteontem.Serra disse que não comenta "porque é um vaivém. Cada dia tem uma pesquisa diferente". O tucano participou de caminhada na periferia da cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Serra prometeu que, se eleito, vai instalar policlínicas na região, transformará os trens urbanos em metrô e investir em ensino técnico.
Fonte:O Tempo
Editado:NewsTV

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