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Friday, April 15, 2011

Cristina, Lenka, Lúcia... um trio 5 estrelas - 2ª noite (solo Lúcia)

No dia seguinte cheguei ao Hotel pelas 9h da manhã. As três beldades estavam a deixar a sala do pequeno almoço. Depois de saírem perguntei ao consiérge:

- “sabes onde vão?”

- “Vão às compras. Têm a manhã livre e de tarde têm ensaio no Coliseu.”

Desde a noite anterior que imaginava na minha cabeça uma forma de apanhar a Lúcia sozinha, dada a necessidade de um homem que ela tinha demonstrado na noite anterior.

Passei a manhã no meu gabinete ansioso que elas voltassem. Consultei os registos do check-in, procurando saber se elas tinham deixado o endereço de e-mail no momento da chegada. E lá estavam! Anotei o da Lúcia e enviei-lhe uma mensagem a partir de um endereço anónimo que tenho:

- “Olá Lúcia, o gajo que tu precisas pode estar aqui bem perto. Responde a este email e ele poderá entrar no teu quarto esta noite. Total sigilo. Total prazer.”

À mensagem adicionei um código oculto para me notificar quando a Lúcia lesse a mensagem.

Às 18h regressei a casa, sem que elas tivessem regressado ao hotel. Liguei o computador e as câmaras. Esperei. Por volta das 20h as luzes dos quartos acendem. Finalmente chegavam!

Será que a Lúcia ia abrir o computador? Elas tinham pedido acesso à net nos quartos… Despiram-se e foram tomar banho. Ao contrário da noite anterior, não houve brincadeiras a 3. Vestiram-se e foram jantar. E eu começava a ficar impaciente. Já a noite ia alta, quando voltaram para os quartos. Finalmente a Lúcia abriu o seu pequeno portátil. A notificação chegou ao meu email, ela tinha lido a mensagem. Digitou algo e, de imediato, recebo um mail:

- “Estou à espera.”

Respondi:

- “Meia-hora”.

Fui a voar para o hotel. O consiérge de serviço tentou interpelar-me mas atirei um “vim resolver uma cena…”

Usei a chave mestra para entrar no quarto.

Um doce perfume envolvia o ar. Média luz. Não via a Lúcia. Fui avançando até que ouvi a voz:

- Quem és tu?

Respondi sem me voltar:

- Não te interessa quem eu sou, mas o que vim aqui fazer. Para te dar o que tu queres não precisas saber de onde vim, nem o meu nome.

- Achas que sou burra? Pelo conteúdo do teu mail tenho a certeza que és um funcionário do hotel. Provavelmente soubeste que nós vínhamos cá e instalaste câmaras e microfones nos quartos. Posso armar um escândalo!

- E com que provas? Vais admitir publicamente que tu e as tuas colegas têm este tipo de brincadeiras?

Nisto, fui envolvido por dois braços nus. Senti um corpo de mulher contra o meu. O perfume mais intenso… Dois lábios suaves percorriam o meu pescoço, enquanto duas mãos me levantavam a camisa e me tocavam o peito. Continuava imóvel sem olhar. Imaginava como estaria ela vestida…

Aos lábios juntou-se a língua. Não aguentei mais e virei-me. Que visão! Aquele olhar terno transformado num olhar de desejo. Vestia um corpete preto, meias de ligas e cueca preta rendada. Beijamo-nos intensamente.

As suas mãos dirigiram-se à minha braguilha e, sem parar de me beijar, começou a masturbar-me.

Entre os beijos ia provocando-me, sussurrando ao ouvido:

- Gostas? É isto que tu fazes quando me vês na televisão? Foi isto que tu fizeste ao ver-me a foder com as minhas colegas?

Não consegui responder.

- Queres vê-lo na minha boca? Queres sentir a minha saliva a deslizar por ele abaixo? Queres um broche? Queres?

Respondi com um aceno e ela ajoelhou-se. Lambeu, chupou, sugou. Quando o tirava da boca sorria e voltava a abocanhar cheia de tesão.

- Hmmm é melhor parar antes que aconteça alguma “explosão”…

Disse isto olhando-me com aquele ar de gata, cheio de desejo. Voltou a beijar-me e, com um salto, envolveu a minha cintura com as suas pernas e eu agarrei-a pelas nádegas. Encostei-a à parede enquanto as minhas mãos lhe seguravam as nádegas. O nosso beijo foi ficando mais lascivo. Levei-a até à cama e atirei-a para lá. Despi-me completamente e caí em cima dela.

Percorri o pescoço, os ombros e o peito da Lúcia com a boca, a língua, intercalando beijos com mordidelas e lambidelas suaves. Os seus gemidos sensuais excitavam-me cada vez mais.

Desci. Despi-lhe a cuequinha e contemplei aquela cona totalmente desprovida de pelo. Beijei-a como se a beijasse na boca. Sentia o sabor do seu fluído, o calor do seu interior.

Ouvi-a articular algumas palavras, que se tornaram impercetíveis devido à respiração ofegante e ao facto de ter a cabeça presa nas suas pernas.

Continuei a penetrá-la com a minha língua, em movimentos cada vez mais rápidos. Continuei a devorá-la até ficar cansado, sem me preocupar se ela se vinha ou não. Apenas ouvia os gemidos que se foram transformando em gritos.

Era a hora de ter algo mais. Ela continuava deitada e eu, quase como um animal com cio, caí sobre ela para fazer aquilo que sempre quis fazer ao vê-la na televisão: fodê-la!

Penetrei-a até ao fundo, com toda a força que tinha. Tirava lentamente para depois o voltar a meter com força. Cada penetração era mais um gemido, um revirar de olhos:

- Dá-me mais! Mais forte…

- Sim, pega… todo dentro de ti!

- Isso… sou toda tua! Mais rápido! Fode-me até me fazeres vir!

Fiz o que ela pediu. Aumentei o ritmo. Eu estava quase a vir-me, mas não queria ficar por ali. Com grande esforço controlei-me, mas a Lúcia explodiu num orgasmo. Não a deixei respirar, virei-a de costas para mim e coloquei-a de quatro.

Penetrei-a novamente.

- Aí não! Mete no meu cuzinho… e vem-te todo dentro dele!

Obviamente não recusei um pedido destes. Usei o fluído vaginal para lubrificar aquele ânus apertadinho e depois entrei.

Que loucura aquele rabo! Não precisei de muito para o encher com o meu leite.

Levantei-me e comecei-me a vestir. A Lúcia permaneceu deitada:

- Já vais?

- Sim, mas volto amanhã. E quero aqui as tuas amigas.

- É sexta à noite… vamos sair!

- Tens a certeza que queres isso?.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: FANTASY WRITER

Sunday, February 13, 2011

Cristina, Lenka, Lúcia... um trio 5 estrelas - 1ª noite

Ser Responsável Informático de um hotel de cinco estrelas não é propriamente cansativo nem desgastante mas, naquele dia, o Gerente tirou-me cedo da cama:

- “Vitor, reunião urgente às 9h30, preciso de ti aqui!”

Lá fui, ensonado. Cheguei à sala de reuniões e já lá estavam todos: o Gerente e os responsáveis por cada uma das áreas do Hotel.

- Na próxima semana é o “Preço Certo” especial aqui no Coliseu do Porto. A produção escolheu este Hotel para alojar toda a equipa que vem de Lisboa. Não são muitos, porque vão usar os meios técnicos da RTP Porto… basicamente é o Fernando Mendes, as assistentes e mais meia-dúzia de pessoas da produção, contudo, será um piso só para eles, com quartos comunicantes.

Quando o Gerente disse “as assistentes”, os homens que estavam naquela reunião trocaram uns olhares cúmplices.

No fim da reunião, alguns dos meus colegas abordaram-me:

- “Olha lá… eras gajo para instalar umas câmaras ocultas nos quartos delas!”

Obviamente que sim, mas disse-lhes que não. Mal tive acesso às reservas, tratei de instalar o equipamento nos quartos da Cristina, da Lenka e da Lúcia, tudo bem escondido e controlado remotamente a partir de minha casa.

O quanto da Lúcia ficava numa esquina, tenho de um lado a Lenka e do outro a Cristina. Quartos comunicantes…

O programa ia ser a um sábado, mas todos chegaram na quarta-feira ao fim da tarde.

Mal se instalaram, cada uma no seu quarto, despiram-se. Pensei que iam tomar banho depois da longa viagem. Contudo, para minha surpresa, a Cristina e a Lenka não se dirigiram aos respectivos WCs, mas sim ao quarto central, da Lúcia, pelas portas interiores. Quanto à Lúcia, estava deitada na cama completamente nua…

- Ufff… trezentos quilómetros cheia de tesão para te comer… já não aguentava mais, minha querida!

– disse a Cristina, antes de beijar a Lúcia durante um bom bocado. As duas raparigas encontravam-se deitadas lado a lado, beijando-se e tocando-se delicadamente. A Lenka assistia à cena de pé enquanto acariciava os próprios seios.

Não contendo a sua própria excitação de ver as amigas enroladas deitou-se por trás da Lúcia e ia alternando beijos no seu pescoço, com beijos na boca da Cristina.

Três corpos nus, extremamente sensuais, unidos quase como um só. As mamas da Cristina esmagavam as da Lúcia que, por sua vez, tinha as da Lenka esmagadas nas suas costas. Os corpos perfeitamente encaixados, com mãos a tocarem nos rabos e nas vaginas…

Na solidão do meu quarto comecei a masturbar-me com aquela cena, excitado não só pela imagem, mas também pelos gemidos, pelo som dos linguados.

Ao fim de uns cinco minutos nestas carícias, a Cristina levanta-se. A Lenka aproveita e coloca-se em cima da Lúcia em posição missionário. A Lúcia de pernas totalmente abertas, deixava-se penetrar pela mão da Lenka. Eu não sabia de me havia de tocar, ou seleccionar a câmara ideal para ver a cena… Pude ver um dedo da Lenka, depois dois, depois três a entrarem na cona da Lúcia, enquanto. A boca da Lenka viajava entre os lábios da Lúcia e as suas mamas.

A Lúcia gemia com cada vez mais intensidade e a sua boca começou a procurar as mamas da Lenka. Distraído com esta cena lésbica extremamente sexy, não reparei que a Cristina se aproximava do rabo da Lenka. Vi perfeitamente a língua da Cristina penetrar no cuzinho da Lenka e depois descer para a cona. Foi a vez da Lenka gemer, mas com muito mais intensidade que a Lúcia. Distraída por ter a língua da Cristina na cona, abrandou os movimentos com a mão, o que provocou o “protesto” da Lúcia:

- Não pares amor! Fode-me toda! Quero vir-me!

A Lenka respondeu com um linguado e com mais um dedo. A Lúcia deu um grito seco e arqueou o corpo. Não sei se por isso, ou pela simples necessidade de ter algo a estimular-lhe a cona, a Cristina abandonou a Lenka e foi-se sentar na cara da Lúcia, iniciando uns movimentos de “cow girl”, quase como se estivesse a cavalgar um pénis. Agora gemiam as três…

Permaneceram nesta posição até à Cristina explodir num orgasmo, caindo para o lado na cama. A mão da Lenka continuava a desaparecer dentro da Lúcia e, pouco depois, foi esta que se veio, ruidosamente. Então, a Lenka tirou a mão de dentro da cona da Lúcia e passou-lhe com os dedos pelos lábios. A Lúcia provava o seu próprio suco!

Eu continha-me para não me vir, pois ainda faltava uma… Nesta fase, a Cristina já recuperada do seu orgasmo, ajoelhou-se em frente à Lenka e começaram a beijar-se. Por entre os beijos, ouvi a Cristina dizer:

- Querida… tenho ali o teu “amigo”… sabes onde o vou por? No teu cuzinho e vou enrabar-te toda!
- Sim… quero!

Ao ver as amigas daquela forma a Lúcia começa a masturbar-se.

A Cristina levanta-se. Vai ao quarto e aparece com um strap-on. A Lenka coloca-se de quatro lambendo a coninha da Lúcia e oferecendo o rabo à Cristina que a começa a penetrar no cu, bem lentamente.

Permaneceram assim uns largos minutos até a cena ser interrompida por mais um orgasmo da Lúcia que, depois de recomposta disse:

- Lenka, amor… tenho uma surpresa para ti.

Por momentos a Lúcia desaparece da imagem e regressa, também ela, envergando um strap-on. Coloca-se por baixo da Lenka que rapidamente enfia o dildo na cona. E ali estavam as três, em movimentos de vai-e-vem, com a Lenka a ser duplamente penetrada. À medida que as amigas aumentavam as investidas, os seus gemidos transformavam-se me gritos:

- Fodam-me suas p****! Enfiem esses caralhos na minha cona e cu! Quero vir-me toda para vocês!

- Toma querida, vou rebentar-te esse cu todo! – disse a Cristina. - E eu vou fazer à tua cona o que tu fizeste à minha… anda… cavalga-me!

Os gritos da Lenka tornaram-se tão intensos que até provocavam ruído nos microfones. Eu não aguentei mais… esporrei-me todo e, por feliz coincidência, ouço a Lenka gritar:

- ‘Tou-me a viiiiiiiiiiiiiirrrrrrrrr!

Cansadas as três amigas deixaram-se cair na cama e ali ficaram abraçadas.

Ao fim de algum tempo a Lúcia levanta-se e diz:

- “Vocês são muito boas, mas isto com um gajo é que era! Preciso sentir um caralho a sério, preciso de leite, preciso de um gajo a foder-me…”

E foi para o duche…

Esta foi só a primeira noite….

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: FANTASY WRITER

Thursday, November 5, 2009

LÚCIA CUSTÓDIO E LENKA - "Plano Fatal"

Estava eu numa exposição, quando me deparei com a Lúcia Custódio e a Lenka, que estavam num stand. A Lúcia trazia um vestido preto, curto, que mostrava as curvas do seu belo corpo e a Lenka um vestido branco, também ele curto, onde mostrava as suas belas pernas. Ganhei coragem e fui ter com elas.

- " Olá, boa tarde".

- " Boa tarde", responderam as duas com um sorriso.

- " Será que posso tirar-lhes umas fotos".

- " Podes tratar-nos por tu, e sim podes tirar fotos". Disse a Lúcia.

Eu coloquei um joelho no chão e preparei o telemóvel, para tirar a foto. A Lúcia sentou-se num "puff" mesmo à minha frente e cruzou as pernas de uma maneira sensual, de tal modo, que deu para ver algo mais. Ainda tentei apanhar o momento, mas não fui rápido o suficiente.

- " Agora à Lenka". Disse eu. Ela com o seu sotaque disse:

- " Também vou me sentar num "puff" ".

Tirei várias fotos e fui mostrá-las a elas.

Quando acabei de as mostrar, elas deram-me ambas um beijo na bochecha e a Lenka disse:

- " Muito giras. Sabes, mais logo, ao fim do dia, vamos estar aqui, para uma apresentação nova. Espero que passes por cá".

Assim foi, ao final do dia, passei pelo stand. A Lenka trazia um vestido bastante curto de ganga, onde se notavam os seus maravilhosos seios, bem como as suas pernas. Ela sentou-se numa cadeira, cruzou as pernas e lançou-me um olhar de matadora. Nessa altura, uma foto, apanhando o tal olhar. A Lúcia, estava com um vestido preto, diferente do outro, ainda mais curto. Ela sentou-se num "chez-long" e com a sua mão direita, bate suavemente três vezes no sofá. Fui ter com ela e sentei-me ao lado dela a mostrar-lhe as fotos que já tinha. Momentos depois, a Lenka juntou-se a nós e sentou-se ela também no sofá. Rimo-nos das fotos, e durante alguns dos risos, sentia as mãos de ambas a tocarem-me ao de leve nas minhas pernas. Ficámos ali um bocado, a conversar, e combinámos ir jantar ali mesmo no salão, pois já era um pouco tarde. Fomos para o camarim delas, e elas pediram a alguém que fosse lá entregar umas sopas e umas saladas. Estávamos sentados numa mesa pequena onde durante a refeição falámos um pouco de tudo. Durante a conversa, de vez em quando sentia uns pequenos toques, suaves e delicados por baixo da mesa. A princípio pensei que eram toques casuais, mas as inúmeras vezes que aconteceram, davam para perceber que não eram inadvertidos. Acabámos a refeição e a Lúcia perguntou:

- " Queres beber um copo".

- " Sim, pode ser, se não for incómodo".

- " Não é incómodo nenhum". Ela dirigiu-se a um mini-bar, e tirou de lá uma garrafa de wiskey e três copos. Enquanto bebíamos, conversámos mais um pouco e o tempo ia passando. Quando demos por nós, já passava da meia-noite.

- " Que chatice". Disse a Lúcia, olhando para o relógio.

- " O que se passa?". Perguntei.

- " Sabes, a exposição fecha às 11 horas e já passa da meia-noite".

- " E qual é o problema?" Voltei a perguntar.

- " Bem, é que de certeza que estamos fechados aqui no salão até amanhã de manhã". Disse a Lenka muito rápidamente.

Saímos do camarim e fomos até à exposição. O que elas disseram era verdade, estávamos fechados lá dentro sozinhos. Não me preocupei muito, com a situação, afinal estava em boa companhia. Decidimos então dormir ali no stand das camas. De repente, uma almofada passa à frente dos meus olhos e atinge a Lenka.

- " Guerra de almofadas". Gritou a Lúcia, enquanto me atirava outra almofada.

Ambas batalhavam alegremente e eu apenas via aquelas maravilhosas mulheres, enquanto me ria. A certa altura, o top da Lenka cai de tanto salto que ela dava, colocando à vista os melões bem redondos e grandes. Eu fiquei especado a olhar para a cena, mas ela não se pareceu incomodar e continuou a luta com a Lúcia. Já cansadas, pararam a brincadeira e olharam ambas para mim. Estava boquiaberto com a Lenka que ainda não tinha ajeitado o seu top. Voltaram a olhar uma para a outra, e enquanto a Lúcia sentia as tetas da Lenka, deram um tórrido línguado. Sentaram-se as duas numa cama tipo "King Size", olharam para mim e chamaram-me para o pé delas.

- " Sabes, nós fizemos de propósito, para ficarmos aqui fichados. Não te queres juntar à festa?". Perguntou a Lúcia.

- " Vem cá, não tenhas medo". Disse a Lenka.

Dirigi-me até à cama, e quando cheguei ao pé delas, elas abriram um espaço para eu me sentar entre elas. Sentei-me e ambas colocaram as suas mão nas minhas pernas. A Lúcia virou-me a cabeça para ela e começou-me a beijar, enquanto a Lenka me beijava o pescoço. Depois virei a cabeça para a Lenka e beijei-a. A Lúcia começou a acariciar-me o nabo e os tomates. Depois pôs-se de joelhos, tirou-me as calças e os boxers e começou a chupar o meu pau já entesado, enquanto a Lenka tirava-me a T-Shirt e beijava-me loucamente o peito. Ela foi descendo até chegar à verga, onde a Lúcia continuava a lamber e a chupar. A Lúcia começou a chupar-me as bolas, e a Lenka a chupar o meu nabo. Os movimentos de ambas pareciam sincronizados, cada vez que a Lenka engolia o mastro, a Lúcia chupava um tomate. Então a Lúcia decidiu também ela chupar mais um pouco a minha picha. Ambas, uma de cada lado, agarravam o meu mastro com os lábios, e moviam as suas cabeças em conjunto, para cima e para baixo. A Lenka agarrou-me na picha e suavemente bateu com ela na língua da Lúcia, depois foi a vez da Lúcia bater com o meu pau na língua da Lenka.

- " Chupa essa picha gostosa". Disse a Lúcia para a Lenka. A Lenka assim o fez, colocou o meu pau na sua boca até aos tomates. A cada bombada, o meu pau ficava cada vez mais molhado pela saliva da Lenka. A Lúcia veio sentar-se na cama outra vez, e eu subi-lhe o vestido, comecei a mexer-lhe na cona através da sua cueca. Ao mesmo tempo, e enquanto me fazia um broche a Lenka tirou o vestido dela. Ficou somente em cuecas, e com os sapatos de salto alto calçados.

Entretanto a Lúcia também tirou o vestido, ela não trazia soutien e eu com uma mão afagava-lhe a cona e com a outra mexia-lhe nos peitos. Enquanto beijava as mamas da Lúcia, a Lenka começou-me a fazer uma punheta à Espanhola. O meu pau ficou completamente envolvido naqueles seios carnudos, ela apertava-os mexedo-os para cima e para baixo e de vez em quando lá esticava a sua língua e lambia a ponta da galga. A Lúcia tirou a cueca e deitou-se na cama, que ficava a uma altura ideal do chão, e eu peguei no meu mastro e comecei a roçar na sua cona húmida. A Lenka ajoelhada a meu lado, ia lambendo a crica à Lúcia, e o meu pau, humedecendo ambos. Ela agarra no meu pau e enfia-o na cona da Lúcia.

- “ AAHHH. OOOHHHH. Sim”. Um gemido alto da Lúcia, ecoou pelo salão. A cada penetração, introduzia fundo o meu pau na sua rata. Os sons do sexo produzidos eram abafados pelos gritos da Lúcia.

A Lenka, também tirou a cueca e subiu para a cama e colocou-se sobre a Lúcia, realizando um 69 perfeito. Enquanto eu penetrava a Lúcia, ela gemia e realizava um minete à Lenka e a Lenka lambia a cona da Lúcia bem como o meu pau. A dada altura, retirei o pau da cona da Lúcia e coloquei-o na boca da Lenka e depois de umas mamadas, ela meteu-o novamente, já bem molhado, na cona da Lúcia. Depois a Lenka, deitou-se ao lado da Lúcia, ergueu ligeiramente as pernas, começou a masturbar-se e disse:

- “ Agora come-me”. Espetei o mastro, com a humidade da cona da Lúcia, na cona da Lenka e ela soltou um sonoro “Ai”. Agarrei nos saltos dos seus sapatos e afastei-lhe ligeiramente as pernas, deixando a cona bem aberta, para as estocadas do meu dardo. A Lúcia colocou-se sobre a cara da Lenka, virada para mim, e enquanto a Lenka lhe fazia um minete, ela passava as suas mãos pelo seu cabelo, gemendo de prazer.

- “ Sim, sim, chupa-me essa rata”. Disse a Lúcia à Lenka.

A Lúcia, colocou-se deitada de barriga, sobre a Lenka, com a rata virada para mim.

- “ Espeta-me a mim também”. Pediu ela.

Tirei o pau da rata da Lenka e meti-o na cona da Lúcia, umas bombadas e voltei a por o pau na cona da Lenka, depois de novo na Lúcia e enquanto brincava, elas iam-se beijando mutuamente.

Deitei-me na cama e a Lúcia pôs-se logo em cima de mim, cavalgando que nem uma maluca, espetando o meu pau até aos tomates. A Lenka veio pôr-se em cima da minha cara e eu comecei a fazer-lhe um minete, agarrando-me aos seios da Lúcia.

- “ Sim, ohhh sim”. Ia gritando a Lúcia a cada penetração. Da Lenka só se ouviam uns gemidos pequenos, e pensei que teria de fazer algo mais para a satisfazer.

- “ Agora tu Lenka. Vou comer-te a cona”. Disse eu.

A Lúcia saiu de cima do meu nabo e veio pôr-se sobre a minha cara e a Lenka agarrou-me no nabo, deslizando-o para dentro dela. A Lenka também me cavalgou como se não houvesse amanhã e o que à pouco eram gemidos pequenos, deram lugar a gritos bem altos.

- “ Sim, que bom. Fode-me”. Disse a Lenka com o seu sotaque, que me deixava ainda mais louco de tesão. Afastei os lábios da cona da Lúcia e meti a minha língua dentro dela, e ela deitou-se sobre mim, começando a beijar as costas da Lenka e o seu rabo.

A Lúcia saiu de cima de mim, colocou-se de quatro à beira da cama e disse:

- “ Come o meu rabo. Dá-lhe uma valente foda”.

A Lenka saiu de cima de mim e também ela se colocou de quatro ao lado da Lúcia, mas ao contrário. Eu levantei-me da cama e levei o meu pau à boca da Lenka. Ela chupou-o e molhou-o, preparando-o para ser enfiado no cú da Lúcia. Apontei-o e comecei a exercer uma pequena força e quando a cabeça tinha entrado, a Lúcia solta um enorme grito:

- “ AAAAIIIIII. Vai mete-o todo agora”. Ela pediu e eu meti-o todo, obrigando-a a soltar mais um grito. Enquanto ia fodendo aquele cuzinho bem redondo, a Lenka ia cuspindo na sua mão e ia besuntando o meu pau, lubrificando-o. Agarrei as mamas da Lúcia com ambas as mãos, brincando com os seus mamilos bem duros.

- “ Fode-me, fode esse rabo”.

A Lenka voltou se de rabo para mim e com uma mão começou a masturbar-se novamente, pedindo-me:

- “ Quero esse pau no meu cú”.

Ainda fodendo o cú da Lúcia, enfiei o meu dedo médio, no cú bem apertadinho da Lenka, rodando e alargando ligeiramente o caminho. De seguida enfiei o meu pau no seu cú e também ela soltou um grito de prazer.

- “ Ai que bom. Isso fode-me bem”.

Também a Lúcia se colocou ao nosso lado, cuspindo no meu pau de vez em quando, enquanto se mastrubava. Voltei a deitar-me na cama e a Lúcia ávida de sexo, rapidamente se colocou de cócoras em cima do meu pau, movimentando-se rapidamente para cima e para baixo. A Lenka veio colocar-se atrás da Lúcia, agarrando-lhe os seios e beijando a sua boca. Disse que estava pronto para me vir e então a Lúcia e a Lenka começaram a chupar o meu pau. Tinha o pau na boca da Lúcia quando me comecei a vir, depois a Lúcia deu a vez à Lenka e também me vim na sua boca. A Lúcia deitou-se na cama e a Lenka sobre ela, deixou a meita escorrer da sua boca para a boca da Lúcia. Depois beijaram-se na boca, transferindo o leitinho de uma para a outra. Depois ambas deixaram descorrer o leite pelos seus peitos, esfregando-os suavemente. Depois disso fomos para a casa de banho para nos lavarmos e passámos os três a noite juntos bem agarradinhos. No dia seguinte acordámos bem cedo, fizemos a cama e fomos outra vez para o camarim delas, esperando que a exposição abrisse.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HM

Thursday, September 17, 2009

LENKA E LÚCIA CUSTÓDIO - "Sorte no Jogo Sorte no SEXO"

Depois de ser escolhido entre tantos candidatos para ir ao Preço Certo, fiquei a pensar que tinha um pouco de sorte finalmente, fui apenas seleccionado na ultima oportunidade. Que sorte pensava eu depois de ter ganho 50€ ao acertar no preço de um Pc mais um televisor. Cheguei à Roda da Sorte já pensando estar no meu auge de sorte, foi então que cheguei à roda que definiria ir à ultima montra ou não, foi então que o impensável aconteceu não passei de uns míseros 20 pontos. Nesse momento fui levado pela belíssima LÚCIA CUSTÓDIO, como é costume no programa . Eu já de pau feito desde o inicio do programa, já mal cabia dentro das calças talvez por ter reparado ou por outro motivo não sei, penso que por isso ao chegar ao corredor para os camarins, ela puxa-me para dentro do camarim e é então que tira aquele micro vestido que teve todo o programa a despir com a mente e então a acção começou enfiei os dedos na bela ratinha dela já toda molhada de prazer e aí ela solta um grito de prazer como nunca antes sentido parece não aguentando mais chupei-lhe aquelas mamas já doido de prazer, ela fás-me um broche como nunca antes feito e é então que a agarro e a ponho em cima da mesa e a penetro naquela bela rata. Tira, mete, tira, mete, e é então que entra para minha surpresa a Lenka e ao ver aquilo, nós os dois rápido nos separámos mas é então que o impensável acontece, ela diz com aquele belo sotaque dela –poque parais a festa tá apenas a começar- A LENKA empurrou a LÚCIA para a parede e meteu a mão dentro da rata e começou-lhe a esfregar a cona, a LÚCIA ia dando uns pequenos gemidos de prazer, a LENKA como experiente que era, com a outra mão agarrou e ao mesmo tempo chupou os mamilos que já estavam bem inchados. Nesse momento a LENKA disse para eu me juntar a elas, fui atrás da LENKA levantei-lhe a saia, e enfiei-lhe no , o meu mangalho que já estava bem duro da LÚCIA . Enquanto ia ao da LENKA, agarrava-lhe aquelas mamas enormes que estavam bem durinhas. Passados alguns minutos todos gritávamos de prazer, depois sentei-me numa cadeira e enrabei a LÚCIA enquanto a LENKA de joelhos lhe lembia a cona, o meu prazer era tremendo, e com uma mão massajava-lhe as mamas, apertava-lhe os mamilos e lhe dava um tremendo linguado bem molhado, quando estava quase a vir-me, tirei o bacamarte do da LÚCIA e disse ás duas para me lamberem o caralho, enquanto massajavam o clitóris uma da outra, eu esporrei-me na cara delas, quando olhei estavam as duas a lamberem a minha esporra da boca uma da outra. Quem disse sorte no jogo azar no amor, sim posso dizer Sorte no jogo sorte no SEXO, pois saí de com um Pc, um plasma e uma bela foda das melhores apresentadoras de todas e 50€ é claro.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: NADA 69

Monday, April 20, 2009

LENKA E CRISTINA MARTINS - "MENÁGE A TRÒIS"

Fui a um bar e vi ao balcão as sedutoras LENKA e CRISTINA MARTINS, estavam vestidas com umas saias bem curtas, mostrando as suas belas pernas, e uns tops quase transparentes onde se notavam bem aquelas mamas magníficas, fui logo sentar-me o mais próximo que pude, notei que estavam a acariciar-se entre as pernas, o meu caralhão ia explodindo, tive que desfarçar para ninguém notar. As duas gatas estavam bem quentes ao meu lado, que não aguentei mais e pensando que iria levar uma chapada delas arrisquei e perguntei-lhes se queriam ir tomar um copo a minha casa, que eu era um grande admirador delas. Elas olharam uma para a outra e aceitaram o meu convite, para minha admiração e contentamento. Disse-lhes que ia á casa de banho, fui mas foi para bater uma valente punheta, para depois se tivesse sexo em casa, a coisa durar bastante tempo para dar prazer ás duas.Quando chegámos a minha casa, as duas já iam a dar uns valentes linguados. Disse-lhes para estarem á vontade e a LENKA empurrou a CRISTINA para a parede e meteu a mão dentro da saia dela e começou-lhe a esfregar a cona, a CRISTINA ia dando uns pequenos gemidos de prazer, a LENKA com a outra mão levantou o top da cristina e começou a chupar-lhe os mamilos que já estavam bem inchados, nesse momento a CRISTINA disse para eu me juntar a elas, fui atrás da LENKA levantei-lhe a saia, pus cuspo em dois dedos e enfieie-os no cú dela, que soltou um gemido, depois tirei a minha picha de 22 cm para fora e enfiei-a no cú da LENKA, ela deu um grito e disse, fode-me o cú todo que eu adoro, fode-me, fode-me, fode-me com força! Enquanto lhe ia ao cú, agarrava-lhe aquelas mamas enormes que estavam bem durinhas. Passados alguns minutos todos gritávamos de prazer, depois sentei-me numa cadeira e enrabei a CRISTINA enquanto a LENKA de joelhos lhe lembia a cona, o meu prazer era tremendo, e com uma mão massajáva-lhe as mamas, apertava-lhe os mamilos e lhe dava um tremendo linguado bem molhado, quando estava quase a vir-me, tirei o bacamarte do cú da CRISTINA e disse ás duas para me lemberem o caralho, enquanto massajavam o clitóris uma da outra, os gritos de prazer eram enormes, eu esporrei-me na cara delas, quando olhei estavam as duas a lemberem a minha esporra da boca uma da outra. QUE MULHERÕES....DUPLO PRAZER

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: DICK22cm