Wednesday, October 6, 2010

SÓNIA ARAÚJO - "ALEGRIA NA PRAÇA 5 – PRAÇA DA ALEGRIA: O FILME"

A Sónia andava mais feliz que nunca, tinha mais um homem para a foder sempre que quisesse e para ela quantos mais melhor, mas ela não pode andar a vadiar livremente, pois é uma figura pública e tem uma imagem a defender: para todo o Portugal, excepto nós os três homens que a fodemos, Sónia Araújo é a rainha das manhãs, uma mulher íntegra e de certa forma pudica, em resumo um modelo a seguir. Essa imagem não poderia estar mais longe da realidade, mas a Sónia tem que fazer tudo para a manter, caso contrário nunca seria a personalidade do panorama nacional que é, por isso ela tem-nos a nós os três que a apanhamos em situações comprometedoras e ela ficou muito satisfeita por isso acontecer porque agora sempre que ela quiser fazer sexo tem três homens prontos a satisfazê-la em simultâneo e quando está connosco entre quatro paredes é que a Sónia pode ser ela própria e fazer tudo o que quiser, ou seja pode ser a p*** das manhãs.
Certo dia, após a Sónia provar mais uma vez que é indiscutivelmente e sem a menor sombra de dúvid
a a p*** das manhãs, estávamos nós ainda nus e sentados no chão, a Sónia ainda lambia os cantos da boca após ter saciado a sede de leite de homem, quando o assistente de produção se levantou e disse:

- Gente, há uma coisa sobre a qual eu queria falar com vocês. É mais uma ideia, que é também uma proposta.

- Pára de deambular e vai directo ao assunto. – interrompeu o meu amigo. Então o assistente de produção partilhou connosco o que lhe ia na mente:

- Há já algum tempo que tive esta ideia e acho que vocês vão gostar. O que acham de nós fazermos um filme pornográfico?

Eu, a Sónia e o meu amigo ficamos a olhar para ele muito sérios, e o meu amigo perguntou:

- O quê? Uma cena tipo Paris Hilton ou Kim Kardashian?

-
Não, eu estava a pensar em algo mais elaborado. – respondeu o assistente de produção.

- Mais elaborado? Como assim? – perguntou a Sónia inclinando-se para a frente demonstrando o interesse que tinha na proposta.

- Eu estava a pensar fazermos algo com história. – esclareceu o assistente de produção.

A reacção de nós os três foi positiva e eu perguntei:

-
Parece-me bem e já tens alguma ideia em mente?

- Tenho, mas acho que é muito complicado pô-la em prática, mas se conseguíssemos seria absolutamente extraordinário. – respondeu o assistente de produção.

- Então diz lá que ideia é. Pára com o suspense. – pediu a Sónia já impaciente.

- A
minha ideia é o filme ser como se fosse um programa da Praça da Alegria, estaria a Sónia a apresentar e nós interpretaríamos os convidados e durante o programa metiam-se as cenas de sexo, ainda não pensei nesses detalhes como as deixas para o sexo, isso pensei que seria melhor reunirmo-nos e escrevermos isso juntos. Mas já estão a ver o que eu quis dizer quando disse que é muito complicado pô-la em prática. – esclareceu o assistente de produção.

- Tu dizes que é complicado porque queres usar o cenário do programa para fazer isso, não é? Porque se fizermos isso num sítio qualquer não é complicado. - perguntou o meu amigo.

- Exacto, fazer no verdadeiro cenário da Praça da Alegria é a única maneira de ficar absolutamente espectacular. Pensem bem, temos equipamento de filmagem, eu sei utilizar aquela aparelhagem toda, podíamos fazer umas filmagens de grande qualidade. Seria o melhor
filme porno jamais feito em Portugal e seria só nosso.

- Tás maluco? Lembras-te do que aconteceu da vez em que fizemos sexo lá? E agora tu queres fazer filmes lá. – reclamou o meu amigo.

- Eu sei, mas já pensaste como seria fantástico se fizéssemos. – retorquiu o assistente de produção.

- Eu até concordo, mas o que estás a dizer é completamente impraticável. E para fazer um filme no estúdio já pensaste a quantidade de tempo que íamos ter de passar lá.

- Esperem aí um bocado. – interrompeu a Sónia, que até aí assistia em silêncio – Eu adoro a ideia, fazer uma Praça da Alegria porno. Vamos fazer o seguinte: vocês escrevam o guião do filme e depois vê-se.

- Não podes estar a falar a sério. É insano, tu andas a ver se arruínas a tua vida, não andas? – disse eu à Sónia um pouco zangado.

- Tenham calma, façam o que eu digo, escrevam o guião e depois vemos o que se consegue arranjar. Lembrem-se que nós não fomos apanhados por ninguém, foi uma câmara que ficou acidentalmente ligada. Por isso a influência que eu vos disse que tenho funcionou.

Por isso ficou decidido que eu, o meu amigo e o assistente de produção, iríamos escrever o guião para o filme. E assim sendo num dos dias seguintes juntamo-nos para o fazer, tínhamos boas ideias e foi fácil e rápido a escrever o guião. Escreve-mos três cenas, falas para a Sónia e para nós, até escrevemos o que fazer nas cenas de sexo, embora tencionássemos improvisar, m
as assim ficava mais fácil controlar o tempo e até mesmo ângulos de câmara.
Na manhã do dia seguinte a termos escrito o guião eu e o meu amigo estávamos, mais uma vez, já no nosso lugar habitual à espera que o programa começasse quando a Sónia entrou no estúdio, foi ter com um grupo de pessoal que faz o programa, onde estava incluído o assistente de produção e depois foi cumprimentar os presentes restantes como habitualmente, também como habitualmente eu e o meu amigo ficamos para o fim e quando chegou à nossa beira nós tínhamos as boas novas para lhe contar:

- Temos boas notícias, Sónia. – murmurei eu.

- O quê? – perguntou a Sónia intrigada.

- Já escrevemos o guião do filme. Mesmo que não façamos o filme só escrever aquilo foi muito divertido.

- Eu quero vê-lo, quando é que mo mostram? – perguntou a Sónia.

- O assistente de produção imprimiu-o e tem-no com ele. No fim do programa ele dá-to para puderes ler.

A Sónia afastou-se, pouco de pois o programa começou. Quando terminou o programa o assistente de produção discretamente, aproveitando a confusão do desmobilizar da multidão, entregou o pequeno molho de folhas que era a nossa obra. Nessa mesma tarde recebi um telefonema da Sónia a pedir para nos juntarmos que queria falar connosco sobre o que escrevemos. Reunimo-nos na casa do assistente de produção, a primeira coisa que a Sónia nos disse quando chegou, com o molho de folhas na mão, foi:

- Adorei isto. – abanando o guião no ar – Temos que fazer o filme. Fiquei excitada só de ler isto. Custe o que custar nós vamos fazer este filme naquele estúdio.

Nós ficamos surpreendidos com aquela reacção tão efusiva da Sónia.

- E como é que queres fazer a coisa? – perguntou o assistente de produção meio balbuciante.

- Era sobre isso que queria falar com vocês – esclareceu a Sónia queria perguntar-vos quanto tempo é que acham que precisamos para filmar tudo.

- Eu acho que uma tarde chega para tudo, desde que não percamos muito tempo em preparações para filmar, ou se for melhor podemos filmar aos poucos, uma cena hoje, outra amanhã, outra depois. – respondeu o assistente de produção.

- Acho que é mais fácil conseguir o estúdio só para nós uma tarde inteira do que muitas vezes, por isso filmamos tudo no mesmo dia. Eu vou puxar os meus cordelinhos para termos o estúdio para nós o mais brevemente possível.

- Tens a certeza que queres fazer isto? Queres correr esse risco? – perguntei eu à Sónia.

- Não se preocupem comigo, eu já sou grandinha, sei cuidar de mim, vocês sabem. E para mais se a minha carreira na televisão for por água abaixo agora tenho uma nova: actriz pornográfica. – respondeu a Sónia, piscando-nos o olho.

E com isto terminou a reunião. Nos dias que se seguiram não aconteceu nada de novo no que dizia respeito à realização do nosso filme, apenas o dia-a-dia normal, assistir ao programa e satisfazer a Sónia quando ela quisesse. Até que num dia que estava a ser tão vulgar como qualquer outro, estava eu e o meu amigo nos nossos lugares habituais à espera que o programa começasse, quando a Sónia veio à nossa beira cumprimentar-nos deu-nos uma grande notícia:

- Depois de amanhã o estúdio é só nosso. Finalmente podemos fazer o nosso filme.

Eu e o meu amigo ficamos radiantes e enviamos logo um SMS ao assistente de produção, a contar as boas novas. Ele estava ao fundo no estúdio e nós vimo-lo pegar no telemóvel e ler a mensagem, assim que o fez olhou imediatamente para nós que tínhamos um sorriso de orelha a orelha, e ele também ficou com um.
Até que o grande dia chegou, tínhamos combinado no fim do programa ir para o camarim da Sónia, ela teria lá algo para almoçar-mos enquanto esperássemos que o estúdio ficasse vazio, preparar-nos-íamos para as filmagens e depois começariam as rodagens da nossa obra-prima. E assim fizemos, no fim do programa eu e o meu amigo dirigimo-nos para o camarim da Sónia seguindo o já conhecido procedimento de segurança. Quando lá chegamos só lá estava a Sónia, o assistente de produção ainda não tinha chegado. Começamos a almoçar e pouco depois o assistente de produção bateu à porta.

- Já não está ninguém no estúdio. Eu demorei um pouco mais a vir porque já estive a preparar as coisas para as filmagens. Vamos comer e prepararmo-nos o mais rápido possível para não perdermos muito tempo. – disse o assistente de produção.

Assim fizemos, comemos num instante e vestimo-nos para interpretar-mos as nossas personagens.
Finalmente regressamos ao estúdio, e já estava tudo preparado para a primeira cena. Nós queríamos filmar o mais possível de uma vez só por isso a primeira gravação iria conter o início do programa e a primeira cena de sexo. O assistente de produção pegou numa câmara móvel para andar livremente a filmar e o meu amigo ficava atrás das câmaras fixas para manobrar as manobrar no que fosse preciso (o assistente de produção ensinou a mim e ao meu amigo a manobrar o básico das câmaras). Assumi-mos as nossas posições e o assistente de produção disse:

- Estão todos prontos? – todos acenamos afirmativamente – OK, então está a gravar.

A Sónia no centro do cenário vestia uma micro-saia, de ganga, de maneira que metade do rabo ficava de fora e com o andar a rata espreitava cá para fora, já que a Sónia não tinha lingerie vestida, e um top super pequeno (a barriga estava completamente à mostra) que mal lhe tapava as mamas e lhe apertava as mamas uma contra a outra de uma maneira a ficar com um rego nas mamas brutal. Concluindo estava vestida de maneira bastante obscena, como pedia a ocasião, afinal estávamos a fazer um filme pornográfico. À ordem de gravar a Sónia começou a dar vida ao que tínhamos escrito:

- Bom dia, bem-vindos à Praça da Alegria, eu sou a Sónia Araújo e nas próximas horas vou fazer-lhe companhia. Deixe-se ficar por aí, vamos ter um programa cheio de animação, música, entrevistas, piças e ordinarices. E sem mais demoras vamos para a primeira entrevista da manhã.

A Sónia encaminhou-se para a zona das entrevistas (para quem não sabe é a zona onde da primeira vez que fizemos sexo no cenário a Sónia fez o show de strip) onde eu estava, vestido de fato e gravata, pronto a interpretar a minha primeira personagem. Caminhou de forma bem sexy de costas para as câmaras de forma a estas captarem bem o rabo dela a abanar com o caminhar dela. Sentou-se na cadeira do lado oposto onde eu estava sentado, cruzou as pernas estilo Sharon Stone e continuou a sua fala:

- Tenho comigo o sexólogo Dr. Car(v)alho que nos vai falar sobre a maneira como as mulheres se relacionam com o sexo. Bom dia doutor.

- Bom dia, Sónia. – respondi eu.

- Doutor gostaria de começar por perguntar-lhe como é que acha que a maioria das mulheres vê o sexo hoje em dia no nosso país, depois da chamada emancipação sexual da mulher. – perguntou a Sónia.

- Uma boa pergunta. No nosso país as mulheres são muito mais adeptas de sexo do que se pensa, porque assumem uma fachada pudica e de inocência, só em privado é que se libertam e são elas próprias. – respondi eu dando o meu melhor na interpretação.

- Como é que o doutor sabe que é apenas uma fachada que esconde uma outra faceta? – perguntou a Sónia.

- Sabe, Sónia, por mais que uma pessoa tente disfarçar a sua verdadeira personalidade nunca o faz totalmente e há sempre sinais que passam para fora que a pessoas que não estão por dentro da matéria passam despercebidos para alguém com um vasto conhecimento na matéria consegue captar. Neste caso por mais que uma mulher tente disfarçar a sua, maior ou menor, adoração por sexo eu apenas observando consigo aperceber-me da verdade.

- Pode ser mais concreto doutor? Que sinais são esses? – perguntou a Sónia, sempre mantendo uma expressão séria e interessada apesar de saber quais eram as respostas que eu ia dar, ela tinha lido o guião.

- Claro que posso, até lhe dou um exemplo: a Sónia Araújo.

- Eu? Como assim? Não estou a perceber o exemplo. – disse a Sónia agora com uma expressão de confusão. A interpretação da Sónia estava a ser magistral.

- A Sónia pode enganar muita gente, milhares de pessoas, mas a mim não engana. A Sónia faz-se de mulher séria e puritana, mas como lhe disse a verdadeira personalidade vem sempre à superfície e como eu sou um perito nesta matéria apercebo-me disso com facilidade. Eu vejo a maneira como a
Sónia se exibe no programa, como cruza as pernas, como se debruça, como dança, estas coisas podem parecer inocentes e normais aos leigos, mas eu reconheço a verdade nelas. Esses trejeitos são característicos de uma mulher que adora sexo. Aliás pela simples observação da Sónia a apresentar o programa sou capaz de afirmar mais, a Sónia não só adora sexo como é viciada em pilas, não pode ver uma pila que começa imediatamente a dar-lhe uso, adepta de todos os tipos de sexo, oral, vaginal e anal e bebe esperma como outra pessoa qualquer bebe água. E se a Sónia está a pensar em refutar as afirmações que eu acabo de fazer, podemos fazer aqui um simples teste, em directo, e a veracidade das minhas afirmações será comprovada. – no fim desta fala até eu tinha a boca seca de tanto falar.

- Ai sim? E que teste é esse? – perguntou a Sónia .

Eu em resposta levantei-me, desapertei as calças, baixei as calças, baixei os boxers e fiquei com a pila em exibição. A
Sónia, continuando com a sua representação perfeita, fixou o olhar na minha pila e a expressão neutra dela começou a mudar, começou a devorar a minha pila com o olhar, começou a morder o lábio inferior e debruçou-se para a frente, depois pôs as mãos na mesa e continuou a inclinar-se para a frente ficando cada vez mais próxima da minha pila, começou a passar a língua pelos lábios, levantou-se da cadeira, sempre debruçada e com as mãos na mesa, a cara dela continuou a aproximar-se da minha pila, pôs os joelhos na mesa e ficou de quatro em cima da mesinha e a cara a dois dedos de distância da minha pila, lambendo os lábios. Ficou assim por um momento e no instante seguinte parou de lamber os lábios e começou a lamber-me a pila. Deu meia dúzia de lambidelas, mas soube-lhe a pouco por isso começou a chupar, não começou logo com a sua habitual maneira de chupar (ou seja, enfiando o caralho na boca completamente até aos tomates) porque a ocasião pedia que o fizesse de outra maneira, por isso começou por chupar-me a cabeça da pila continuando a lambe-la também e progressivamente foi abocanhando cada vez mais a minha pila até finalmente a meteu toda a boca e aí a deixou ficar por uns segundos só a tirando quando precisou respirar outra vez, deixou-a por instantes, completamente molhada de baba dela, para mudar de posição, ajoelhou-se na mesinha para ficar com as mãos livres e despiu o top, as mamas perfeitas que a Sónia possui imediatamente saltaram imediatamente da sua apertada prisão. Assim que as suas mamas ficaram livres a Sónia agarrou na minha pila meteu-a no rego das mamas apertou as mamas em torno da minha pila e começou a fazer-me uma espanholada, continuando a lamber-me a cabeça da pila.

- Como eu previa a Sónia é uma profissional a manobrar uma pila. – disse eu, nunca saindo do personagem apesar de todo o tesão que sentia.

A
Sónia não respondeu, limitou-se a continuar a dar uso a sua linda boca e às suas mamas perfeitas. Quando chupar-me a pila já lhe sabia a pouco virou-se de costas para mim, pôs-se novamente de quatro em cima da mesinha e tirou a micro-saia (não que fosse preciso pois aquele pedaço de tecido não impedia o acesso a nada), e agora eu tinha aquele rabo perfeito a olhar para mim, ela começou a abaná-lo e a rebolá-lo e disse:

- O doutor é muito bom na teoria, mas eu gosto mais da prática. Mostre-me o que vale.

Eu comecei a esfregar-lhe a rata, que já estava completamente molhada, e esfrego-a um pouco, esfrego o clítoris, penetro-a com os dedos, lambo-a e penetro-a com a língua, levo alguma da humidade da cona para o olho do cu, esfrego-o e também o penetro com os dedos assim como também o lambo e lhe enfio a língua lá dentro. Com todas estas operações a
Sónia começa a soltar gemidos de prazer “Hum! Ham! Ah! Oh!”. Por muito bom que seja mexer nestas zonas ao fim de pouco tempo fico com vontade de fazer algo mais do que mexer e comecei a roçar a minha pila desde o rego da cona até ao rego do cu, após uns instantes aponto a minha pila à cona dela e enfio-lha toda de uma vez e sem demoras começo a bombar aquela linda cona e é neste momento que os gemidos da Sónia passam de ligeiros a altos e loucos:

- AH! AH! AH! Finalmente uma piça dentro de mim. AH! AH! AH!

Claro que estando eu a foder a
Sónia nem me apercebia do que se passava à minha volta, mas confiava que o meu amigo e o assistente de produção estivessem a captar umas boas imagens. A Sónia continuava com os seus gemidos de prazer:

- AH! AH! AH! Sim! Sim! Mais! Mais forte! Quero mais!

Continuei a dar-lhe o que ela queria, também eu metendo umas falas pelo meio, para a cena ficar ainda mais espectacular. Enquanto fodia a
Sónia na cona por trás e lhe dava palmadas no rabo e lhe penetrava o olho do cu com os dedos ia dizendo:

- É disto que gostas, não é
Sónia? Ser fodida de quatro como uma cadela. Não tens vergonha de beijar os velhotes com essa boca sugadora de piças, sua brochista.

A
Sónia respondia com gemidos e gritos de prazer, que iam aumentando de intensidade até que atingiu o orgasmo:

- OOOOOHH! Siiiiiim! Sim! Sim! Tão bom!

Com o orgasmo da
Sónia e as apertadelas que a cona dela teve à volta da minha pila abrandei o ritmo e fiquei entrando e saindo da cona dela suavemente e acariciando o olho do cu enquanto ela recuperava o fôlego, após o recuperar disse:

- Isto é tão bom, mas o meu cuzinho está com ciúmes, vê a minha coninha ser tão bem tratada, tão bem fodida. O meu cuzinho também quer dessa diversão.

Esta foi a minha deixa para tirar a minha pila da cona da
Sónia roçar a cabecinha um pouco no olho do cu dela e depois enfiá-la toda até ao talo, não rapidamente e de força tudo de uma vez só como habitualmente, mas sim lentamente, desfrutando cada milímetro que enfiava no cu da Sónia, o melhor cu do mundo. Enquanto ia sendo enrabada a Sónia dizia:

- Oh, sim, sim! É disso que o meu cuzinho gosta. É isso que eu quero. Fode, fode esse cu faminto por piça. Faz o meu cuzinho vir-se da mesma maneira que fizeste a minha cona.

Quando finalmente a minha cintura tocou nas nádegas da Sónia comecei a malhar-lhe no cu com toda a pujança que tinha, o cu dela bem molhado não oferecia resistência nenhuma à entrada e saída da minha pila, a Sónia abanava-se para a frente e para trás com as minhas estocadas e palmadas nas nádegas. Excitada como estava a Sónia não demorou muito a atingir novamente o orgasmo:

- AAAAAAHHHHH! ESTOU A VVVVIIIIIIIIIIIIIIRRRRR-MMMMMEEEEEEEEE!!!!! Ah, tão bom, tão bom!

Mais uma vez com o orgasmo da Sónia abrandei o ritmo, com o cu da Sónia a apertar-me a pila com o orgasmo fiquei perto de atingir o orgasmo também.

- Tenh
o aqui uma enorme quantidade de leite para lhe oferecer, Sónia. Como quer que lho sirva? – perguntei eu.

- Directamente na minha boquinha. – respondeu a
Sónia.

Então tirei a minha pila do cu dela, ela sentou-se na mesinha virada para mim, eu apontei a minha pila à cara dela e soltei tudo o que tinha acumulado. A
Sónia com a boca aberta e a língua de fora esperava o leitinho que eu tinha para lhe dar, para puder saciar a sua sede. A maior parte do esperma foi directamente para a boca da Sónia, que prontamente o engoliu, e algum foi para o queixo e as bochechas e enquanto a Sónia limpava o queixo e as bochechas e metia essa esporra à boca eu, de pé contemplando o maravilhoso espectáculo que tinha à minha frente, disse a minha última deixa nesta cena:

- Como lhe disse, Sónia, provei a minha teoria. Está provado ipso facto que Sónia Araújo é uma viciada em piças.

A
Sónia disse também a sua última fala nesta cena, não tendo já nenhuma esporra na cara:

- Obrigado por esta entrevista reveladora doutor Car(v)alho e obrigado por me ter saciado a sede. A sua esporra é muito saborosa. Fico ansiosa por voltar a tê-lo no programa. – virou-se para a câmara e finalizou a cena – Quanto a si caro telespectador, vamos fazer um curto intervalo, deixe-se ficar por aí que ainda temos muito para lhe mostrar.

E com o fim desta fala o assistente de produção disse:

- OK e fim de cena. Espectacular. Temos aqui óptimo material, grande início para o nosso filme. Vamos lá prepararmo-nos para a segunda cena depressinha.

Na segunda cena do filme iam entrar a
Sónia, o meu amigo e o assistente de produção, eu ficaria atrás das câmaras. O meu amigo e o assistente de produção já estavam vestidos e preparados para a cena por isso foi só o tempo de a Sónia vestir os pedaços de tecido que tinha despido e estávamos prontos para gravarmos a segunda cena. Os três intervenientes assumiram as suas posições para iniciarmos a cena, a Sónia novamente no centro do cenário e os dois homens uns metros atrás dela, eu estava a postos atrás das câmaras, senti-me um Steven Spielberg, e dei a ordem para começar-mos a gravar:

- Estão todos prontos? – todos acenaram que sim – Acção.

E começou a segunda cena do nosso filme, novamente iniciada pela
Sónia:

- Bem-vindos à segunda parte da Praça da Alegria. Está na hora do nosso momento de dança.

A
Sónia aproximou-se do meu amigo e do assistente de produção e continuou:

- Tenho comigo dois bailarinos que nos vão falar numa num novo estilo de dança. Falem-nos nesse estilo, como se chama, em que consiste e depois podemos fazer uma demonstração para os nossos espectadores.

Quem respondeu foi o meu amigo:

- Bom dia, Sónia. Esta dança que vimos aqui hoje demonstrar é uma dança criada recentemente e que nós estamos já trouxemos para Portugal. Chama-se FuckDance.

- E antes da demonstração o que é que nos podem dizer sobre este estilo. – inquiriu a Sónia.

- FuckDance tem algumas particularidades que a tornam única, podem ser duas ou três pessoas e é uma dança onde há contacto permanente entre os participantes. - respondeu o meu amigo.

- Ok,
vamos então passar à demonstração. – disse a Sónia para a câmara – eu também vou participar, todos conhecem a minha paixão pela dança, vamos fazer uma coreografia a três.

E então começou a “dança”, eles não tinham música iríamos por a pô-la quando fizéssemos a montagem do filme, mas a falta de música não era problema. A dança começou com a Sónia entalada entre o meu amigo e o assistente de produção, a esfregarem-se e a apalparem-se, a Sónia já tinha as mãos nos caralhos dos dois por cima das calças, e eles já tinham as mãos em todo o corpo da Sónia, as mamas eram apalpadas e apertadas, o rabo era apalpado, a cona esfregada. Todos eles gemiam. Para a cena ficar mais credível pelo meio eles iam dizendo coisas que explicavam este estilo de “dança”:

- Como podem ver no FuckDance os bailarinos devem tocar-se o mais possível. – explicava o meu amigo enquanto puxava a micro-saia da Sónia para cima e lhe passava os dedos no rego do cu.

Qua
ndo mudaram de posição foi possível captar umas imagens bem excitantes; a Sónia tirou o top e agachou-se, nunca parando de apalpar as duas pilas, ficando com as pernas abertas vendo-se bem aquela cona linda, rapada, molhada, perfeita. Desapertou as calças dos dois homens que prontamente se desenvencilharam delas e dos boxers também, finalmente a Sónia tinha duas pilas apontadas à cara. Logo começou a chupa-las, chupava à esquerda, chupava à direita, a grande velocidade, sempre enfiando-as na boca até ao talo, deixando-as todas cobertas de saliva, a pila que não tinha na boca esfregava freneticamente com uma das mãos.

- Adoro esta dança. – disse a Sónia entre chupadelas.

- A
Sónia “dança” melhor do que eu pensava. – disse o assistente de produção.

A dada altura a Sónia parou de chupar e bateu-lhes punhetas freneticamente, lambendo os lábios saboreando melhor o sabor das pilas que tinha tido na boca. A Sónia levantou-se, sem largar os dois caralhos, e os dois homens tornaram a apertá-la no meio deles. A Sónia debruçou-se para a frente e ficou na posição de apanhar o sabonete, o meu amigo ficou com aquele lindo rabo bem empinado à sua frente, levantou-lhe ainda mais a micro-saia para deixar aquelas nádegas e aquele rego bem expostos enquanto apalpava e passava os dedos no rego, desde a cona passando pelo olho do cu, até ao fim do rego, na base das costas, dava-lhe palmadas nas nádegas e na cona. Enquanto isso a Sónia deliciava-se com a pila do assistente de produção lambendo-a, chupando-a, beijando-a, esfregando-a, lambuzando-se toda com aquela pila. A dada altura a Sónia fartou-se dos apalpões e do tratamento que o meu amigo lhe estava a dar no traseiro e queria mais, por isso não se fez esquisita e pediu-o:

- Pára de me provocar e penetra-me de uma vez por todas. Tens dois buracos à tua disposição, escolhe um e enfia-me a piça bem fundo.

O meu amigo assim fez, escolheu a cona e enfiou a piça toda de uma vez começando imediatamente a malhar-lhe fortemente. As nádegas e as mamas da Sónia abanavam freneticamente com as fortes estocadas do meu amigo, o assistente de produção agarrava a cabeça da Sónia e desfrutava o belíssimo broche que ela lhe fazia. Depois os papéis inverteram-se, o meu amigo desfrutava da boca da Sónia e o assistente de produção tratava das traseiras da Sónia, com a diferença que o assistente de produção escolheu o cu da Sónia para penetrar. Claro que toda esta “dança” era completada por loucos gemidos dos intervenientes. Mais uma vez as nádegas e as mamas da Sónia abanavam rapidamente, a Sónia esfregava a cona enquanto o assistente de produção a enrabava. Quando se cansou de estar nesta posição a Sónia ergueu-se ficando novamente ensanduichada entre os dois homens voltando a ser apalpada em todos os lados e nunca parando de bater punhetas aos dois homens. A Sónia, de frente para as câmaras exibindo-se ao máximo, ora virava a cabeça para a esquerda e beijava o assistente de produção, ora virava a cabeça para a direita e beijava o meu amigo. Depois os dois homens pegaram na Sónia e apertaram-na entre eles e penetraram-na. Os dois homens faziam a Sónia saltar vertiginosamente entre eles, com um braço à volta do pescoço do meu amigo e o outro à volta do pescoço do assistente de produção e as pernas completamente abertas; o meu amigo comia-lhe o cu e o assistente de produção fodia-lhe a cona. A Sónia adora aquela posição e isso fazia gemer e gritar ainda mais:

- Ah! Ah! Sim! Sim! Fodam-me! Oh! Não parem! Enfiem essas piças bem fundo!

E nesta posição a pila entra bem fundo, por isso momentos depois e em uníssono os três intervenientes gritaram:

- Aaaah! Vou vir-me!

E enquanto a Sónia arfava com o orgasmo que estava a ter os dois homens encheram-lhe o cu e a cona de esperma. Depois disso e ainda entalada ao colo dos dois homens com as duas pilas dentro dela e enquanto recuperavam o fôlego a Sónia disse a fala final da cena:

- Espero que tenham gostado deste estilo de dança, eu já sou adepta. Fiquem connosco para a terceira e ultima parte da Praça da Alegria, vai ver que não se vai arrepender.

- E fim de cena. – disse eu detrás das câmaras.

O meu amigo e o assistente de produção pousaram a Sónia, trocamos elogios, conferimos o que tínhamos acabado de gravar e preparamo-nos para a última cena, a Sónia ajeitou a micro-saia e vestiu o top e nós, os homens, vestimos as nossas indumentárias para a cena final. Como na última cena íamos entrar todos preparamos as câmaras para não ser necessário estar ninguém a manobra-las enquanto gravavam. Depois de todas as câmaras prontas e as apontar para os sítios devidos, e estando já a gravar posicionamo-nos para começar-mos a representar.

- Já sabes qual é a câmara, quando estiveres pronta podes começar a falar. – disse o assistente de produção à
Sónia.

A
Sónia assim fez, posicionou-se em frente à câmara respirou fundo e começou a dizer a sua deixa, iniciando assim a terceira e última parte do nosso filme:

- Bem-vindos à terceira e última parte da Praça da Alegria. Vamos agora desfrutar de boa música. Dêem as boas vindas aos 4Foda (para os mais distraídos pronuncia-se [four foda]).

A Sónia encaminhou-se para nós e quando chegou à nossa beira continuou:

- Falem-nos um pouco deste projecto. – pediu ela.

- Os 4Foda são um projecto recente sendo a nossa principal característica a ausência de instrumentos musicais, usamos apenas a nossa voz. Eu sou barítono e os meus colegas são tenor e contra tenor. – respondi eu.

- Muito bem, e que tema nos vão interpretar agora? – perguntou a Sónia.

- Nós gostaríamos de responder a essa questão depois de cantarmos, pois este é um tema muito especial porque é uma homenagem a alguém que nós amamos muito. - respondeu o meu amigo.

A
Sónia disfarçou uma certa surpresa com esta resposta. De facto nós tínhamos preparado uma surpresa para aSónia. Nós dissemos-lhe que quando fosse a parte de cantarmos faríamos uma palhaçada qualquer, mas de facto nós escrevemos uma letra para uma música para cantarmos à Sónia. A Sónia não interrompeu a cena e continuou:

- Muito bem, vamos então ficar com os 4Foda.

A Sónia retirou-se para uma zona que nós lhe tínhamos indicado para ir para lá pois tínhamos uma câmara virada para lá para registar-mos a reacção dela ao ouvir a música para depois pormos no filme. Nós respira-mos fundo e começamos a cantar. Deixo-vos aqui o refrão da nossa música:

“Eu gosto de mamar nas tetas da Sóninha

Eu gosto de enrabar o cu da Sóninha

Eu gosto de foder a cona da Sóninha

Fodo a Sónia à hora que eu quero

Porque a Sónia é uma pu**nha”


O que aconteceu quando acabamos de cantar não estava no guião, a Sónia veio ter connosco com os olhos húmidos, francamente emocionada, abraçou-nos aos três e enquanto nos abraçava sussurrou-nos:

- Eu amo-vos meninos. Por favor não me deixem nunca. Não vos quero perder.

- Queres parar um bocado para te recompores,
Sónia? – perguntou o assistente de produção, também num sussurro.

- Não, vamos continuar, não aguento mais sem ter as vossas piças dentro mim. - respondeu a Sónia.

Então soltou-nos e continuou, improvisando mais um pouco devido à surpresa que lhe fizemos:

- Antes de mais quero agradecer-vos pela bonita homenagem. – agradeceu a Sónia.

- Agora já podemos responder à sua pergunta. – disse o meu amigo – a canção chama-se simplesmenteSónia Araújo”.

- Estou muito comovida, não tenho palavras para expressar a minha gratidão. Por isso vou agradecer-vos com gestos. – disse a Sónia.

E dito isto ajoelhou-se à nossa frente, baixou-nos as calças e os boxers e caiu de boca nas nossas pilas, as pilas que não estavam na boca dela estavam numa das mãos. A
Sónia acariciava, lambia, beijava e chupava-nos as pilas, enquanto isso eu e os rapazes ia-mos dizendo:

- Oh,
Sónia, não tem de quê…

- …foi com todo o gosto que fizemos a canção.

A Sónia deixou-nos as pilas bem meladas com a boca, depois levantou-se, nunca parando de nos bater punhetas, e disse:

- Isto não é nada. Vocês foram tão queridos, merecem muito mais.

Dito isto foi buscar uma cadeira e trouxe-a para a nossa beira. A Sónia não precisou de dizer nada, nós já sabíamos o que ela tinha em mente. O assistente de produção apressou-se a sentar-se nela e a Sónia apressou-se em pôr-se em cima dele, agarrou-lhe na pila esfregou-a no grelo e enfiou-a toda de uma vez. Enquanto saltava, ao colo do assistente de produção, chupava a mim e ao meu amigo. As mamas da Sónia saltavam e o assistente de produção agarrou-as e começou a acaricia-las e beija-las. Ao fim de algum tempo a Sónia levantou-se e fui eu para a cadeira, a Sónia sentou-se em mim, mas desta vez de costas para mim, roçou o rego do cu na minha pila e eu enfiei-lhe a pila no olho do cu, agarrei-lhe nas ancas e mais uma vez ela começou a saltar montada na minha pila. As nádegas do cu da Sónia batiam com força na minha cintura cada vez que a minha pila se enterrava no cu da Sónia. Mais uma vez enquanto saltava a Sónia ia fazendo broches ao meu amigo e ao assistente de produção. Escusado será dizer que enquanto tudo isto se desenrolava só gemidos e gritos de prazer foram uma constante. A Sónia parou de saltar e começou a rebolar o cuzinho com a minha pila bem entalada nele, enquanto fazia isso e esfregava os paus do meu amigo e do assistente de produção disse:

- Isto é óptimo, mas vocês merecem mais.

E dirigiu-se para uma mesa, nós seguimo-la e seguimos as instruções que ela nos deu. Como de costumes da cabeça da
Sónia saem as ideias mais excitantes e ordinárias de todas. Eu deitei-me em cima da mesa, Sónia deitou-se em cima de mim, ficamos mesmo cara a cara coisa que eu adoro pois isso permite-me ver a cara dela enquanto está a ser fodida e isso dá-me ainda mais tesão, ela agarrou na minha pila e enfiou-a na cona, o assistente de produção também se pôs em cima da mesa por cima da Sónia e enfiou-lhe a pila no cu, o meu amigo ficou em pé e aproveitando o espaço que restava enfiou também a pila no cu da Sónia, algo a que ela já estava habituada, ter duas pilas enfiadas no cu. Como é óbvio não havia espaço suficiente para o meu amigo enfiar a pila toda, mas isso não impediu a Sónia de, assim que sentiu as três dentro dela, atingir o orgasmo; ela nem sequer conseguiu falar apenas soltou um “huuumm” prolongado e senti a cona dela apertar-me a pila. Depois de ela ter atingido o orgasmo, começamos a bombar cona e cu o melhor que podíamos.

- Oh, tão bom! Oh, tão bom! Não parem! Por favor, não parem! – arfava a Sónia.

Eu tinha o privilégio de estar a olhar para a linda cara da
Sónia e ver as expressões de tesão e prazer que ela fazia, coisa que me dava ainda mais tesão; ela fechava os olhas, abria a boca, mordia os lábios, cerrava os dentes; a dada altura não aguentei mais só contemplar aquelas expressões e agarrei a cabeça da Sónia e beijei-a, começamos a trocar saliva, as nossas línguas enrolaram-se, um beijo cheio de tesão; quando os nossos lábios se descolaram a Sónia manteve-se a chupar a minha língua, tudo aquilo era bom demais. A certa altura o meu amigo tirou a pila dele do cu da Sónia, saiu detrás dela e pôs-se à frente dela a abanar a pila, a Sónia parou de chupar a minha língua, abocanhou a pila dele e começou a chupa-lo. Agora que tínhamos mais espaço para nos movimentarmos eu e o assistente de produção começamos a bombar na Sónia o mais forte e rápido que conseguíamos e a Sónia chupava o meu amigo com tamanha voracidade que parecia que queria engolir a pila dele. Com tudo isto a acontecer dentro dela, daí a pouco a Sónia estava a vir-se outra vez, mais uma vez a Sónia senti a cona dela apertar-se em torno da minha pila e ela soltou mais um prolongado “huuuummm” desta vez abafado pelo facto de ela ter a pila do meu amigo completamente enfiada na boca, até à garganta. Após todos nós desfrutar-mos o orgasmo da Sónia o meu amigo disse:

- Não é só a canção que temos para ti,
Sónia. Temos aqui mais uma coisinha.

- Ai sim? E que surpresa é essa? – perguntou a
Sónia, fingindo-se despercebida.

- Põe-te de joelhos e já vês… e saboreias. – respondi eu.

Então depressa saímos de cima da mesa e num abrir e fechar de olhos a Sónia estava de joelhos à nossa frente, boca aberta e língua de fora a levar com toda a esporra que tínhamos para lhe dar na cara. Quando paramos de ejacular a Sónia lambeu e chupou a esporra que ainda pingava e escorria nas nossas pilas, depois levantou-se e virou-se para as câmaras e enquanto limpava a esporra da cara e das mamas e metia à boca terminou o programa.

- Espero que tenham gostado do programa. Eu sei que gostei. Sou Sónia Araújo, p*** das manhãs e a Praça da Alegria é o meu recreio. Tenham um muito bom dia.

Acabou de limpar a esporra em frente às câmaras e demos as filmagens por terminadas, arrumamos mais ou menos o sítio e saímos dali para fora. Quando saímos dos estúdios da RTP era quase 20horas.
No dia seguinte eu, o meu amigo e o assistente de produção reunimo-nos para fazermos a montagem e edição do filme. Ficou fantástico, como nós tínhamos prometido o melhor filme pornográfico de sempre. Metemos o genérico real do programa, nos intervalos metemos vídeos da
s publicidades em que a Sónia participa, ficou perfeito. Ligamos à Sónia quando terminamos e ela ficou excitadíssima para ver o resultado final, por isso marcamos a estreia mundial da nossa obra-prima para a noite do dia seguinte na casa do assistente de produção. Assim sendo na noite do dia seguinte introduzimos o DVD no leitor de DVD, sentámo-nos no sofá e carregamos no Play. A Sónia estava felicíssima, e à medida que o filme avançava íamos ficando mais e mais excitados de tal forma que quando os créditos finais começaram a passar estávamos todos a masturbar-nos. A reacção da Sónia:

- Uau, ficou ainda melhor do que eu estava à espera. Vocês são extraordinários. Eu sou mesmo a mulher mais sortuda do mundo.

- Tu é que és fantástica. Mereces o Oscar para melhor actriz. – disse eu.

- Limitei-me a abrir as pernas para vocês. Vocês é que tiveram o trabalho todo. – respondeu a
Sónia.

- Achas que fazer isto foi trabalho? Se pudesse deixava o emprego e fazia isto todos os dias. – disse o assistente de produção.

- Não me ponham ideias na cabeça. Já sabem que eu sou maluca o suficiente para deixar tudo a abraçar a carreira de actriz porno. Foder como modo de vida, que sonho. – disse a Sónia.

Voltamos a pôr o filme a dar, mas desta vez em vez de ficarmos sentados no sofá a masturbar-nos enquanto o víamos fodíamos ao som dos gemidos que saiam dos altifalantes, era quase uma competição para vermos quem gemia mais, nós na televisão ou nós naquela sala. Mas quando o filme acabou nós continuamos a foder pela noite fora, orgasmos e mais orgasmos e mais orgasmos, sem nunca parar, até termos que ir para o estúdio gravar o programa.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: FERNANDO PESSOA

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