Tuesday, November 3, 2009

MARIANA MONTEIRO - "Sex On The Beach"

Estava eu a trabalhar como barman numa daquelas festas do Jet 7, numa grande mansão, quando ao bar chega a Mariana Monteiro. Após lhe ter dado a bebida, pedi para lhe tirar uma foto e ela aceitou. Sentou-se numa pequena fonte que havia por ali, cruzou as suas maravilhosas pernas e sorriu. Tirei-lhe a foto e peguntei-lhe se queria beber mais alguma coisa. Ela disse que não, porque nessa noite ia a uma inauguração de uma nova discoteca junto à praia.
- "Que coincidência, eu trabalho nessa discoteca como barman".
- "A sério? Talvez a gente se encontre por lá. Agora tenho de ir. Até logo". Disse ela.
Por volta da 1:30 da manhã, apareceu a Mariana. Ela trazia no corpo um vestido azul transparente com um decote que acabava mesmo por baixo das mamas.
- "Olá. Tu estás fantástica".
- "Obrigada". Respondeu ela.
- "O que desejas".
Ela olhou para mim, deslizou os dedos subtilmente por entre as mamas, piscou-me um olho e disse:
- Apetece-me um "Sex on the beach".
- "Ora aqui está. Este é por minha conta". Disse-lhe.
- "Obrigada".
Enquanto ela bebia, conversávamos e quando ela acabou de beber, levantou-se e disse que ia passear pela praia e perguntou se eu não a cria acompanhar.
Não pensei duas vezes. Virei-me para o outro barman e pedi-lhe para me substituir um pouco enquanto ia apanhar ar fresco, porque não me estava a sentir bem.
Saímos dali. Cá fora, sentou-se num muro pequeno, primeiro cruzou uma das pernas e tirou o sapato depois cruzou a outra e tirou o outro sapato.
- "Não te importas"? Perguntou ela enquanto me dava os sapatos.
- "Claro que não".
Já íamos longe. Não se ouvia a música, nem se via ninguém. Enquanto falávamos, ela suavemente agarra a minha mão e pergunta-me:
- "Sabes o que é que me está a apetecer"?
- "Acho que sim. Tu queres um Sex on the beach".
Ela sorriu. Beijei-a na boca e ao mesmo tempo ia desapertando os três botões que apertavam o decote. Baixei-lhe o vestido até à cintura, deixando as mamas a descoberto. Apalpei-lhe as tetas, chupei-lhe os mamilos. Mordi-lhe suavemente um mamilo e ao mesmo tempo com a minha língua, brincava com ele. Depois passei para a outra teta. Chupava-lhe um mamilo e apalpava a outra teta.
- "Mais, mais,mais". Pedia ela.
Subi até ao pescoço. O cheiro do perfume dela deixava-me maluco. Beijei-lhe o pescoço, a boca. Ela começou a desapertar-me as calças. As calças cairam, ela esfregou-me a picha e apalpou-me os tomates. Ajoelhou-se tirou-me os boxers e começou a lamber suavemente a cabeça da piroca. Chupou-me a verga e também ela mordiscava-me o pénis. Levantei-a e coloquei-me de joelhos, subi o seu vestido. Ela não trazia qualquer roupa interior. Fiquei por breves momentos a admirar aquela cona bem rapadinha. Comecei por lamber-lhe a cona, depois chupei-lhe o clitóris. Meti-lhe a minha língua dentro daquela rata maravilhosa.
- "Sim, sim, ooohhhhh, sim. Vai fode essa cona toda". Pediu-me ela.
Continuei a chupar e a lamber-lhe a rata. Abri-lhe os lábios da cona deixando o clitóris bem à vista. Chupei-lhe com mais tesão e os gemidos dela, eram cada vez mais altos.
- "Estou a vir-me". Disse ela.
Ela veio-se, molhando a rata toda.
- "Fode-me. Mete esse pau na minha cona e fode-me".
Deitei-me na areia, e ela imediatamente ajoelhou-se em cima de mim. Apontou o mastro à sua cona e deslizou por ele abaixo devagar. Subiu e voltou a descer devagar e à medida que a sua cona apertadinha se ia moldando ao meu pau, começou a cavalgar cada vez mais rápido. Enquanto cavalgava, ela tirou o seu vestido, eu agarrei-lhe as mamas e ela continuava no sobe e desce, sempre ao mesmo ritmo. Ela ofegante abrandou o ritmo, começando a mover a sua cintura ao som das marés. Deitou-se sobre mim ficando imóvel, deixando-me continuar. Iniciei devagar, fui acelerando. Ela gemia e soltava gritos de prazer, acelerei até os seus gritos e gemidos abafarem o som produzido pelos meus tomates a baterem-lhe entre o cú e a cona.
- "Força, não pares, aaaahhhhh, vou-me vir outra vez".
A minha verga toda molhada, saltou fora da rata, senti esguichos a atingirem-me as pernas. Ela virou-se para o mar, virando as costas para mim, colocou-se de cócoras sobre o meu pau e de braços sobre os seus joelhos, deslizava suavemente pela minha verga. Os gemidos ecoavam pela praia. Sem tirar o meu pau da sua rata, ela virou-se novamente para mim e ainda de cócoras movimentava-se para cima e para baixo, enquanto eu lhe mexia nas tetas e via o meu dardo a trespassar o alvo. Os seus olhos reviravam enquanto gemia e por entre gemidos ela pediu:
- "Oooohhh, quero que me comas o rabo".
Ela colocou-se de quatro e eu cuspi-lhe no olho do cú. Com um dedo besuntei um pouco e comecei a por o meu dedo devagar no cú dela. Estava bem apertado.
Enquanto apontava a cabeça da piroca, ela virou a cabeça para trás. Quando meti o meu pau dentro do rabo, os olhos dela reviraram e ela soltou um grito de prazer. Os gemidos aumentaram de volume e por vezes lá saía mais um grito. Eu agarrava-lhe as mamas, beijava-lhe o pescoço.
- " Força, não pares. Come-me o rabo. Dá-me mais".
Os nossos corpos já estavam suados de tanta acção, mas ambos queríamos mais. Ela deitou-se na areia, eu ajoelhei-me e levantei-lhe uma perna sobre o meu ombro e meti outra vez a picha na sua rata. Agarrei-me à sua perna e fodi-lhe a sua cona. Por vezes colocava o dedo na boca dela, ela humedecia o meu dedo e eu com ele húmido esfregava-o no clitóris.
- "Mais, dá-me mais".
Voltei a deitar-me na areia e ela sobre mim de cócoras, começou a a movimentar-se cada vez mais rápido, levando-me ao êxtase.
- "Tou quase a vir-me".
- "Não te preocupes, podes vir-te dentro de mim".
Os movimentos aumentavam de velocidade, acompanhados pelos gritos dela e os meus gemidos.
- "AAAAAHHHHHH".
- "Oooohhhhh, sim, sim, vêm-te".
À medida que me vinha os seus movimentos pélvicos diminuíam de intensidade.
Cinco ou seis jactos enormes encheram a rata dela e escorriam pela minha verga abaixo. Ela deitou-se sobre mim, movendo ligeiramente a cintura de tempos a tempos. Ficámos assim uns cinco minutos.
- "O que se passa". Perguntou ela.
- "Nada, porquê ?"
- "Aindas tás com tesão".
- "É normal. Depois de foder, fico sempre com tesão por mais uns 15, 20 minutos".
Ela não perdeu tempo, saíu de cima de mim, o meu leite pingava da sua rata, e ajoelhou-se ao meu lado, metendo o meu pau na sua boca. Chupava e lambia o resto que lá tinha ficado. Não desistiu e continuou a chupar e a lamber por mais 10 minutos, até que lhe disse que tava para me vir outra vez. Ao dizer isto, ela chupou com mais convicção.
- "AAAHHHH".
As suas bochechas incharam com dois pequenos jactos, e sem tirar o pau da boca ela engoliu o meu leitinho.
Fomos ao mar para nos lavarmos e no final voltámos para a discoteca. No final da noite, convidei-a para voltar lá na semana seguinte e ela aceitou.....

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HM

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