Estava eu a trabalhar na minha oficina, quando por volta das 14 horas, aparece um SUV a trabalhar de uma maneira estranha. O carro parou e de lá saiu uma mulher. A princípio não me apercebi de quem era, mas há medida que se foi aproximando, vi que era a Sónia Araújo. Ela trazia um vestido preto que assentava sobre um dos seus ombros, deixando o outro completamente desnudo.- " Boa tarde ".
- " Olá, boa tarde. Qual é o problema? ". Perguntei-lhe.
- " Bem, ía para casa e o meu carro começou a fazer este barulho estranho. Estava com medo de estragar, por isso parei aqui. Sabe o que será? ".
- " Pode ser várias coisas. Desde válvulas a bombas injectores".
- " Bem eu disso não percebo nada. Mas dá para arranjar?".
- " Claro, mas não sei se conseguirei fazer isto hoje, porque tenho este carro para acabar".
- " Que chatice. Eu preciso mesmo do carro. Não dá mesmo para me entregar o carro hoje? ".
- " Bem fazemos o seguinte: A oficina fecha às 18 horas, mas eu fico por cá mais um pouco e vejo o que posso fazer. Passe por aqui às 19 horas. Pode ser?".
- " Sim pode ser. Deixe-me só ir ali ao carro buscar uns papéis ".
Chegada ao carro a Sónia abriu a porta e debruçou-se sobre o banco do condutor, para chegar ao porta-luvas. O rabo espetado na minha direcção, levou-me a pensar que bom seria poder comê-lo. Batalhava mentalmente para não ficar com tusa, mas o que é certo é que o meu pau tinha vontade própria e já se notava um pequeno alto no macacão. Nisto ela pega nos seus papéis e repentinamente vira-se para mim, apanhando-me a olhar para aquele rabo bem delineado e reparando na inconveniência. Fingiu que não tinha reparado, mas a verdade é que quando ela chega ao pé de mim, os bicos das suas tetas estava erectos. Talvez, um pouco atrapalhada, ela deixou cair os seus papéis ao chão. Prontifiquei-me a apanhar os papéis e ela, ajeitando ligeiramente o vestido, subindo-o um pouco, colocou-se de cócoras, à minha frente, de joelhos juntinhos, também a apanhar os papéis. Enquanto apanhava as folhas, ia reparando nas pernas da Sónia, e ela, talvez apercebendo-se da situação lá ia abrindo um pouco os joelhos, permitindo-me ver uma cueca branca. Entreguei-lhe as folhas que apanhei e ela então pega nas chaves do carro e num gesto lento e suave, coloca-as no bolso do meu macacão, apalpando-me discreta e suavemente a perna.
- " Muito obrigada mais uma vez. Às 19 estarei cá. Boa tarde".
- "B...Boa tarde". Gaguejei.
Passava um pouco das 19 horas e já tinha o carro da Sónia pronto. Fechei a garagem, deixando uma pequena porta entreaberta e fui à casa de banho lavar as mãos e quando voltei a Sónia estava ali à minha espera.
- "Olá, boa noite. Desculpa atrasei-me um pouco, mas espero que não te importes"."Ela tratou-me por tu. Vou também tratá-la por tu". Pensei.
- " Não faz mal. Tenho aqui as chaves do teu carro, podes experimentar".
- " Não é preciso confio em ti. Quanto é que é o serviço? ".
- " Bem eu não vou cobrar-te a mão de obra, mas a peça custou 100 euros".
- " Ahh !! Muito obrigada."
Ela pega a carteira que trazia com ela, e tira um cartão multibanco.
- " Lamento, mas não pode ser, porque como a oficina fecha às 18, eu não posso aceitar um pagamento com cartão depois disso".
- " Ora bolas. Mas eu não trago comigo esse dinheiro todo. Só tenho aqui 50 euros".
Ficámos num impasse por breves segundos e depois ela encosta-se ao capô do seu carro com as mãos sobre as pernas, levanta ligeiramente um pouco o seu vestido e pergunta-me sorrindo:
- "Não me podes fazer mais um desconto?".
Eu ri-me da situação mas antes de qualquer resposta, ela estende o dedo indicador na minha direcção e chama-me para perto dela. Aproximei-me dela, ficando a cerca de um metro dela, então ela agarra a minha mão e coloca-a sobre a sua mama e pergunta-me:
- " Quanto é que isto dá de desconto?".
Mais uma vez sem tempo de reacção ela agarra a minha outra mão e pousa-a sobre a sua outra teta.
- " E isto quanto vale?"
Engulo em seco e digo:
- " Certamente que vale de muito".
Então ela leva as minhas mão até às suas pernas e levanta um pouco a saia com elas e num movimento rápido, coloca-me encostado ao capô e desaperta-me o macacão. Tira-me o “malho” para fora, ajoelha-se e começa a chupá-lo lentemente. A minha tora começa a crescer dentro da boca dela, a cada chupada, ela vai cada vez mais fundo até que finalmente a minha picha desaparece dentro da boca dela. Ainda com a verga dentro da boca, ela começa-me a lamber as bolas com a sua língua.
- “ Então estás a gostar? Espero que o desconto seja muito grande”.
Naquele momento só queria que o pagamento se fodêsse. Tinha a Sónia com a minha piroca na boca. Ela chupava com mais afinco, os sons produzidos pela sucção deixavam-me cada vez mais louco. Enquanto parava para se restabelecer, continuava o serviço com as mãos, rodando-as sobre o meu pénis. Pensei que se não fizesse nada iria explodir ali, por isso, ajudei a levantá-la e sentei-a no capô. Abri ligeiramente as suas pernas e pus a minha mão por entre elas e apalpei-lhe as coxas. Fui subindo até à sua cona. Ela não me deteve e eu vi que tinha um “free pass”. Levantei-lhe a saia deixando a sua cueca branca à mostra. Notava-se que estava húmida. Arredei a cueca para o lado e deparei-me com uma cona rosada, rapada e húmida. Comecei a lamber-lhe a rata, beijando aqueles lábios que se encontravam húmidos, colocando a língua lá dentro. Entretanto, ela tira o vestido do seu ombro, deixando as suas tetas à mostra. Ela agarrou-me nas mãos e colocou-as sobre as mamas enquanto eu lhe fazia um minete. Ia apalpando, sentindo os mamilos duros, e ia chupando o mexilhão. Tirei o macacão, coloquei-lhe uma perna sobre o meu ombro, agarrei a minha picha e comecei a esfregá-la naquela cona molhada.

- “ Espeta-o o todo”. Disse ela. Mas eu continuava a brincar, roçando o malho na pardaleca dela.
Até que ela já doida com tanto roça-roça, agarrou a minha verga, e num movimento feroz, espetou-a na sua cona, soltando um “Ahhh” agudo de prazer. Comecei no vai e vem lentamente, introduzindo sempre o malho até aos tomates. A certa altura, agarrei a perna dela que estava no meu ombro e comecei a beijar-lhe os dedos do pé que estavam à mostra através dos sapatos dela. Ia penetrando-a e chupando-lhe o dedo grande do pé. Depois troquei, levantei-lhe a outra perna, chupei-lhe os outros dedos, beijei-lhe o tornozelo. Entre penetrações ia olhando para ela e via o prazer nos seus olhos, os gemidos invadiram a garagem, tornando-se cada vez mais altos. Para evitar que alguém ouvisse os gemidos, fomos para dentro do carro dela. Eu entrei no lado do pendura e ela no lado do condutor. Fechámos as portas e ela sentada do seu lado do carro, debruçou-se sobre mim e começou novamente a chupar o meu nabo. Lambia-o de alto a baixo sem parar. Ela tirou as suas cuecas e passou para o meu lado do carro, ajoelhando-se sobre mim. Não foi preciso apontar, o meu nabo encontrou o caminho sozinho para aquela maravilhosa cona molhada. Apalpava-lhe as tetas enquanto ela se mexia docemente. Reclinámos o banco, dando mais espaço ao prazer. Ela deitou-se sobre mim, mexendo a cintura, continuando a gemer. Os vidros iam ficando lentamente embaciados com o ritmo ofegante da nossa respiração. Ela parou, e atabalhoadamente virou-se de costas para mim. Voltou a sentar-se no meu pau, movia-se rapidamente ao som de pequenos gritos e de gemidos.
- “ Ohhhh, sim, sim. Ahhh. Fode-me”.
Já cansada deitou-se sobre mim, eu apalpei-lhe os melões, beijei-lhe o pescoço e ia fodendo-a devagar. Ela lambia os seus dedos e leváva-os à cona, brincando com o seu clitóris. Os gritos aumentaram.
- “ Ahhhh, vou me vir, vou me vir”. Gritou ela. De repente o meu malho salta fora da sua cona devido à força dos esguichos dela. O tablier ficou inteiramente molhado, os estofos também.
Ela levanta-se mas ainda sentada na verga, diz:
- “ Quero que me fodas o cú”. Acaba estas palavras, ela levanta-se ligeiramente, retira o pau da sua cona, e aponta-o ao cú. Senta-se devagar, hesitando quando sentia dor. Eu com as minhas mãos nas suas ancas, ia exercendo alguma pressão, ajudando-a a sentar-se. Quando o caminho estava mais ou menos alargado, ela sentou-se completamente no meu pau, soltando um Aaaiiiii de dor mas ao mesmo tempo de prazer. Ela cavalgava com rapidez, produzindo um “baque” a cada estocada.
- “ Ahhh. Sim. Ohhh. Fode-me esse cú. Mais, dá-me mais”.
Eu, com uma mão mexia-lhe na cona e com a outra nas mamas. Os vidros estavam de tal maneira embaciados, que não se via nada lá para fora. Ela então tira o vestido pela cabeça, nunca parando de se movimentar. Mais uma vez ela virou-se para mim e sentou-se com a cona no meu pau, colocou os pés sobre os meus ombros, ao lado da minha cabeça e com o nabo todo enfiado na cona, ela movimentava a sua cintura para a frente e para trás, de um lado para o outro. Eu beijei-lhe os dedos dos pés através daqueles sapatos. Ela colocou-se de cócoras, movimentando-se para cima, até o nabo quase sair da sua cona, e para baixo, até o seu rabo bater nas minhas bolas.

- “ Ahhh. Fode-me. Sim. Ohhhh. Vou me vir outra vez”. Disse ela.
Senti uns pequenos jactos na picha. Mesmo sem tirar o mastro da cona, o líquido escorria pelo nabo, molhando a minha pintilheira. Umas bombadas mais fortes e mais rápidas depois, disse-lhe que estava pronto para me vir.
Ela sai de cima de mim, vira-se e dá-me a provar a sua cona, enquanto me faz um broche. Afasto-lhe os lábios da cona e começo a lamber-lhe o clitóris e a por a língua na sua cona. O vapor da nossa respiração já tinha condensado, havendo gotas a escorrer pelos vidros.
- “ Vem-te na minha boca. Isso. Ahhhh”.
Ela chupa com rapidez e uns segundos depois, explodo dentro da sua boca. O leite que ela não conseguiu engolir, escorria-me pelo nabo e ela com a sua língua lambia-o. Não satisfeita, volta a sentar-se no meu pau e movimentando-se calmamente pergunta-me:
- “ Gostaste?”.
- “ Adorei”.
- “ Então como vai ser? Tenho mais um desconto ou não?”.
- “ Bem podemos fazer um acordo”.
- “ Sim qual?”.
- “ Agora não pagas nada, mas vais ter continuar a ser minha cliente”.
- “ Bem com um serviço deste, não quero ir a outra oficina”.
Saímos do carro, e ela vestiu-se. Eu dei-lhe um cartão, para ela me telefonar quando o carro tivesse algum problema, ou não....
FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HM




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