"E assim foi. Fodemos em todos os locais do quarto e em várias posições. Acabamos vencidos pelo cansaço e adormecemos. De madrugada acordei e voltei para o meu quarto. No dia seguinte, ao levantar-me para o congresso tinha um bilhete na recepção:"Acho que perdi o avião. Logo estou à tua espera."
Fui incapaz de me concentrar no Congresso. Da minha cabeça não saíam as imagens da noite interior, daquele corpo a cavalgar-me, debaixo de mim, de quatro... Aquela boca a chupar-me o caralho e a fazer-me delirar.
Quando regressei ao hotel, tinha novo recado na recepção:
- "Enquanto estavas no congresso, fui às compras e estou ansiosa por te mostrar o que comprei..."
- "Enquanto estavas no congresso, fui às compras e estou ansiosa por te mostrar o que comprei..."
Nem fui ao meu quarto. Dirigi-me directamente ao quarto da Ana Rita. Bati à porta, simultaneamente nervoso e excitado. A porta abre-se, eu entro. A Ana Rita, que tinha vindo abrir caminhava em direcção da cama, de costas para mim. Saltos altos, meias de renda com, cinto de ligas... Tanguinha e soutien também rendados. Caminhou até à janela da varanda, proporcionando uma sedutora imagem do seu corpo à contra-luz.
Abriu a janela e saiu para a varanda. "Está doida!" pensei, mas fui atrás dela. Debruçou-se na varanda, arrebitando o cu para mim. Aproximei-me por trás dela e perdi a noção do sítio onde estava. Encostei o meu caralho já teso àquele cu, enquanto lhe apalpava as mamas e a beijava na boca, nas orelhas e no pescoço. Deslizei a minha mão direita até à coninha, que já se encontrava bastante húmida. A minha mão esquerda continuava nas mamas.
Ajoelhei-me. Ela não se mexeu adivinhando o que eu iria fazer. Estava agora com aquele rabo junto da minha cara e a cona a escassos centímetros. Arrumei a tanguinha para o lado, lambi e chupei aquele grelo. Que sabor delicioso! Os movimentos da minha língua eram acompanhados por penetrações dos meus dedos. O meu pau parecia querer saltar pelas calças fora. A Ana Rita rebolava o rabo na minha cara e soltava pequenos gritinhos. Percebi que queria algo mais forte dentro dela. Desapertei as minhas calças e num segundo penetrei-a. Com força. De uma só vez. Lá em baixo o movimento da cidade, completamente alheio à nossa foda.
Ela ainda não tinha dito nada e isso excitava-me. Fodi-a da forma mais animalesca que consegui. Sem me preocupar se ela gozava ou não, comi-lhe a cona até me esporrar em largos jactos dentro dela.
Quando tirei o caralho para fora virou-se para mim, fitando-me nos olhos com o olhar carregado de tesão. Ajoelhou-se e engoliu as gotas de esperma que ainda tinha coladas a mim. Empurrou-me para dentro do quarto até me deitar na cama. Sempre sem dizer nada.
Veio para cima de mim e beijou-me longamente na boca. Quando me preparava para lhe tirar o soutien, impediu-me de o fazer. Meteu a mão na gaveta da mesinha de cabeceira e de lá tirou uma tesoura. Percebi o que ela queria. Cortei-lhe o soutien, a tanga e o cinto de ligas. Ficou apenas com os sapatos e as meias de renda.
Beijou todo o meu corpo até chegar ao pau. Abocanhou, fazendo-me um broche delicioso. Senti que me estava a vir. Pedi para parar, mas ela continuou e esporrei-me na boca dela, fazendo-a engolir todo o meu leite.
Eu já me tinha vindo duas vezes, mas ela estava insaciável. Depois de engolir, agarrou o caralho, batendo uma punheta e não o deixando murchar. Finalmente, falou:
- Agora vou foder-te e só te vais esporrar quando eu disser!
Isso não era problema, dados os meus dois orgasmos anteriores.
Quando sentiu o caralho novamente duro, virou-se de costas para mim, enfiou-o dentro dela e começou a cavalgar, lentamente e depois aumentando o ritmo. Eu apalpava e dava palmadas no cu dela. Que perfeito aquele rabo! Com o olho do cu virado para mim, arrisquei a minha sorte e enfiei-lhe um dedo.
- Na mesinha de cabeceira tem algo melhor que o teu dedo... - disse, arfando.
Estendi a mão e encontrei um vibrador. Enquanto ela me cavalgava, fui-lhe metendo o vibrador no cu:
- Isso cabrão! Mete todo! Não tenhas medo!
Mas eu queria era enrabá-la eu! Contudo, fiz o que ela mandou, até que ela se veio, gritando como uma louca! Tirei o vibrador do cu dela e ela saiu do meu caralho. Estavam aqueles dois buraquinhos, todos abertos virados para mim.
- Agora podes-te vir... como e onde quiseres!
Não pensei duas vezes e enfiei o meu caralho bem fundo no cu dela, já aberto pelo vibrador.
Tentei retardar ao máximo o meu orgasmo e desfrutar daquele cu delicioso. Quando já não podia mais, tirei-o do cu, virei a Ana Rita para mim e esporrei-me todo na cara e no cabelo dela, mesmo à filme porno.
Agora era minha vez de permanecer em silêncio. Vesti-me e saí do quarto sem dizer nada.
FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: FANTASY WRITER



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