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Saturday, July 31, 2010

BÁRBARA GUIMARÃES e MAFALDA PINTO - "História de uma tarde de Verão"

Sou muito jovem, completei há pouco vinte anos. Há uns meses decidi ingressar num ginásio, ansioso por melhorar o meu aspecto físico, porque era talvez magro em demasia. O ginásio escolhido era dispendioso, mas, atendendo à qualidade dos serviços prestados, o montante pago achava-se justificado. Para além disso, existiam outros atractivos: ginásio prestigiado, era frequentado por algumas figuras públicas, sobretudo mulheres, o que obviamente despertava mais fortemente a minha vontade de utilizar regularmente as instalações. Entre outras, destaco a presença recorrente da Mafalda Pinto, Rita Pereira, e Bárbara Guimarães naquele ginásio. Três mulheres belíssimas que muitas vezes se cruzavam comigo nos corredores. Como entrava sempre no ginásio duas horas antes de fechar, não havia nesses momentos muita afluência e, não raras vezes, cruzava-me com a Mafalda Pinto, por exemplo, que ia a sair. Com os balneários masculinos vazios, confesso que enquanto tomava um duche após o treino aproveitava para me masturbar, com pensamento nas formas das famosas que eu ali via, formas mal disfarçadas com uns calções curtos e um top de treino. E tinha um orgasmo e tanto.

A única pessoa conhecida que também por ali se exercitava às mesmas horas era a Bárbara Guimarães. Seis e meia, sete, sete e meia da tarde eram as horas em que ela corria na passadeira e eu aproveitava para levantar alguns pesos. Com ela a poucos metros de mim, e com apenas mais uma ou duas pessoas na sala, aproveitava para a apreciar as linhas com que aquele corpo era desenhado e tentava ocultar, com dificuldades, uma erecção.

No dia em que tudo se passou, o dia mais excitante da minha vida, a Bárbara saiu da sala de exercício a enxugar o suor com a toalha. Percebi que tinha terminado por hoje o seu esforço para manter a boa forma. Limitei-me a pensar “Que foda que lhe dava”. Passados uns cinco minutos, exausto, decidi terminar também. Já me tinha esforçado o suficiente. e, na verdade, alguns meses, poucos, de exercício, começavam a produzir resultados; os meus músculos desenvolviam-se com rapidez. Satisfeito, abandonei a sala.

Decidi sair um pouco para as traseiras do ginásio apanhar ar, como costumava fazer. Com o sol a baixar no horizonte, descolava a camisola do meu corpo suado. Subitamente, ocorreu-me algo. Lembrei-me de um pormenor em que tinha reparado há dias, ao rodear o edifício. O balneário feminino tinha um problema com uma janela. Não fechava totalmente. Acho que só eu sabia disso. Essa janela perra proporcionava a quem a alcançasse uma visão global do balneário. Pena era que fosse uma janela bem alta e dificilmente atingível. No entanto, sabendo que a Bárbara ainda devia estar lá dentro, esse objecto do meu mais ardente desejo, resolvi-me a tentar. Afinal, eu era mais alto que a média, talvez lá chegasse.

Rapidamente, torneei o edifício e cheguei ao recôndito canto mesmo atrás do balneário das mulheres, onde se encontrava a janela estragada. Bem alta, a uns dois metros. Eu, que tenho um metro e noventa de estatura, só precisaria de mais um incentivo de centímetros para obter, quem sabe, uma visão inesquecível. “Que merda!”, pensei, “Mesmo à porta, melhor, janela do paraíso e não chego lá!”. Mais aviltante ainda, a presença da Bárbara confirmada pelo som do chuveiro, entretanto accionado. Com calma, lembrei-me de uns daqueles tijolos de pedra que estavam amontoados numa esquina próxima e resolvi tentar. Carreguei logo dois e, sem temer que ninguém me visse num local sem acesso à rua, coloquei-os um sobre o outro. Com o meu coração a bater loucamente de excitação, adivinhando uma cena deliciosa, subi. Espreitei pela janela e a Bárbara havia acabado de sair do banho. Tinha uma toalha enrolada no corpo. Os grandes seios observavam-se completamente realçados sob o tecido branco. Que volume! Por fim, ela abriu a toalha e…AI! Mostrou tudo! Vi-lhe a cona e as mamas, a uns metros de mim. Que mamas do outro mundo…enormes! Instintivamente levei a mão ao sexo. O meu pau estava a querer sair dos calções. Pensei em masturbar-me ali mesmo, mas era tão arriscado! A Bárbara agachou-se e pude constatar toda a dimensão daquelas “bolas” que ela trazia ao peito. Quando se ergueu, por pouco não me viu! Tive de saltar! Foi por pouco! Saí completamente louco dali e fui imediatamente para o balneário masculino.

Entrei furiosamente, atirei a porta com um estrondo e, ainda de pé, tirei os calções atrapalhadamente e atirei-os para o chão, no meio do balneário, e corri para o banco, onde comecei a masturbar-me. Cuspi para a mão e friccionei a toda a velocidade os meus centímetros, felizmente ainda largos, de pénis. Que sofreguidão em obter o maior orgasmo a pensar na inacessível musa, Bárbara.

Foi então que algo demasiado incrível aconteceu. Pela porta entrou alguém. Eu nem tive tempo de esconder o que estava a fazer com tanto ruído. Quando voltei a cabeça vi a Mafalda Pinto. É verdade. Porque estava ela ali? Eu vira-a sair naquele dia. Mas a verdade é que assim que me viu ficou petrificada. Uns momentos de silêncio seguiram-se. Porém, o constrangimento não foi tal que me conseguisse baixar o pau. Pelo contrário, estava excitado em dobro. Ao contrário de tudo o que esperei ela disse, ela pousou o saco de treino que trazia e cruzou os braços dizendo, com um sorriso: “Parabéns pelo teu pau!”. O que é isto…Corei e tive uma contracção orgásmica. Ela reparou e riu-se. “Será que tenho qualificações suficientes para participar neste festival?”, ironizou, e tirou pelos braços o top que trazia. De lá de dentro caíram duas mamas enormes. Se na televisão eram boas, ao vivo é a visão segura do paraíso. Ela aproximou-se, já baixando os calções e eu vi-lhe a cona, com uma tira de pelo aparadinho. Ela disse: “Vamos, garanhão”. Sentou-se na minhas pernas; eu ainda um pouco chocado, apalpei de mão cheia aquelas mamas que estavam praticamente a roçar-se na minha cara. As minhas mãos, claro, não chegavam para abarcar aqueles tesouros. Em resposta, ela rodeou com as duas mãos o meu pau completamente distendido. Então principiou de forma suave a masturbação. Mas eu disse-lhe: “Se me fazes isso, venho-me já.” E era verdade, estava a rebentar com toda a excitação. “Quero entrar já em ti e rasgar-te toda!” exclamei. Ela riu-se e, puxando-se para a frente, colocou a cona a jeito para eu lhe meter o pau, o que fiz, empurrando-o com a mão. Oh, delícia. Apertadinha! Comecei lentamente a explorar aquela vagina boa. Lentamente fui aumentando a força e o ritmo e ela começou a suar profusamente e a gemer. Pedia-me que o metesse todo e eu, com uma calma que não sei onde a fui buscar, meti com todo o cuidado e quando cheguei ao fim ela berrou. Então pedalei forte. Que prazer! Tinha já enterrado o pau todo dentro dela e o seu corpo saltava sobre ele. Os melões saltavam em frente ao meu rosto e tirei-lhe uma mão das costas para segurar com firmeza ora o esquerdo ora o direito. De certeza que a aleijava, com a força que o fazia, mas ela não queria saber, porque já só pedia para eu não parar. Quando senti nas palmas das minhas mãos aqueles volumes de carne, e o relevo dos bicos bem no meio da palma, juro, quase que me vim e pensei que ia dar parte fraca. Estoicamente aguentei e entrei num período tão intenso de prazer que perdi todas as estribeiras e comecei a berrar também. Tão excitada quanto eu, ela estava a chegar ao ponto; gritou de uma forma impressionante e eu senti as minhas pernas molhadas. Era um líquido indistinto da água que era expulso a jacto da cona; transportava um odor quase imperceptível mas muito agradável. Ela enlouquecia nos meus braços: todo o corpo ficou rígido e os mamilos gelaram-se-lhe. Percebi que tivera um orgasmo como nunca tivera. “Este pau fode tão bem”, murmurou ela. Eu, impressionado com o meu auto-controlo, agora que a fizera vir, decidi resistir mais e realizar com ela um sonho: uma espanholada. Com mamas tão perfeitas e abundantes não ia ser difícil. Se o meu pau não tivesse um tamanho considerável possivelmente perder-se-ia ali no meio. Propus-lhe essa investida e ela não disse que não. “Para que servem estas grandalhonas…é para isso!” E, enquanto ela apertava os seios eu enfiei por ali o meu pau, que levava uma lambidela na cabeça sempre que ia acima. Queria mesmo vir-me naquelas mamas e consegui. Acertei-lhes e também na cara da pervertida da Mafalda. Dei-me por satisfeito. Mas o melhor estava para vir.

Deitados no chão do balneário, contei-lhe porque estava a masturbar-me quando ela chegou. Ela, contentíssima, respondeu “Ai, sim?”. E, então tirou do saco o telemóvel e digitou um número. “Está, Bárbara? Olha, ainda estás no ginásio? Óptimo. Podias chegar num instante ao balneário dos homens?”.

Perdi a cabeça. Grande Mafalda! O meu pau cresceu outra vez. Em breve, alguém entrou. Era a Bárbara, com roupa de treino branca. Ela viu-nos: a Mafalda despida e toda aberta e eu todo nu e com um grande pau erecto. A Mafalda contou-lhe o que eu vira e como me masturbara a pensar na Bárbara. A recém-chegada disse: “Gostas das minhas mamas, não é? Quem não gosta? São grandes e naturais. Como tens um pau desse tamanho, acho que vou ter de tas mostrar!”. Eu não acreditava no que me estava a acontecer. Simplesmente, não era possível! Mas foi então que a Bárbara se livrou do top e de lá saíram um par de tetas perfeitas. Comecei logo a masturbar-me. Mas ela disse: “Deixa que eu faço isso!” E debruçou-se sobre o meu pau com as suas mamas. Empurrou-me o pau contra as mamas e ia-me batendo uma. Eu só dizia: “Quero tanto foder-te! Quero comer-te essas mamas sua mamalhuda, sua p***…Quero esporrar-te toda!” Temi ter ido longe demais. Mas ela gostou! “Eu é que quero comer esse teu pau. Para umas mamas grandes, um pau grande!” Fez-me uma mamada deliciosa, cheia de saliva. Entretanto tirou os calções. Perguntei-lhe por uma espanholada e ela acedeu. Foi ainda mais deliciosa do que aquela que fiz com a Mafalda Pinto. Com aquela grande boca a sorrir para mim enquanto o fazia…Depois da boa da espanholada que levou a Mafalda Pinto a meter os dedos na cona, ela pediu que eu lhe comesse o cu. Mas a p*** da Mafalda Pinto meteu-se na conversa. “Desculpa Bárbara…antes tem que me comer o cu a mim”. A Bárbara acedeu. E lá fui eu meter o pau no cu da Mafalda. Que bom! Era apertado. Estive lá dentro uns bons minutos a gozar até que resolvi ir comer o cu à Bárbara. A deu-se por satisfeita. Lentamente, puxei a Bárbara para mim e lambi-lhe um pouco o olho. Ela estava louca. Depois, sem piedade, porque estava tão excitado, meti logo o pau todo e a Bárbara a berrar como uma histérica. Ui! Que apertadinho. O sítio mais estreito onde já meti o mangalho. Que prazer! Que prazer! Notava-se que a Bárbara nunca dera o olho, ao contrário da Mafalda, que o tinha mais largo e notava-se que a p*** já tinha engolido uns quantos caralhos ali. Ali, na Bárbara, nunca tinha entrado nada. E se ainda se pudesse estrear com um pau de pequenas dimensões…mas não, era logo com o meu caralho, que devia doer como tudo! Mas, rapidamente, os berros dela se transformaram em gemidos de prazer e a pedidos para continuar. Ela nunca conhecera um prazer tão intenso. Nem eu! Aquilo era paradisíaco. Não pensei que pudesse haver um prazer assim à face da terra. Enquanto o meu pénis vibrava em cada centímetro com um prazer inimaginável, rodeara o corpo de Bárbara com as mãos e agarrava-lhe as mamas com firmeza. Eram minhas e não queria deixá-las nunca. Depois, decidi que queria terminar na cona. Não tinha preservativo, mas ela disse-me: “Quero que te venhas dentro de mim! Não me importam as consequências!” Entrei. Aguentei tanto, com tanto prazer, mas, por fim, explodi. E, se até aí tinha sentido prazer, agora sim, conheci o verdadeiro prazer. “Oh, que prazer, que prazer…” berrava eu. Depois, o meu sémen escorria para fora da vagina da Bárbara Guimarães. A Mafalda Pinto masturbara-se e tivera também um poderoso orgasmo.

Passaram-se quatro meses. Ainda recordo o modo apressado como saímos os três do balneário, fugindo dos responsáveis do ginásio, alertados por tamanha gritaria. A Bárbara levara tamanha sova no cu que não podia andar sem dificuldade. Não nos viram, ainda bem. O porquê de a Mafalda ter aparecido foi respondido: esquecera-se do saco no ginásio e quando passou pelo balneário masculino ouviu o ruído que eu fazia. Resolveu entrar. A partir daí já conhecem a história. Eu voltei ao ginásio, assim como a Mafalda, com quem cruzo uns olhares marotos. A Bárbara Guimarães não voltou mais ao ginásio. Por um destes dias, estava sentado numa esplanada com um amigo e ele, pegando numa revista social, disse-me: “Olha, a Bárbara Guimarães vai ser mãe outra vez. Está de quatro meses. Que cavalona! Não admira que o Carrilho trabalhe bem!”. “Pois trabalha”, retruquei eu, com um sorriso a aflorar nos lábios “pois trabalha!”

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: RINOS

Monday, June 29, 2009

MAFALDA PINTO - "Sexo Escaldante na Praia da Rocha"

Numa noite quente de Verão, no Algarve, estava um calor infernal em casa, estava de férias e decidi dar um passeio á beira-mar. A noite de Portimão estava maravilhosa e aquele ar fresco que estava a sentir no meu corpo, estava-me a saber muito bem.

Depois duma pequena caminhada, sentei-me numa esplanada a tomar o meu café, e o meu aguardente, e ao mesmo tempo, olhava de volta a ver se havia “peixe a dar á costa”. Como não via nada de jeito, nem mesmo aquelas estrangeiras que nesta altura do ano invadem a região, lá fui dar uma voltinha até ao areal da praia da rocha.

A noite cada vez mais iluminada, estava excelente para aquelas caminhadas pelo areal, então nesse preciso momento pensei, “Vou até á água fazer uma caminhada pela areia molhada”, e assim fui, desci as escadas enormes que lá tem para o areal, quando acabo de as descer, continuo a caminhar, até que me deparo, com uma mulher, deitada numa toalha, reparei que tinha uma blusa clara, bem decotada e uma saia também ao tom claro, curtíssima, não dava para ver a cor da roupa, naquela escuridão, mas com uma miragem daquelas, quem estava interessado na roupa.

No areal, fui-me aproximando, para ver melhor quem estaria ali, aquela hora, era difícil imaginar quem seria tal monumento, deitado naquele areal.

Aproximei-me devagar, sem que a mulher que lá estava notasse, cada vez mais, agora sim, já tinha uma panorâmica melhor, era morena e tinha cabelos compridos, tinha vestida, uma blusa branca e saia curta, também branca, uma roupa bem fresca, para esta altura e para a ocasião, no meu pensamento já sentia, que seria uma noite incrível naquela praia, chego-me mais perto, e o que vejo, nem queria acreditar, Mafalda Pinto em carne e osso, ali á minha frente, nunca imaginava que uma deusa daquelas estaria ali, àquelas horas da noite, sozinha na praia, a primeira coisa que me passou pela cabeça, foi que iria ter uma noite inesquecível com ela, sozinhos naquela praia, a explicação seria que a Mafalda estivesse de férias também, que coincidência, continuei me aproximando, sem que ela notasse a minha presença, até que perguntei: “O que é que está a fazer aqui sozinha, a estas horas?!” Ao que ela um pouco atormentada e surpresa, por me ver ali, respondeu… “Estou a arejar as ideias, estou com novos projectos na cabeça, e estou a pensar o que hei-de fazer…” e aí aproveitei logo, já com o meu pau bem grande, disse… “Bem, eu também tenho alguns projectos na “cabeça”, e acho que está na hora de “lança-los”, não acha?!”… depois de dizer isso, e com o meu caralho a querer saltar das minhas calças, ela não me respondeu, mas notei que ela soltou um sorriso, bastante atrevido, passou as mãos pelo cabelo, e de seguida, subtilmente nas mamas, naquela hora já estava bastante teso, louco para lhe saltar em cima, já ela continuava a acariciar-se, colocou uma mão, dentro da saia, acariciando a sua cona, e com a outra mão, me chamava, e eu não disse que não, não podia perder uma oportunidade destas, dirigi-me para perto dela, e aí ela começa a apalpar-me todo e eu a beija-la loucamente, estava-mos os dois bastante excitados, quando ela diz…”Queres lançar projectos, vamos a isso, estou com a corda toda, vamos ter uma noite deliciosa”…, quando ela acabou de dizer a palavra “deliciosa”, desabotoou-me as calças, puxou o meu caralho, para fora e começou a lamber o meu caralho todo, estava a fazer-me um broche “delicioso”, mamava cada vez com mais força e energia, ao mesmo tempo, acariciava-lhe aquelas maravilhosas tetas, eram grandes e do melhor que já tinha visto, rasguei-lhe a blusa, e ela começou a passar o meu caralho entre as tetas, cada vez estava com mais tusa, até que passado poucos minutos me esporrei todo, naquela boca, foi um dos melhores broches que me fizeram, e num sitio maravilhoso.

Quando ela acabou, aí fui eu que disse….Mafalda se queres arejar tanto a cabeça, eu vou-te levar ao céu”, na hora tirei o resto da minha roupa, e comecei a acariciar-lhe as pernas, ao mesmo tempo, beijando-as, beijei os lindos pés que ela tinha, e comecei a subir, retirei-lhe o fio dental vermelho que ela tinha, e também tirei-lhe a saia, deitei-a na toalha e voltei a lamber-lhe os pés e fui sempre subindo até á cona, estava bem molhadinha, estava tão concentrado no que estava a fazer, pensando porque não tinha ido aquele sitio mais vezes, e lá continuei, lambi-lhe a crica toda, a passara estava rapadinha, meti-lhe a língua várias vezes, e ela gemia de prazer, e ao mesmo tempo dizia…”Mais, mais, mais…”, e eu continuei, comecei-lhe a penetrar com os dedos, e ela desejosa de prazer, sempre a gritar, naquela hora podia gritar á vontade, ninguém iria ouvir aqueles gemidos potentes, até que meti o caralho, e então aí e que ela gritava, via-se que estava a gostar imenso, ao mesmo tempo, ela colocava os seus dedos na boca, e eu beijava-lhe as mamas todas, ela dizia “Que loucura, tantas vezes que vim arejar e nunca me diverti tanto”…, ao que respondi, continuando a “bombar”, “Ainda não viste nada, a noite é longa e é nossa!”, continuei fodendo sem parar, ela excitada, colocava agora os dedos na minha boca, passado alguns minutos de os ter colocado na cona, estavam com um sabor bastante agradável, depois de tanta força que fizemos e de a toalha já estar cheia de areia, eu me vim, e ela soltou um gemido muito sensual.

Foi nessa altura que perguntei… “Estás a gostar, ainda não acabou”, ela carinhosamente respondeu-me com um sorriso enorme, “Estou a adorar, se ainda não acabou continua, mas se fosse anal, eu adoraria mais”, não pensei duas vezes, peguei na mão dela dei-lhe um linguado, bastante bom, limpei a toalha, que estava imunda de areia, ela deitou-se de barriga pra baixo, cheguei com a língua, no buraco e lambi-o, coloquei a língua lá dentro, ao mesmo tempo ela gemia, e eu acariciava-lhe as mamas, peguei no mangalho, bati com o caralho no bujão dela, dei uma cuspidela lubrificante, pró buraco e lá fui eu, estava em cima dela, a Mafalda, agarrava-se á areia, e eu sempre a bombar, ela já estava fora da toalha, eu sempre a penetrar, naquele cu maravilhoso, eu gritava “Força, força, mais força!!!”, e ela adorava, passado alguns minutos ela dizia, “Vamos trocar de posição, agora sou eu que fico por cima!!!”, e então ela concedeu ordens, quem sou eu para rejeitar, ela lambeu o meu caralho, acariciou-me os meus colhões, com a língua e com as mãos, deitou-me na toalha, e colocou-se em cima de mim, penetrou o meu caralho, na cona dela, e começou a saltar bruscamente, nunca tinha tido uma foda tão boa como esta, e ela gostava, continuando a saltar, com o meu caralho a penetrar forte e com vigor, ela aí dizendo… “Que bom, ai que bom!!!”, e eu com um prazer enorme, acariciando-lhe as mamas, estava pensando que estava num projecto bastante aliciante, e continuava, a seguir ela tirou o caralho, da crica e colocou-o no bujão e lá continuou a saltar, louca e cheia de prazer, quando me estava quase a vir novamente, e quando o disse, ela respondeu “Espera que vou mamá-lo todo”… saiu de cima de mim, lá me vim novamente e a Mafalda Pinto, lambeu-me o badalo, não lambeu tudo, porque uma parte foi para os mamilos, mas ela não se esqueceu, e foi lá com os dedos, e meteu o resto na boca.

Depois desses momentos de prazer, lá nos levantamos, perguntei á Mafalda Pinto, “Queres dar um mergulho para “refrescar””, estava um calor imenso, e isso ia ser muito bom para os dois, ela não podia estar mais de acordo, “Sim é uma boa ideia, estou com bastante calor, e até podemos continuar na água”… pelo que ela estava a dizer, pensei na hora que ela estava com mais ideias, então lá fomos os dois ao mar, refresquei-me o mais que pude e a Mafalda também, juntamo-nos novamente e beijamo-nos, eu acariciava-lhe a sua pele macia, e ela fazia-me o mesmo, se ela já era atraente no “normal”, então com a pele e o cabelo, molhados, é que ela estava excitante, sussurrei-lhe ao ouvido, “Queres uma foda aquática?!”, ela encostou-se a mim, agarrou no meu caralho e disse…”Vamos a isso, não esperava eu outra coisa”, então eu peguei na minha “botija do oxigénio”, e encaixei-a na crica, a Mafalda Pinto não fez por menos, deu um salto, encaixou as pernas em mim, colocou as mãos no meu pescoço, e ao mesmo tempo que me beijava, mexia-se o mais que podia, para o meu caralho dar-lhe o maior prazer possível, e eu como é obvio, também comecei a empurrar, cada vez mais, ao mesmo tempo, beijava-a, e lambia-lhe a cara toda, dava-lhe beijos no pescoço e atrás das orelhas, ela sorria, e excitasse toda, o meu caralho cada vez, ficava mais “salgado” e mais teso, estava a ser uma noite de sonho, a Mafalda Pinto só dizia…”Que tubarão incrível, que bom, trinca-me toda”, eu com aquele prazer todo, comecei a trincar-lhe as orelhas e os lábios, e ela da mesma maneira, depois de vários linguados seguidos, sentia-me mesmo como um “peixe na água, a foder uma sereia”, comecei a trincar-lhe os mamilos, e sempre a foder, ela gostava imenso, seguro que nunca tinha tido uma noite assim. Passado uns minutos eu disse, Mafalda estou-me a vir novamente”, disse isto porque, como sabia que ela era uma gulosa e como gostava de experimentar coisas novas, ela não me ia desiludir, então ela disse…”Vou lá baixo buscar oxigénio, vais sentir o que nunca sentiste….!!!”, e assim foi, ela tirou o meu caralho da cona dela, respirou fundo e foi, encheu os pulmões de ar, e foi ao fundo, foi a melhor e mais bela brochada que alguma vez me fizeram, lambeu o que quis o resto ficou prós “peixinhos”, quando acabou de lamber, ela disse, “Espero que tenhas gostado, eu adorei, nunca tinha tido uma noite assim!!!”, e eu respondi, “Sim foi muito bom, não enganas ninguém, o que fazes nas novelas, é muito pouco para o que mostras-te hoje”, depois de alguns mergulhos saímos de água, a beijar-nos mutuamente, um pouco cansados, mas cheios de amor para dar, dei-lhe o meu numero de telemóvel e ela também me deu o dela, despedimo-nos, mas não fui embora, sem antes lhe dizer… “Sempre que tenhas projectos novos e queiras arejar as ideias, num noite iluminada, lembra-te que na Praia da Rocha, está sempre um tubarão á tua espera”…e lá continuei eu nas minhas maravilhosas férias no Algarve.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: VITOR DIAS